CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

24 de outubro de 2010

Manáos versus Manaus V

1669 - A cidade de Manaus relembra hoje os 341 anos de sua fundação. Os jornais capricharam na homenagem, com diversas iniciativas. Algumas dessas, porém, pecaram gravemente contra a capital do Amazonas. Em especial a visão de alguns migrantes bem sucedidos publicados no jornal A Crítica.
Não importa, importa que tenhamos crescido, evoluido ainda que com restrições, como ocorreu com tantas cidades do País.

Encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que sinaliza
a cidade de Manaus (AM)
1848 – A Assembléia Provincial do Pará, consoante a lei nº 145, eleva o Lugar da Barra a categoria de cidade, com a denominação de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Essa designação foi mantida até 1856, quando tomou em definitivo a de Manáos e, posteriormente, de Manaus.


1864 – Nasce na capital da Bahia, Adolpho Guilherme de Miranda Lisboa, filho de Felipe Guilherme de Miranda Lisboa, oficial do Exército, e de Olympia Rosa M. Lisboa. Ainda de berço foi conduzido para Belém (PA), por motivo de transferência funcional do seu genitor.

Adolpho Lisboa, 1906
Na capital paraense, foi incluído no Exército. Casou-se com Laura Leduc, em 1886, e deste consórcio nasceu, em 1892, a filha Alcida Leduc Lisboa.
No início do século XX, transferido para Manaus, foi nomeado coronel comandante do Regimento Militar do Estado, hoje Polícia Militar. Mais adiante, durante o governo dos irmãos Nery (1900-07), foi prefeito da capital amazonense. Reformado em 1908, retornou à capital paraense, onde morreu em 19 de outubro de 1913.

 1969 – Tem início os trabalhos de construção da fábrica de jóias BETA, situada na rua Belo Horizonte esquina com a rua Recife, em Adrianópolis. A solenidade fez parte das comemorações do Tricentenário de Manaus, celebrado em 1969, quando era prefeito de Manaus, Paulo Pinto Nery.
Seguindo o conselho de um amigo, não procure a Beta, pois ela já desapareceu mesmo. No local, hoje cresce uma torre com salas de escritório.