CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

22 de novembro de 2012

TELEFONES DE EMERGÊNCIA

Logo do SAMU
Dias desses, conversando com o coronel Dias, comandante do Corpo de Bombeiros, fui alertado para a proliferação do número de telefone de urgência. Bom lembrar que tudo começou com o 190 da Polícia Militar, que ainda existe, porém nem sempre funciona, você sabe! Depois veio o 193, reservado aos Bombeiros. E a partir daí, ninguém se lembra da série em vigor.
Vou lembrar alguns, incluindo o 0800, que já está sendo empregado: 

100 - Exploração sexual
102 - Consulta a lista
118 - SAC - SMTU (Manaus)
134 - Despertador
147 - Disk denúncia (Manaus)
161 - Operação Choque de Ordem (Manaus)
181 - Polícia Civil
181- Violência contra a mulher
190 - Polícia Militar
191 - Polícia Federal
192 - SAMU
192 - SOS Manaus
193 - Bombeiros
194 - Acidentes de Trânsito
199 - Defesa Civil
                    0800.618080 – Maus tratos aos animais



 Então, qual é o problema dessa diversidade de números? Simples: quem há de lembrar, no momento de episódio grave, quando o descontrole predomina, do número exato a discar? Há quem não se lembre, mesmo estando longe de um episódio grave. Claro (interjeição mesmo), já foi pior. Quando não havia a telefonia móvel, levando a necessidade de recorrer ao do vizinho ou ao orelhão da esquina.

Hoje todos têm um ou mais telefones em casa, no escritório, no automóvel, mas são raras as pessoas que se preocupam em afixar em local visível (na geladeira, famosa) os números mais imperativos.

Sim, imperativos, mas quais? Diante do impasse, preconiza o comandante do Corpo de Bombeiros do Amazonas, conhecedor do avanço da informática e, ao mesmo tempo, do aperto que passa alguém necessitado de socorro, que se estabeleça um único número.

Argumenta ele, falando com conhecimento próprio, que esse espaço de tempo que se leva para buscar o número correto e telefonar, faz com que o bombeiro se atrase no combate ao fogo, por exemplo. Pode ser o Samu, que presta auxilio à vida.

Como qualquer primeiro ninguém esquece, 190 deve permanecer. Para atender os demais, basta uma central de atendimento, como fazem hoje as lojas de departamento, que atende o país inteiro, a partir de uma central nem se sabe onde. Como procedem em geral os possuidores de delivery .
Fica registrada a sugestão, na qual me alisto.