CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

13 de setembro de 2010

Papo cabeça entre Acadêmicos

Armando, Diniz e Moacir Andrade, a partir da esquerda

Aconteceu ontem, pela manhã, na residência do artista plástico Moacir Andrade, reconhecid em âmbito internacional. Com a finalidade de saber como passava o amigo, que estivera na UTI na última semana, foram visitá-lo Armando de Menezes, Almir Diniz e Roberto Mendonça.
Primeiramente, o Moacir aos 84 anos passa bem. Aguarda, porém, a realização de um cateterismo, na próxima quarta-feira, para definição dos próximos desafios.

Moacir Andrade concede autógrafo
Na abertura do papo, houve uma troca de livros e os respectivos autógrafos.
A conversa, em especial entre os acadêmicos Armando, Diniz e Moacir, todos da mesma faixa etária, decorreu em torno das "aventuras" dos meninos. Foi um passeio pela Manaus de ontem, lembrando as façanhas e outras gabolices. Lembraram as famílias, as escolas, iniciando pelo diretor do Ginásio Amazonense, Machado e Silva, e do professor de português Martins Santana.

Brasão do prêmio
Em seguida, Moacir, perguntado sobre, confirmou a existência da Academia de História do Amazonas, a academia do Moacir, com sede em sua residência, e que organiza o Prêmio Oyama Ituassu.
A conversa passou pela existência do Golpe Militar de 1964, quando os "milicos" estiveram em sua casa, arrastando livros e inutilizando até objetos domésticos. 
Mais adiante, o uisque sorvido esquentou ainda mais o papo.


Vieram as lembranças pessoais, as primeiras conquistas e as definitivas, bem sucedidas.
A mim restou o serviço de motorista, de fotógrafo e de escrivão da corte acadêmica. Alguns dos quadros de Moacir, próprios e recebidos de presentes servem de prova dessa manhã de domingo. Saúde mil ao artista Moacir Andrade.
Quadro de Moacir Andrade

São Francisco em duas artes