CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

24 de setembro de 2012

Couto Lopes: centenário


 
Mario Jorge Couto Lopes
Ocorre hoje o centenário de nascimento de Mário Jorge do Couto Lopes, nascido em Manaus (AM), filho de Antonio Farestono Lopes e de Lídia Couto Lopes. Mário foi casado com Creusa Goes do Couto Lopes. Concluiu sua formação superior com o bacharelado pela Faculdade de Direito do Amazonas, em 21 de novembro de 1936.

Nesse estabelecimento de ensino bastante conhecido em Manaus, serviu como secretário até 1941, sendo nessa ocasião substituído pelo doutor Arnaldo Rosas.
Sua inscrição na OAB/AM ocorreu em 11 de fevereiro de 1938. Quando faleceu, em 17 de março de 2001, era o decano dos advogados do Amazonas.
Em novembro de 1935, foi nomeado secretário interino da Fazenda Pública, depois secretário efetivo. Também foi nomeado subprocurador fiscal da Fazenda Pública. E, ainda, secretário de Educação do Estado.
Teve participação na Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), quando o mais conhecido dos presidentes desta entidade, Laercio Miranda, assumiu-a em 1955. Couto Lopes compunha o Conselho Superior.
Foi sócio efetivo do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, ocupante da Cadeira 27, cujo patrono é J. Batista de Faria e Souza; deste sodalício foi presidente, em caráter temporário, para concluir o mandato de André Araújo, que faleceu em 1975.
Em 1982, quando do centenário de nascimento de padre Agostinho Caballero Martin, os festejos e as homenagens que este sacerdote recebeu dos ex-alunos salesianos e amigos foram dirigidos por Couto Lopes, também ex-aluno do Colégio Dom Bosco.
Morto em 2001, Couto Lopes recebeu até o momento as homenagens: da Prefeitura de Manaus que gravou seu nome uma EMEF, situada na rua Timbiras, na Cidade Nova II. Outra, da prefeitura de Manacapuru que igualmente batizou uma escola rural com o nome de Couto Lopes.
Enfim, outro preito de reverência veio da Alcear (Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas), que escolheu seu nome para patrono da Cadeira 23, do grupo dos Ensaístas. Reconheço que disse quase nada da produção desse centenário homem. Ainda haverá espaço e oportunidade.
O registro aqui vale pela proximidade que dele pude desfrutar e, sim, o reconhecimento pelo seu empenho em várias atividades.