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14 de setembro de 2011

Cláudio Chaves: decênio no silogeu amazonense

O acadêmico Cláudio do Carmo Chaves completa hoje seu primeiro decênio ocupando a Cadeira 14, cujo patrono é o barão de Sant´Ana Nery, na Academia Amazonense de Letras. Sobre este imortal, o Dicionário biográfico de seu confrade Almir Diniz registra:
Cláudio Chaves, 2010


Nascido em Manaus (AM) a 7 set. 1949, Cláudio é filho de Cleomenes do Carmo Chaves e de Joanita Cetraro do Carmo Chaves. Sua formação intelectual ocorreu, pela ordem, no Grupo Escolar 21 de Abril (primário); Instituto de Educação do Amazonas (ginasial); Colégio Estadual do Amazonas (colegial, científico). Depois, graduou-se em medicina (especializado em oftalmologia) e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (grau de professor), ambas as conquistas na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Realizou a especialização em oftalmologia no Hospital Souza Aguiar, do Rio de Janeiro; e doutorado, ainda na mesm área, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Enfim, o pós-doutorado no Center for Eye Research e no New England Medical Center de Boston (MA), nos Estados Unidos.

Pertence aos seguintes silogeus: Academia Amazonense de Medicina, seu atual presidente; Academia Amazonense de Letras, sendo o diretor de Eventos; Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas; Academia Nacional de Medicina; Federação Brasileira de Academias de Medicina (onde foi vice-presidente no biênio 2000-02); Associação Pan-Americana de Oftalmologia, diretor no biênio 1999-2001; American College of Surgeons; Societe française d'Ophahalmologie, entre outras.

O acadêmico Cláudio Chaves possui trabalhos publicados (capítulos de livros) na revista da Editora Cultura Médica (RJ); na Revista Brasileira de Oftalmologia e o resumo de sua tese de doutorado, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), intitulada Oncocercose ocular na Amazônia Brasileira, nos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia.
Acadêmico Cláudio Chaves

Doutor Cláudio Chaves é venerável mestre da Loja Maçônica Esperança e Porvir; já presidiu o Lions Clube de Manaus, e exerceu o mandato de deputado federal.

Na Academia Amazonense de Letras, foi eleito na reunião de 27 abr. 2001. Tomou posse a 14 set. 2001, com recepção do acadêmico Robério Braga, na presidência do poeta Max Carphentier, sucedendo ao saudoso acadêmico Moacyr Gonçalves Rosas.