CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

Mostrando postagens com marcador Claudio Chaves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Claudio Chaves. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, setembro 01, 2021

FOLHINHA DE SETEMBRO

 Algumas datas relevantes na história do Amazonas sucedidas em Setembro:

Há 150 anos

28 de setembro - Ocorreu a promulgação da lei imperial que concedia liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir desta data. Tomou a alcunha de “Lei do Ventre Livre”. E em sua homenagem, o logradouro em frente ao atual Palacete Provincial, que aquartelou a PMAM por mais de um século, tomou a denominação de Largo de 28 de Setembro, ora praça Heliodoro Balbi, que os manauenses persistem em denominar de Praça da Polícia.

Praça da Polícia, com o Palacete Provincial,
ao fundo

Há 130 anos

1º de setembro - Gregório Thaumaturgo de Azevedo, tenente-coronel do Exército, primeiro governador constitucional do Amazonas, tomou posse no Poder Executivo. Seu governo, entretanto, teve duração efêmera, pois foi derrubado por forças militares em fevereiro do ano seguinte. A deposição satisfez à determinação do presidente da República, marechal Floriano Peixoto, posto que Azevedo havia apoiado o governo do primeiro presidente, marechal Deodoro da Fonseca.

Há 120 anos

29 de setembro - Nasceu em Coari (AM), o professor Miguel da Silva Duarte, filho de José da Silva Duarte e de Sofia Gonçalves Duarte, e que foi casado com Maria do Carmo Vieira Duarte. Em Manaus, foi contratado em como Inspetor Escolar Itinerante do Departamento de Educação e Cultura, em 4 de abril de 1943.

Há 100 anos

8 de setembro - Nasceu em Manaus (AM), Octavio Hamilton Botelho Mourão, filho do desembargador Hamilton Mourão e de Arminda Botelho Mourão, que foi casado com Florina Botelho Mourão. Obteve a graduação pela Faculdade de Direito do Amazonas, na turma de 1949.  Nomeado em 01.04.1944, escrevente do Tribunal de Apelação. Foi ainda professor do Colégio Estadual do Amazonas e Reitor da Universidade do Amazonas (1976-84).


15 de setembro -Nasceu em Manaus (AM), o desembargador Cândido Honório Soares Ferreira.

Há 75 anos

13 de setembro - Sizeno Sarmento, amazonense, filho do acadêmico e oficial da PMAM Octavio Sarmento e, por conseguinte, neto de Joaquim Sarmento, então tenente-coronel do Exército, foi empossado na condição de Interventor Federal no Amazonas. Bem curto, seu governo prosperou até 1º de fevereiro de 1947. Alcançou o generalato, tendo sua família disposto no Museu Tiradentes a espada deste oficial.

19 de setembro - Nasceu em Manaus (AM), o coronel Romeu Pimenta de Medeiros Filho. Casado com Olga Medeiros. Concluiu o curso secundário no Colégio Estadual do Amazonas e o NPOR (27º BC) na turma de 1967, tendo ingressado imediatamente na Polícia Militar do Amazonas, no posto de segundo tenente. Entre outras funções relevantes, assumiu o comando-geral da Corporação entre 1991-92.

Há 55 anos

7 de setembro - Inauguração da Central Elétrica de Itacoatiara, a cargo da Celetramazon – Centrais Elétricas do Amazonas, ainda hoje funcionando em seu local de original. Possuía então a capacidade de 2.475KWA e o ato foi presidido pelo governador Arthur Reis. Estive na solenidade, representando a Polícia Militar do Estado, além da atuação da Banda de Música no evento. O retorno operou-se em navio “branco” do Snapp (Serviço de Navegação dos Portos do Pará) depois Enasa, quando foi extinta.

Há 20 anos

11 de setembro - Faleceu em Manaus o jornalista Atlas Bacellar, nascido em 1937, neto do governador Pedro de Alcantara Bacellar. Na TV Ajuricaba, a pioneira na transmissão na Cidade, Atlas implantou o primeiro telejornal, em 1969.

14 de setembro - Tomou posse na Academia Amazonense de Letras, o médico Cláudio Chaves, em solenidade presidida pelo acadêmico Max Carpenthier, ocasião em que foi saudado pelo consócio Robério Braga.

Médico Cláudio Chaves
21 de setembro - Abertura da exposição de fotografias George Huebner – um fotógrafo em Manaus, no Centro Cultural Palácio Rio Negro, patrocinada pela Secretaria de Cultura, com apoio de entidades culturais e particulares. A mostra foi montada pelo Museu de Etnologia de Genebra, na Suíça, e se estendeu até 28 de outubro. Estive presente, representando o IGHA (Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas), que foi um dos colaboradores.

domingo, dezembro 30, 2012

ACADEMIA AMAZONENSE DE LETRAS: 95 ANOS


A próxima festa do 95º aniversário da Academia Amazonense de Letras causou pequena  discussão sobre a data de fundação. Dois documentos vão aqui transcritos expondo a divergência.

Medalha do cinquentenário do silogeu

COMUNICADO
Aos nobres pares da Academia Amazonense de Letras:

Motivo imperioso -- posse do Acd. Arthur Virgílio Neto como prefeito de Manaus no dia 1 de janeiro de 2013 às 16h -- leva a diretoria da AAL a mudar a data do Chá Acadêmico, alusivo ao 95º aniversário do Silogeu, para o próximo dia 3 de janeiro de 2013, mantendo-se o local- - Salão Mário Ypiranga -- e o horário das 17h.
Obrigado pela compreensão e contamos com a presença de todos.


Acd. Cláudio Chaves
p/ Diretoria

Resposta do Acd. Zemaria Pinto:

Caro confrade Cláudio Chaves,

Louvo a sua iniciativa de comemorar o 95º aniversário da AAL. Mas o dia 1º/01 não é inadequado apenas pela posse do prefeito Arthur Virgílio, nosso confrade. É que a verdadeira data de fundação da Academia Amazonense de Letras é dia 09 de janeiro. Repito: nove de janeiro.
Em trabalho escrito sobre o fundador Octavio Sarmento (Revista da AAL, nº 27, 2007, páginas 247-268), fruto de palestra proferida no augusto Salão do Pensamento Amazônico, em 26/11/2005, manifesto meu espanto quanto à data da fundação da Sociedade Amazonense de Homens de Letras -- cujo nome seria mudado em 1920 para Academia Amazonense de Letras: 1º, 7 ou 17 de janeiro de 1918? Servindo-me de fontes diversas (Péricles Moraes, Anísio Jobim, Genesino Braga e Mário Ypiranga Monteiro), afirmo naquele ensaio que a data de 1º de janeiro era aceita como simbólica, pelo simples fato de que a memória histórica da data de fundação da SAHL havia se perdido.
Entretanto, meu caro, em pesquisa posterior, sobre o também fundador Paulo Eleuthério, publicada na mesma Revista da AAL (nº 29, 2010, páginas 37-49), decorrente de palestra proferida em 21 de outubro de 2006 (há seis anos, portanto!), estabeleci, tendo como fonte primária o jornal A Capital, do acervo do IGHA, a verdadeira data de fundação da Sociedade Amazonense de Homens de Letras: 9 de janeiro de 1918.
Como sei que o confrade coleciona nossa Revista, vou poupá-lo dos detalhes, que aliás, podem ser lidos também no meu blog: http://palavradofingidor.blogspot.com.br/2009/01/subsdios-para-uma-histria-da-academia.html

Por amor à verdade, meu caro, me guardarei para tomar um solitário chá no dia 9 de janeiro, em singela comemoração dos 95 anos de nossa Casa.


Aceite meu abraço fraterno.
Zemaria Pinto
 
 * * *
Duas palavras deste “catador”: Fique sossegado, pois já anotei no meu calendário o Chá do dia 9. Tudo em atenção a propaganda governista: Se for dirigir, não beba; se for beber, me chame.
A segunda dita cuja, confio na sua pesquisa. Até amanhã, chego para o almoço.  
 

segunda-feira, março 26, 2012

Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas: 95 anos



A data maior foi ontem – 25 de março, porém, a direção da Casa de Bernardo Ramos, o fundador, reuniu-se no sábado, 24. A festividade foi clássica, apenas uma sessão especial, na qual compareceram pouco mais de uma dezena de associados e bom número de convidados.
No final da manhã, no Salão Arthur Reis, o presidente Geraldo dos Anjos abriu a sessão, relacionando os sócios: Marita Monteiro, secretária; Antônio Loureiro; Armando de Menezes; Rosa Mendonça; Edinea Mascarenhas; Arlindo Porto; Marilene Corrêa; Jayme Pereira, Kaka Bonates; Robério Braga; Cláudio Chaves e Roberto Mendonça.

Presidente Dos Anjos emoldurado de associadas e  convidadas 
Depois da fala inicial do presidente, foi permitida a manifestação, primeiro, aos convidados, quando falou Pedro Lindoso. Em seguida, aos sócios, com a palavra de Marilene Corrêa, manifestando-se sobre uma nova etapa de trabalho pelo IGHA. Loureiro lembrou a significação da data, que se aproxima do centenário, listando as pouquíssimas entidades que usufruem desse privilegio.
Armando de Menezes, o mais idoso
De minha parte, registrei duas datas interessantes: os 86 anos de Armando de Menezes, completados no dia 21, todavia, comemorado na sexta-feira, 23, em bela rodada de amigos no reconhecido Chá do Armando. Hoje, Menezes é o mais velho, ou mais idoso, se preferir, do Instituto. Outro aniversariante é Bernardo Cabral, amanhã, 27, quando completa 80 anos.
Em contraponto, registrei os dez anos da morte de um baluarte: comendador Junot Carlos Frederico, que foi secretário e presidente da Casa.

O encerramento coube ao orador oficial, Robério Braga, que discorreu sobre a criação e a evolução do Instituto. Lembrou os presidentes e as dificuldades enfrentadas. Recordou aqueles que muito se empenharam, nominando alguns. Enfim, analisou a situação do Instituto diante da evolução da ciência, do crescimento das faculdades de ensino que, no seu entender, deveriam – IGHA e Universidades – trabalhar em conjunto em prol da preservação do acervo e da melhor divulgação do conhecimento.
Braga ainda estimulou a direção a se empenhar pelo centenário desta agremiação, que ocorrera em cinco anos. O lapso de tempo exige dedicação.
O encerramento ocorreu na Biblioteca Ramayana de Chevalier, onde foi servido um coquetel.

quinta-feira, novembro 03, 2011

Acadêmico Geraldo dos Anjos

Símbolo da Academia de Letras
O silogeu amazonense recebe hoje o centésimo quadragésimo quarto acadêmico de sua história. Tradição que está próxima de completar 94 anos. José Geraldo Xavier dos Anjos toma assento na cadeira 17, no Salão do Pensamento Amazônico, sucedendo ao saudoso Demosthenes Carminé.

A sessão será presidida pelo acadêmico José dos Santos Pereira Braga e a oração de acolhimento será encaminhada pelo acadêmico Antonio José Souto Loureiro.
A cadeira 17, do patrono Francisco de Castro, é uma das mais movimentadas na Casa de Adriano Jorge, a outra é a 21, com sete substituições. Seis foram os ocupantes: José Francisco de Araújo Lima (fundador), Leôncio Salignac e Souza; Mário Silvio Cordeiro de Verçosa; Áureo Nonato dos Santos; Demosthenes Ribeiro Carminé; José Geraldo Xavier dos Anjos (atual).

Este número total apresentado acima pode sofrer pequena variação. Como anunciam os apresentadores de telejornal, em época de eleições, “para mais ou para menos”.  Empreendo uma revisão no Dicionário Biográfico dos imortais do Amazonas, do acadêmico Almir Diniz, e algumas lacunas e incorreções estão sendo emendadas.
Mas, alguns indicadores já foram confrontados: são 61, os acadêmicos nascidos em Manaus, e 31, no interior do Amazonas. Humaitá apresenta o maior índice: Raimundo de Castro Monteiro; Sebastião Norões; Álvaro Botelho Maia; Plínio Ramos Coelho; Almino Álvares Afonso (6).

Os demais 51, espalham-se pelos estados brasileiros. Pernambuco é o recordista com sete: Francisco Pedro de Araújo Filho; Gaspar Antônio Vieira Guimarães; Arthur Virgilio do Carmo Ribeiro; Paulo Eleutherio Álvares da Silva; André Vidal de Araújo; Leopoldo Carpinteiro Péres; Ernesto Renan Melo de Freitas Pinto (eleito).
Para fechar a conta, ainda permanece um – José Mendonça Lima, sem identificação. Todavia, o seu confrade Cláudio Chaves já localizou o prontuário deste, de forma que a revisão do Dicionário já possui prazo para encerramento.

No Igha, Geraldo dos Anjos (ao centro), ladeado pelos acadêmicos
Cláudio Chaves, Rosa Brito, Marilene Corrêa e Almir Diniz
O acadêmico Geraldo dos Anjos, nascido em Manaus, e formado em biblioteconomia na Universidade Federal do Amazonas, vem há décadas se dedicando a cultura de nossa terra. Pertence ao Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (Igha) e atualmente preside esta agremiação. Sucesso ao novo integrante da Casa de tantos ilustres escritores, que a poltrona azul lhe seja confortável.

quarta-feira, setembro 14, 2011

Cláudio Chaves: decênio no silogeu amazonense

O acadêmico Cláudio do Carmo Chaves completa hoje seu primeiro decênio ocupando a Cadeira 14, cujo patrono é o barão de Sant´Ana Nery, na Academia Amazonense de Letras. Sobre este imortal, o Dicionário biográfico de seu confrade Almir Diniz registra:
Cláudio Chaves, 2010


Nascido em Manaus (AM) a 7 set. 1949, Cláudio é filho de Cleomenes do Carmo Chaves e de Joanita Cetraro do Carmo Chaves. Sua formação intelectual ocorreu, pela ordem, no Grupo Escolar 21 de Abril (primário); Instituto de Educação do Amazonas (ginasial); Colégio Estadual do Amazonas (colegial, científico). Depois, graduou-se em medicina (especializado em oftalmologia) e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (grau de professor), ambas as conquistas na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Realizou a especialização em oftalmologia no Hospital Souza Aguiar, do Rio de Janeiro; e doutorado, ainda na mesm área, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Enfim, o pós-doutorado no Center for Eye Research e no New England Medical Center de Boston (MA), nos Estados Unidos.

Pertence aos seguintes silogeus: Academia Amazonense de Medicina, seu atual presidente; Academia Amazonense de Letras, sendo o diretor de Eventos; Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas; Academia Nacional de Medicina; Federação Brasileira de Academias de Medicina (onde foi vice-presidente no biênio 2000-02); Associação Pan-Americana de Oftalmologia, diretor no biênio 1999-2001; American College of Surgeons; Societe française d'Ophahalmologie, entre outras.

O acadêmico Cláudio Chaves possui trabalhos publicados (capítulos de livros) na revista da Editora Cultura Médica (RJ); na Revista Brasileira de Oftalmologia e o resumo de sua tese de doutorado, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), intitulada Oncocercose ocular na Amazônia Brasileira, nos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia.
Acadêmico Cláudio Chaves

Doutor Cláudio Chaves é venerável mestre da Loja Maçônica Esperança e Porvir; já presidiu o Lions Clube de Manaus, e exerceu o mandato de deputado federal.

Na Academia Amazonense de Letras, foi eleito na reunião de 27 abr. 2001. Tomou posse a 14 set. 2001, com recepção do acadêmico Robério Braga, na presidência do poeta Max Carphentier, sucedendo ao saudoso acadêmico Moacyr Gonçalves Rosas.

quinta-feira, dezembro 30, 2010

Academia Amazonense de Letras IV


José Braga, presidente (de pé), Almir Diniz
e Rosa Mendonça

O silogeu amazonense encerrou ontem as atividades do Ano Acadêmico Joaquim Nabuco. A festa foi revestida de muito significado, especialmente pela presença cerrada de convidados que, não só preencheram as cadeiras da platéia, como, curioso, ocuparam as poltronas azuis reservadas aos imortais.



Afinal, poucos acadêmicos compareceram. Dirigiam a mesa: José Braga, presidente; Almir Diniz, secretário-geral; Marcus Barros, diretor de edições; Max Carphentier, que lançava novo livro. Os demais: Armando de Menezes; Arlindo Porto; Rosa Mendonça; Carmen Novoa; Abrahim Baze; Euler Ribeiro; Cláudio Chaves; Elson Farias e Luiz Bacellar.
A abertura coube ao presidente Braga, que aproveitou para descrever as atividades do ano. Listou os livros e revista da Academia em lançamento; relacionou as pessoas homenageadas e os premiados no concurso de poesia.
O salão de honra da Casa de Adriano Jorge estava repleto 
Marcus Barros , a seguir, resenhou os livros lançados: Catedral dos Sacramentos, de Max Carphentier, e Terezinha Morango: cinderela amazônica, de Demosthenes Carminé. A Revista da Academia circulava em dois números. E encerrou, afirmando com entusiasmo: “É justo que a Academia Amazonense de Letras, com tamanha produção literária, a disponibilize aos seus leitores, contribuindo e facilitando o diálogo com a sociedade que a estimula e engrandece.” Os livros e as revistas foram distribuídos de cortesia aos presentes.

Max Carphentier autografa seu livro - Catedral dos sacramentos
Os vencedores do concurso "Manaus e Poesia", pela ordem: Priscila Maisel, com Maloca; Francisco Pantoja Evangelista, com Rua Formosa; e João Candido Rodrigues, autor de Uma canção, Manaus. Os poemas integram a Revista nº 29, da academia.
A Academia também premiou o trabalho de dois colaboradores. Romulo Nascimento, designer de extrema sensibilidade artística, e Sergio Luiz Pereira, “garimpeiro dos nossos textos, revisor incansável, seguro no domínio da gramática. E mais, purificador de nossos textos, de ruídos causados pelos nossos descuidos ou nossas desatenções”, assegurou o presidente José Braga.

O homenageado Sergio Pereira, posando com a Sofia Mendonça

sábado, dezembro 11, 2010

Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas

O IGHA promoveu na manhã de hoje uma solenidade para recepcionar na instituição ao Dr. Claudio Chaves  e entregar o diploma de Benemérito ao Dr. Bernardo Cabral.
Ocorreu primeiro a posse do novo acadêmico, que foi saudado pelo orador "ad hoc" Dr. João Bosco Botelho. Nasacido em Manaus, médico formado na turma de 1974, Chaves além de professor universitário, possui hoje o título de pós-doutor pela Unifesp, ainda de fellow pelo CER-OCB e pós PH.D. pela Tufts University, ambos em Boston (USA). Especializado em oftalmologia, fundou e dirige o Instituto de Oftalmologia do Amazonas, onde formou um núcleo de doutores na espcialidade, que operam com eficiência pelo Amazonas.
Pertence maçonaria e a mais algumas entidades destacadas da ciência e da cultura: Academia Maçonica de Letras, Academia Amazonense de Letras, Academia Amazonense de Medicina e, partir de hoje, do Instituto. Com tal arcabouço, iguala-se ao seu amigo e confrade Antonio Loureiro.
A atuação de Claudio Chaves se estende pelo universo científico, tendo publicado inumeros artigos em revistas especializadas. Além disso, "também reproduzindo o prestígio do Brasil e no exterior, é membro titular de 37 sociedades e academias médicas", assegurou o Dr. Botelho ao saudar o novo confrade.
O orador destacou obviamente e com mais detalhes a trajetória do mais novo integrante da Casa de Bernardo Ramos. Sua oração teve por título: "O mundo pessoal e acadêmico do professor doutor Cláudio do Carmo Chaves construído em torno de generosidades-bondades".
Claudio Chaves (à esq.) e Bernardo Cabral, após a solenidade
Cláudio Chaves ocupa a Poltrona nº 34, cujo patrono é José Francisco de Araújo Lima (1884-1945). Lembrando que o ocupante anterior foi Waldemar Baptista de Salles (1913-2010).
O ex-senador José Bernardo Cabral foi aclamado Sócio Benemérito pela sua atuação, quando exercia o mandato de Senador. Sua influência e empenho levou o governo do Amazonas a restaurar o Instituto.

sexta-feira, setembro 17, 2010

Espaço Cultural IV


Capa do folheto



O acadêmico Armando Andrade de Menezes acaba de publicar mais um trabalho literário. Trata-se da palestra que proferiu na Academia Amazonense de Letras, em 29 maio. Intitulada de Joaquim Nabuco, o abolicionista, a publicação faz parte da coleção Cadernos da Academia.
Armando de Menezes homenageou a dois acdêmicos nesta publicação: Almir Diniz e Zemaria Pinto.
Mereci, junto a outros colaboradores do autor, a seguinte manifestação:



Convencido de tudo haver feito no sentido de cumprir a missão a mim conferida pelo eminente confrade Cláudio Chaves, diretor de Promoções e Eventos desta Casa, desejo, de público, agradecer a colaboração de amigos na cessão de material sobre a vida e a obra de Joaquim Nabuco, destacando o próprio amigo/confrade Cláudio Chaves, o livreiro Antonio Diniz, e o historiador/pesquisador coronel Roberto Mendonça.


Contracapa do folheto com
foto do autor
 De minha parte, muitíssimo obrigado pela deferência, amigo Armando de Menezes.