CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

13 de maio de 2011

Manaus sitiada

Uma passagem pelo centro de Manaus deixa qualquer um triste? aporrinhado? Tanto faz de dia quanto de noite, o desastre é igual. De dia, encontra-se de tudo em qualquer lugar. Onde comer sem nenhum respeito a higiene; vendedores e veículos ocupando as calçadas; o trânsito então, faz-nos crer que não há solução.
Taxi estacionado junto ao monumento na Praça da Matriz 
Talvez fosse preferível que o prefeito não mais empregasse os “azuzinhos”, pois, da mesma forma como não se encontra sinalização nas ruas, nem tão pouco fiscalização, não farão falta os agentes de “azul”.

Foi isso que ocorreu comigo, anteontem, passando pela praça da Matriz, isolada para proteger o monumento, que espera restauração. Ali deveria passar apenas os transeuntes, mas já começa a ser ocupada. Vi fotógrafos, que penduram as fotos em árvores e atendem os interessados em um rústico banco.
Rua Marechal Deodoro obstruida por tapume e pelo comércio na calçada
Mas, vi um taxi (JXJ 3143) estacionado junto ao monumento, veja a ilustração. Mais adiante, no encontro da rua Marechal Deodoro com a av. Sete de Setembro, que está reduzida pelas escoras no prédio sinistrado e em restauração, o dono da loja fechou a calçada “dele”, obrigando os passantes a usar um resto de rua.
Calçada da av Eduardo Ribeiro "fechada" pelos camelôs
À noite, Manaus parece estar sitiada. Basta passar pela avenida Eduardo Ribeiro e contemplar aquelas “barricadas” vermelhas. Essa é a impressão que me ocorre, o sitiamento de Manaus, que sem direcionamento e chefia, vai se arruinando.

É preferível você não circular ou esperar o 2014 para ver “uma cidade”, que a PMM faz.