CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

31 de janeiro de 2011

Memórias amazonenses LI

Janeiro, 31


1871 – Nasceu em Viçosa (CE), Angelino Bevilaqua, engenheiro agrônomo formado na Universidade Livre de Manaus. Aqui permaneceu desempenhando a profissão, com entusiasmo e idealismo, até sua morte em outubro de 1940. Sua atuação ensejou que o governo premiasse o Parque de Exposições local com seu nome, situado na rodovia AM-01, km 9. A honraria, todavia, foi cassada em 2009, quando o mesmo tomou o nome do finado Euripedes Lins.
Entre seus irmãos, o mais respeitável foi o jurista Clóvis Bevilaqua, autor do Código Civil Brasileiro, do início do século XX. Sua irmã Clotildes, casada com o farmacêutico Francelino de Araújo, também residiu em Manaus. Angelino deixou uma filha, Rosali. Em Manaus, portanto, ainda existem descendentes dos Bevilaqua.
Para saber mais: Dicionário Amazonense de Biografias: Vultos do passado, de Agnello Bittencourt, 1973; e O Jornal. Manaus, 5 out. 1940

1900 – A Companhia italiana de Operetas e Óperas Cômicas de Calil e Apréa, estreia no Teatro Amazonas com a peça Fan-fan la Tulipe, de Louis Varney.

1949 – Dom Alberto Gaudêncio Ramos, do clero paraense, toma posse do bispado do Amazonas, tornando-se o sexto prelado nesse encargo. Três anos depois se torna o primeiro arcebispo do Amazonas. Diante do progresso do Estado e das obrigações eclesiásticas, hoje o arcebispado cuida basicamente de Manaus. Seu titular é Dom Luiz Vieira.
Alvaro Maia

1951 – Álvaro Botelho Maia, eleito pelo Partido Social Democrático (PSD), foi empossado no governo do Estado. Seu governo se estendeu até 1955, quando foi sucedido por Plínio Ramos Coelho, ambos nascidos em Humaitá (AM).