CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

10 de janeiro de 2011

Gonçalo dos Santos, o marreteiro


Gonçalo Santos, 1962

De Bom Conselho (PE) à Vila da Prata, em Manaus, passando pela União Atlética de Constantinópolis (UAC), Gonçalo dos Santos, o Marreteiro, escreveu uma vida rocambolesca. Esta nota vem a propósito de lembrar o décimo ano do falecimento deste aventureiro, digamos, bem sucedido em Manaus. Tanto que alcançou a Assembleia Legislativa do Amazonas, como deputado.

Gonçalo morreu a 7 de janeiro de 2001, no PS 28 de Agosto, aos 83 anos, levado por uma série de enfermidades e acossado pela senilidade. Morava, então, no bairro Vila Prata.
 A vida deste pernambucano em Gonçalo: o rei da noite (as peripécias de um certo Marreteiro) – leva a assinatura e a competência de Cláudio Amazonas. O jornalista Cláudio, nascido no Alto da Boa Vista, leia-se bairro de Educandos, conheceu o biografado desde os melhores momentos da UAC. Detalhes: Constantinópolis foi o nome imposto ao bairro de Educandos, que o “rei da noite” detalha. E a União começou como união de amigos. Marreteiro hoje é camelô.

Criação da UAC, em O Jornal, Manaus, 17 jul. 1949

Gonçalo (chapéu na mão) fala ao reporter de O Jornal.
A competência do autor ficou comprovada, tanto pelo relacionamento com o amigo Marreteiro, quanto pelo prêmio conquistado da Prefeitura de Manaus pelo livro, em 2007.