CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

quarta-feira, março 25, 2020

ANÍSIO MELLO: POR SUA MORTE (2010)

Anísio Mello (2009)

Em abril próximo, dia 11, completa-se o primeiro decênio da morte do multiartista Anísio Melo. Tentei com amigos dele executar algum movimento que pudesse lembrar a efeméride, todavia, não deu por variados motivos. O principal – o coronavírus, que escorraçou todos das ruas e praças, impedindo agrupamentos, para os imobilizar em casa.
Vou aproveitar este espaço, ainda que singelo, para divulgar certo material do Anísio Mello; material que, condenado ao entulho pela desídia de familiares, adotei quando de seu falecimento. Almejo, até a data mencionada, cumprir o prometido.
Dou início a esse desfile com a notícia sobre evento patrocinado pelo ateliê Esther Mello, fundada pela genitora do mencionado. Sob a denominação de Liceu de Artes do Amazonas Ester Mello, funcionou até a morte do filho (2010), na avenida Joaquim Nabuco. A notícia circulou na edição de A Crítica (18 março 1995), exatos 25 anos. 

Recorte do jornal A Crítica (18 março 1995)

A exposição Novos Talentos do Liceu de Artes do Amazonas “Esther Mello" inicia hoje no Centro de Artes Chaminé, e segue até o próximo dia 31 do mês, apresentando obras dos artistas plásticos Arnoldo Cagi, Geny Bezerra Cordeiro, Clio Baraúna de Carvalho e Natália Brígido Nobre.
São ao todo quarenta e três quadros que reproduzem a cultura amazônica. Entre as 13 telas de Natália Nobre, estão na exposição “Paisagem Espatulada”; “Lago”; “Igapó” e “O Bailarino”. 
Nas obras de Arnoldo Cagi estão incluídas “Paracuúba”; “Águas Barrentas”; “Porto de Canoas”; “Flutuante”; “Adoção” e “Pulmão do Mundo” e entre os quadros apresentados por Geny Cordeiro estão “Paisagem Igapó”; “Anoitecer”; “A Festa dos Botos”; “Natureza Morta" e "O Calvário da Tartartiga”.
Quanto a Clio Baraúna de Carvalho, sua participação na exposição se restringe aos quadros “Paisagem”; “Natureza Morta com Flores”  (foto) e “Natureza Morta de Frutas”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário