CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

4 de fevereiro de 2012

O IGHA e o V Império


Símbolo existente no Salão
Dom Pedro II
O evento desta manhã, no Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA), teve a direção do presidente desta instituição cultural, Geraldo dos Anjos.

Assinalaram presença apenas oito associados: Arlindo Porto, Abrahim Baze, Jane Cony, Max Carphentier, Humberto Figliuolo, Antonio Loureiro e Roberto Mendonça.

O presidente Dos Anjos, em seu pronunciamento, primeiro anunciou o lançamento do 15º livro do associado Loureiro: A Amazônia e o V Império. Lançamento que coincidia em data, separada por décadas, de outro livro deste historiador – A Gazeta do Purus.

A seguir, confirmou a manutenção da parceria do IGHA com a Edua –editora da Universidade Federal do Amazonas; com a ManausCult, da Secretaria Municipal de Cultura.

Anunciou a abertura da Casa de Bernardo Ramos para o ano social, quando esta celebrara o Ano da Itália; e mais, um seminário sobre folclore, dirigido pela sócia Marita Monteiro, e a posse, em 25 de março, data natalícia dos 95 anos desta sociedade, de mais uma associada.

Com a palavra o autor, que explicou o argumento utilizado na confecção de seu V Império. Trata-se de “uma hipótese fantasiosa, cujo fio histórico vai da luz à treva, que passa da liberdade ao obscurantismo, num piscar de olhos”.
Capa do livro de Loureiro

Em resumo, essa trilha vem de Nabucodonosor e se encerra com o marques de Pombal. Lembrando que o primeiro exigiu de seus magos a interpretação de um sonho que o imperador sequer sonhara. Muitos desses bruxos perderam o pescoço, é sabido. Até que o profeta Daniel cria e interpreta o sonho: aquele da estátua de diversos materiais, todavia, com os pés de barro.

O V Império amazônico, de Loureiro, já teve ao menos dois precedentes: o criado em Portugal, cujo maior divulgador foi o padre Vieira; e o da Igreja, que o anunciava com denominação de a Jerusalém Celeste, encerrou, doutrinando, o mestre Antônio Loureiro.
Encerrando mesmo, foi servido o coquetel.

Assim, o IGHA está aberto, no turno vespertino, aos interessados e estudiosos e pesquisadores.