CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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quinta-feira, dezembro 06, 2012

QUARTA LITERÁRIA: FIM


Renan Freitas Pinto, palestrante
Quase uma centena de aficionados deste movimento, reuniu-se ontem no horário costumeiro. A palestra estava a cargo do doutor Renan Freitas Pinto, que falou sobre a obra Galvez, o imperador do Acre, de Márcio Souza.

Os participantes já sabiam antecipadamente que iriam apreciar a última palestra, pois estava decretado o encerramento da Quarta Literária. Por isso, antes do palestrante, falou o proprietário do Grupo Valer, Isaac Maciel, que sacramentou o réquiem com meias palavras, talvez buscando consolar aos inúmeros frequentadores que, em 14 anos de existência, viam o fim deste empreendimento.
Isaac Maciel, do Grupo Valer

Acenou Maciel com o prosseguimento, mas que este passava por uma reestruturação. Em palavras mais simples: devemos aguardar. Mas, não era isso que os ouvintes queiram ouvir. A turma queria mais e melhor.

Encerrada a sessão, quando se consumia o “chá literário”, a conversa básica era a forma de se manter a QL. Se o movimento estava consolidado, com forma compacta, testada e conhecida, precisava-se apenas de um local para sua reabertura.

Dessa maneira, foram surgindo opiniões, foram catalogados locais no Centro que podem acolher a QL. Como em política, e como as nuvens que mudam de forma abrupta, os apelos podem levar a direção da Valer prosseguir com a Quarta. Prometemos manter a frequência e a divulgação.

Ausente o maior divulgador, Tenório Telles, a noite cultural recebeu dois personagens marcantes: um dos fundadores,  Zemaria Pinto (ao lado),  e o primeiro palestrante, professor Marcos Frederico. Até breve.

quarta-feira, outubro 31, 2012

ALAGOAS NO SILOGEU AMAZONENSE

Casa de Adriano Jorge
Estou empenhado na revisão do dicionário biográfico da Academia Amazonense de Letras (AAL), cujo original compete ao acadêmico Almir Diniz. Essa empresa tem me proporcionado algumas informações bem sugestivas, bem peculiares. Como a que relaciona os integrantes desta Casa de Cultura por local de nascimento.


Eis o pretexto desta postagem. O estado de Alagoas acaba de receber reforço na última sexta-feira, com a posse de Ernesto Renan Melo de Freitas Pinto. Com este, sobe a cinco os emissários alagoanos, os demais são: Adriano Augusto de Araújo Jorge; José Chevalier Carneiro de Almeida; Odilon Valeriano de Lima e Gebes de Mello Medeiros.


Adriano Jorge
Os três primeiros são fundadores da AAL. Adriano Jorge, graduado pela Faculdade de Medicina da Bahia, aos 21 anos, tornou-se, em Manaus, avultado brasão da cultura e emblemático profissional da saúde. Além de jornalista, participou da política, tendo sido vereador da cidade. Residiu por anos no bairro da Vila Municipal.
Quando da fundação da Academia de Letras, em 1918, ocupou a Cadeira 1 e o posto de presidente, o qual exerceu por três décadas até seu falecimento, ocorrido em Manaus a 3 de novembro de 1948.
Morto, Adriano Jorge recebeu três duradoras homenagens: do Poder Executivo, que efetuou a mudança do nome do bairro  para Adrianópolis; da Câmara Municipal, que adotou seu nome no plenário daquele Poder; e da AAL, que denominou a sede da entidade de Casa de Adriano Jorge. 

José Chevalier é igualmente lembrado por outro proeminente membro desta Casa: seu filho, Ramayana de Chevalier. Professor competente, o pai, depois de conquistar alunos particulares, adquiriu o Instituto Universitário Amazonense, situado à rua Dr. Moreira, esquina com a rua Quintino Bocaiúva. Imóvel ainda hoje existente.
Adiante, fechando o Instituto, passou a residir no casarão. Neste, também morou, durante os 18 anos que permaneceu no Amazonas, o cientista João Barbosa Rodrigues. E neste tradicional endereço, nasceram dois acadêmicos: Arthur Reis, que foi governador do Estado, em 1964-67; e o mencionado Ramayana.
Chevalier graduou-se na Faculdade de Direito do Amazonas, na primeira turma, em 1914. Entre outros empregos, dirigiu a Biblioteca Pública, Arquivo Público e Diário Oficial do Estado, ao tempo que estas repartições subordinavam-se ao mesmo diretor.  Não deixou publicação, todavia, uma escultura, de sua lavra, adorna a sede da Academia. Trata-se de um dos articuladores do movimento para a instalação do silogeu amazonense. Concretizada, fundou a Cadeira 20, cujo patrono é o filólogo João Ribeiro. Faleceu em 1940, no Rio de Janeiro. 

Odilon Valeriano de Lima nasceu em 25 de abril de 1897, em Viçosa das Alagoas, então próspero município próximo à capital. Quase nada se conhece deste acadêmico, apenas que estava em Manaus, quando se instalou a Academia Amazonense. Sabe-se que para preencher as 30 Cadeiras, foram aproveitados alguns nomes sem destaque, outros conhecidos somente pelo exercício do jornalismo.
De qualquer maneira, e até prova em contrário, Odilon mantém a marca do mais jovem a ingressar neste sodalício. Com apenas 21 anos, inaugurou a Cadeira 4, do patrono Sílvio Romero. Não há registro de sua retirada de Manaus. No entanto, diante da reforma dos estatutos em 1946, foi transferido para a categoria de correspondente. Fixara residência no antigo estado do Rio, empreendendo carreira política em Niterói (RJ), onde morreu em 1981.

Gebes de Mello Medeiros nasceu na capital de Alagoas, em 13 de setembro de 1915. Obteve o bacharelo na Faculdade de Direito do Recife (1944). Nesse mesmo ano, integrando uma comitiva daquela festejada Escola, foi recebido em Manaus pelo interventor Álvaro Maia. Nesse passeio, encantou-se pela capital do Amazonas e prontamente retornou.
Ligado à atividade teatral, aqui teve oportunidade de expandir esta arte, tendo instalado algumas atividades inerentes. Creio que o mais destacado tenha sido o Teatro Escola, inaugurado em 1957, no Teatro Amazonas, com a peça de Ariano Suassuna, Auto da Compadecida.
Seu bacharelado o capacitou a exercer o cargo de Promotor Público, tendo dirigido este órgão e outros afins. A par dessa atividade, Gebes Medeiros publicou dois romances: Fim de mundo sem fim  e Linha do Equador . Assim, foi eleito para a Cadeira 25, do patronato de Araújo Lima, em 6 de maio de 1994, e recepcionado a  13 de setembro do mesmo ano. Morreu em Manaus, em 2003.

domingo, outubro 28, 2012

RENAN FREITAS PINTO NA ACADEMIA DE LETRAS




Renan Freitas Pinto,
na posse
O professor doutor Ernesto Renan Melo Freitas Pinto recebeu, na última sexta-feira 26, do silogeu amazonense o colar acadêmico, empossado na Cadeira 32. A sessão presidida pelo acadêmico Arlindo Porto teve discurso de recepção do médico Marcus Barros. A assistência contou com expressiva representação da Universidade Federal do Amazonas, onde o agraciado pontifica. Discípulos, colegas de magistério e orientandos estiveram na plateia. A noite foi magnífica, especialmente, pela oração do doutor Renan, que lamentavelmente foi obrigado a encurtá-la pela dormência na mesa diretiva.
 
Símbolo da Academia Amazonense

Outro detalhe ficou por conta do cerimonial. A cada intervalo era anunciada a presença de um politico: no primeiro, foi chamado à mesa o deputado federal Francisco Praciano. No seguinte, a presidência proclamou a presença do deputado estadual José Ricardo Wendling e, por fim, o expressivo vereador Waldemir José, todos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Ocuparam lugares no evento 15 acadêmicos: na presidência, Arlindo Porto e Armando de Menezes, ainda Rosa Mendonça, representante da Reitora da Ufam; nas poltronas azuis, Elson Farias e José Braga (ex-presidentes), Marcus Barros, Carmen Novoa, Marilene Corrêa, Moacir Andrade, Zemaria Pinto, Marcio Souza, Aldisio Filgueira, Abrahim Baze, Francisco Vasconcelos e Geraldo dos Anjos.

O discurso do novel integrante da Casa de Adriano Jorge,  ambos oriundos de Maceió (AL), correspondeu à sua cultura, constitui uma página significativa de sua formação acadêmica. Contou que, apesar de pais amazonenses, nasceu nas Alagoas devido a obrigação profissional do pai. Chegou a Manaus aos 19 anos, portanto, em 1962, às vésperas do Golpe Militar. 

Logo se fez amigo dos poetas Elson Farias e Luiz Bacellar, que o encaminharam no Movimento Madrugada, onde compartilhou a atuação dos artistas plásticos Álvaro Páscoa, Moacir Andrade e Getúlio Alho. Outra animação cultural de então foi a do Grupo de Estudos Cinematográficos (GEC), quando encontrou ao Márcio Souza e o padre Luiz Ruas.

Adiante, cumprindo a formalidade de posse, Renan formalizou sutil interpretação de seus antecessores, começando pelo patrono da Cadeira – Bernardo Ramos. Este, para o empossado, possui marcas definidas: (1) a coleção de moedas que Beré (tratamento familiar do patrono) alicerçou e atualmente embasa o Museu de Numismática estadual; (2) de agente da modernidade na Manaus do início do século XX, como viajante e vendedor de modas. 

O primeiro ocupante da Cadeira 32 foi o cônego Walter Nogueira, nascido em Coari (AM), porém com formação intelectual e religiosa a partir de Manaus e encerrada com doutorado em Roma (ITA). Exerceu o paroquiado da Catedral local e diversas funções públicas no Estado, todavia, restou assinalado pela instalação da Faculdade de Ciências Econômicas, em 1957, hoje incorporada a Ufam.

Na sequência, esta Cadeira coube ao economista Ruy Lins, por sinal, oriundo da Escola de Economia do predecessor. Lins, na condição de superintendente da Suframa, representou a mudança regional, preocupado com a formação de quadros.

Para encerrar sua oração, Freitas Pinto rendeu sua homenagem a dois saudosos acadêmicos, aos quais denominou de “iluminados na passagem entre nós” : Narciso Lobo e Luiz Bacellar.

Marcus Barros cuidou da recepção. Na condição de antigos companheiros, Barros soube resumir a passagem igualmente iluminada que o acadêmico Freitas Pinto realiza em nosso meio.

terça-feira, outubro 04, 2011

ACADEMIA AMAZONENSE DE LETRAS: ELEIÇÕES

Cumprindo a perspectiva dos resultados, a Cadeira 3, do poeta Gonçalves Dias, terá como ocupante o diplomata Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto, nascido em Manaus, em 1945. Sua carreira política é bem conhecida dos amazonenses, pois dirigiu a prefeitura de Manaus e representou o povo na Câmara Federal. E dos brasileiros, pela sua intrépida conduta à frente da oposição nacional, enquanto senador pelo Amazonas (2002-2010).

O novo acadêmico integra algumas famílias que já emplacaram mais de um membro na Casa de Adriano Jorge. Como a família Bittencourt (Agnello, Ulisses e Uchoa); Araújo (Araújo Filho e André Araújo); Arthur Virgílio (avô e neto); Lima (Araújo e Cláudio); Menezes (Aderson e Armando); Braga (Roberio e José); Péres (Leopoldo e Jefferson); Ypiranga Monteiro (avô e neto); Mourão (Octavio e Mazé).

Sócios do IGHA em confraternização
Na cadeira 17, o Silogeu espantou a zebra e elegeu ao Geraldo Xavier dos Anjos, ampliando desse modo o índice dos membros da Casa de Bernardo Ramos com assento nas poltronas azuis. São eles: Roberio Braga, Max Carphentier, Arlindo Porto, Francisco Gomes, Armando de Menezes, Antonio Loureiro, Bernardo Cabral, Almir Diniz, Abrahim Baze, Almino Afonso, Claudio Chaves, Rosa Brito, Marilene Corrêa.

Finalmente, a cadeira 32, do patrono Bernardo Ramos, pertence ao doutor Renan Freitas Pinto. Nascido em Pernambuco, reabre a representação deste estado na AAL, que foi marcante na fundação desta assembleia de literatos. O eleito edificou sua carreira na universidade, sendo doutor em sociologia, constituindo a figura notória e respeitada na categoria.
Renan F. Pinto

Diante do resultado da eleição, quando mais dois amazonenses vêm consolidar a presença cabocla na AAL, apenas seis acadêmicos são ali “estrangeiros”: Jorge Alauzo Tufic (AC), William Antônio Rodrigues (MG), Mário Augusto de Moraes (PA) Dom Luiz Soares Vieira (SP), Zemaria Pinto Figueiredo (PA), e Renan Freitas Pinto (PE).

segunda-feira, outubro 03, 2011

ACADEMIA AMAZONENSE DE LETRAS: ELEIÇÕES

Hoje, 3 de outubro, haverá eleições gerais no silogeu amazonense. Essa data, no século passado e por décadas, foi consagrada às eleições gerais no país (em nossos dias, o tribunal escolhe os domingos para tal compromisso).

A intenção da diretoria da Academia seria completar suas 40 Cadeiras, escolhendo os sucessores de Anísio Mello, Ruy Lins e Demosthenes Carminé. Seria, porque no domingo passado, 25 de setembro, morreu no Rio de Janeiro o poeta Alencar e Silva. Assim... haverá nova eleição este ano?

Pesquisas indicam que será mínima a contenda. Apenas a sucessão da cadeira 17 indica uma disputa entre três candidatos: Rita Bernardino (da reserva do Exército, bacharel em Direito pela Ufam, autor de livros sobre o ecoturismo (com tradução em vários idiomas) e dono do Ariaú Tours. Geraldo dos Anjos é outro concorrente: formado em biblioteconomia pela Ufam, autor de livros sobre a matéria, e presidente do IGHA. O terceiro candidato, e possível zebra, são os votos em branco.

Arthur Virgilio Neto
Na cadeira 3, de Gonçalves Dias, sucedendo ao multiartista Anísio Melo, será sagrado o ex-senador Arthur Virgilio Neto, conhecidíssimo político amazonense que, derrotado para o senado nas últimas eleições, exerce ora cargo diplomático em Portugal. Seus pronunciamentos senatoriais angariaram-lhe o beneplático da Casa de Adriano Jorge. Outra razão singular é sua ascendência. Seu avô, desembargador Arthur Virgílio (1884-1943), ocupou a Cadeira 17, de Tobias Barreto.

Na Cadeira 32, de Bernardo Ramos, assume Renan Freitas Pinto, professor doutor da Universidade Federal do Amazonas, sequenciando ao economista Ruy Lins. Sociólogo e cientista social, Renan é autor de respeitadas obras. Exerceu, na última gestão da Ufam, a direção da Edua (Editora da Universidade do Amazonas).

Vida longa aos novos “imortais”.

domingo, agosto 08, 2010

Cinema e Crítica Literária de L. Ruas


Mereceu destaque hoje na revista PLUS, encartada no jornal Diário do Amazonas, os escritos de L. Ruas, que organizei sob o título acima. O livro reune a produção do padre Luiz Ruas, que assinava L. Ruas, sobre alguns filmes que ele assistiu nos cinemas de Manaus, na década de 1960. Há também alguns ensaios sobre a matéria, como O Cinema e a Igreja, que foi publicado na revista Cinéfilo, editada pelo professor José Gaspar. 
A segunda parte do livro contém a apreciação de L. Ruas sobre algumas publicações nacionais e, em maior número, as locais. Sem esquecer edições francesas, sua paixão literária.

O livro, ao custo de R$ 20,00, pode ser encontrado nas livrarias Valer, Lua (Ufam), Banca do Joaquim, no Largo de São Sebastião.

O trabalho jornalístico pertence ao Sávio Scoto, que reproduz a opinião de Renan Freitas Pinto e Marcio Souza, contemporâneos do saudoso L. Ruas.

domingo, março 14, 2010

MEMORIAL AMAZONENSE

MARÇO, 15

1910 – É ministrada a aula inaugural da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, da então Universidade Livre de Manáos. A sessão ocorreu no prédio do GE Saldanha Marinho, ainda hoje localizado na rua de mesmo nome, esquina da Costa Azevedo.

1951 – Lançamento da revista Manaus Magazine, sob a direção da saudosa jornalista Denise Cabral dos Anjos. A publicação perdurou por mais de cinquenta anos, sempre escrita e dirigida pela fundadora.


1955 – Inauguração do Instituto Christus, instalado na av. Joaquim Nabuco. A edificação recebeu a benção de Dom Alberto Ramos, então arcebispo do Amazonas, grande protetor do colégio. Ainda, sob a denominação de Centro Integrado Educacional Christus (Ciec), se mantém sob a administração da família de Orígenes e Berenice Martins, casal fundador. Foto retirada de A Crítica. Manaus, 6 Set.1957.

1971 – É empossado no governo do Estado, João Walter, coronel do Exército. O vice-governador era Deoclides de Carvalho Leal. A posse governamental foi mantida nessa data por algumas décadas. Em 1975, assume a chefia do Poder Executivo Henoch Reis. Graduado pela Faculdade de Direito do Amazonas, ao ser escolhido pelo Governo Militar, era ministro do Tribunal Superior do Trabalho. Na vice, estava João Bosco Ramos de Lima. Em 1979, assume o quinto governador do período militar, José Lindoso, com o vice, Paulo Pinto Nery.
Ainda em 1983, retorna à chefia do Executivo, Gilberto Mestrinho, o primeiro governador da “redemocratização”, acompanhado do vice Manoel Ribeiro. O substituto no governo, Amazonino Mendes, segue o protocolo. Novamente, em 1991, assume o governo do Estado, Gilberto Mestrinho, sendo vice-governador, Francisco Garcia. Hoje, a posse dos governantes em todos os niveis acontece no primeiro dia do ano.





1980 – Surge o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida (Gresmia), sob a presidência de César Bandeira. No carnaval seguinte, desfila na avenida Djalma Batista com o tema – Pai da Aviação: Santos Dumont, organizado pelo carnavalesco Amadeu Pinto.

1982 – Assume a chefia da Prefeitura de Manaus, o industrial João de Mendonça Furtado, nomeado pelo governador José Lindoso. Furtado seguiu na administração da Capital até 17 Mar. 1983.

1985 – Inauguração do Museu do Homem do Norte, situado na Av. Sete de Setembro, e subordinado ao Instituto de Estudos sobre a Amazônia (Iesam) da Fundação Joaquim Nabuco, de Recife. Esteve presente à solenidade, Fernando de Mello Freyre, presidente da organização. O imóvel foi cedido pela Prefeitura de Manaus, lembrando que nesse local esteve aquartelado o Corpo de Bombeiros, antes de se alojar em Petrópolis. Hoje, o museu foi transferido para a rua Quintino Bocaiúva, e o prédio está lamentavelmente abandonado!



2005 – Fundação da Câmara Amazonense do Livro e da Leitura (Call), entidade que abriga os dirigentes de livrarias e de editoras de Manaus, e busca divulgar a produção literária amazonense. Renan Freitas Pinto, diretor da Edua, foi eleito o primeiro presidente. Em nossos dias, quem a dirige é Tenório Telles, da Editora Valer.