CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

1 de junho de 2012

Manaus moderno

O expediente de O Jornal, que publicou
a matéria
A casa continua no mesmo local, praça Heliodoro Balbi, entre as ruas Guilherme Moreira e Marcilio Dias, inclusive portando o mesmo número. Nº 36. Apenas descaracterizada, pois deixou de ser residencial para servir de ponto de venda, mas as marcas fundamentais estão sem retoques.

Corria o ano de 1941. Sua construção, segundo o periódico de então, marcou uma evolução em nossa cidade, que deixou de lado “os longos corredores e platibandas”. Essa residência pertencia ao Sr. Manuel Augusto Pinto, que contratou ao engenheiro Adair Marques da Silva, “que bem soube condicionar as exigências do traçado aos imperativos de ordem climatérica”.

A construção seguiu a orientação do técnico Olímpio Ferreira, que a realizou em tempo recorde – três meses e meio, pouco mais de cem dias.
A casa na edição de 1941 (acima) e hoje, mesmo


Para encerrar, o endereço original era praça João Pessoa. Explico: atual praça de Heliodoro Balbi, que o popular prefere da Polícia, já possuiu várias denominações. Uma delas aconteceu a partir de 1930, na época da revolução de Vargas, quando João Pessoa, governador paraibano, foi assassinado em Recife (PE) e virou “herói”.