CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

17 de junho de 2012

Sessenta e seis anos


Roberto Mendonça
Bem sei que o domingo era propício para uma baita comemoração, mas resolvi esconder meu aniversário, oferecendo um “bolo” na comunidade. Tomei a família e zarpei para o Rio Preto da Eva, cujo fluxo de água é local adequado para esfriar a cabeça, o corpo e a alma. Para meu azar ou sorte, o recanto em que ancoramos fazia funcionar um potente som. Resultado: em nada adiantou a última tecnologia que portava, ou seja, o celular recolheu as marcas dos amigos e familiares.

Após o retorno e o futebol do domingo azul, zanzei pela internet e no feicibuque (é assim que se escreve, meu caro Zemaria Pinto?) recolhi outras mensagens. Assim, pois, tinha que agradecer.

Desejoso de me penitenciar dessa malvadeza, prometo antes do final do mês das (extintas) fogueiras, soprar as dezenas de velhinhas, acompanhado do aluá amigo e de outras iguarias.

Enfim, aproveito esse registro para agradecer com profundo respeito as manifestações expostas, que estou convicto que  partiram da sinceridade e do ânimo benfazejo de amigos e parentes.