CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

24 de junho de 2012

Deu na Veja e no Jornal do Commercio


Rebeca Garcia
na Veja
O Holofote do semanário Veja, desta semana, publicou a nota sobre a politica amazonense, ou melhor, sobra a candidatura da deputada federal Rebeca Garcia a prefeitura de Manaus. A deputada pertence ao partido de Maluf, aquele que recebeu "um beijo" de Lula, em troca de 1 minuto e 30 segundos na TV.
Portanto, Maluf pode desembarcar em Manaus, muito breve.




Enquanto isso, o Jornal do Commercio, deste domingo, em sua coluna Frente & Perfil trata da pena de morte do brasileiro Marco Archer com subterfúgios. As inverdades sobre o penalizado começa com a manchete: O triste final de um amazonense de boa família.  

Marco não é amazonense, é carioca. A família Archer Pinto chegou a Manaus na década de 1930, certamente convidado pelo interventor Álvaro Maia para explorar o espólio de um jornal.  Este assunto já demonstrei neste blog.
Os Archer Pinto tiveram sucesso em Manaus, pois, em terra de cego, montaram O Jornal e o Diário da Tarde, cuja empresa era dirigida a partir do Rio de Janeiro. Um dos sucessores casou com dona Maria de Lourdes, a qual dirigiu a empresa após a morte do marido. Não teve competência, razão pela qual a empresa desapareceu.

Jornal do Commercio, Manaus, desse domingo
A outra questão, o triste final do Archer está ligado a boa família. Se fosse de pessima família, não seria triste? Quanta insensatez, pois, entendo que pertencer a uma boa família, implica em criação e educação adequada dos filhos. Não foi isso que Archer demonstrou, vivia como surfista e decidiu traficar droga, quando foi preso e condenado à morte. Nenhuma surpresa para ele, que conhecia os princípios legais da Indonésia.
E mais, homem decidido, sabedor de sua morte em breve estabeleceu que seu último anseio fosse uma garrafa de uísque. Gostaria de ajuda-lo. Para isso vou remeter-lhe uma Natu Nobilis, é tudo quanto posso. Ah, sim, vou rezar por ele, para que a terra lhe seja leve.