CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

14 de janeiro de 2012

Academia de Letras: novo presidente


Símbolo acadêmico
Ocorreu na manhã deste sábado, a posse do acadêmico Arlindo Augusto dos Santos Porto na presidência da Academia Amazonense de Letras, sucedendo ao confrade José dos Santos Pereira Braga. O cerimonial anunciou a presença de 16 associados; detalhe: nenhum representante da oposição na última disputa.
Convém registrar que a eleição passada, em dezembro, marcou a história desta instituição. Trata-se da primeira disputa voto a voto pela presidência, vencida pelo Arlindo Porto, situação, contra Elson Farias, pela oposição.

Na solenidade, houve inicialmente a apresentação de projeto da Secretaria da Cultura, que vem atender aquele sodalício na divulgação do acervo biobliográfico.
Mesa diretiva da sessão de posse de Arlindo Porto
 
Antes da transmissão do cargo, o ex-presidente José Braga leu, para conhecimento de seus pares e da comunidade em geral, festivo relatório. Nele, listou suas realizações. Deu números a vários eventos, aos frequentadores da Casa; aos eleitos e empossados; aos livros editados; palestras e visitas de estudantes de todos os níveis.

Lembrou com efusiva satisfação a vitória da Escola de Samba que, comemorando os 90 anos da Academia, permitiu que membros da Casa de Adriano Jorge desfilasse na passarela do samba em Manaus. Esse fato, para José Braga, representa o encontro dos sisudos acadêmicos com a cultura popular, portanto, o encontro com o povo.

A seguir, o Conselho Fiscal, na palavra de Armando de Menezes, deu notícia da aprovação das contas da diretoria, dos períodos de 2008-09 e 2010-11.

Empossado o novo presidente, Arlindo Porto se dirigiu aos presentes com um discurso brando e sereno, de harmonia e chamamento. Afinal, é sabido que a Academia de Letras atravessa certo divisionismo, daí sua palavra de convocação a todos os membros em benefício da centenária Casa.
Capa do livro

O derradeiro evento: lançamento do livro Imponderável silêncio, do acadêmico Armando de Menezes, criador e mantenedor do Chá do Armando, que discorreu sobre oito saudosos integramtes do silogeu.

Passava do meio-dia  quando o novo presidente encerrou os trabalhos, convidando a todos para uma “merenda”, na sala das Memórias. De fato, foi uma merenda, pois servida somente com sucos e refrigerantes.

Sucesso ao novo presidente Arlindo Porto e seu vice, Almir Diniz.