CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

25 de março de 2010

Memorial Amazonense

Março, 25

1840 – Encerrada a Cabanagem na cidade de Luzéia, hoje Maués. Aconteceu após o anistiamento dos cabanos pelo governo Imperial, nesse ato representado pelo major José Coelho de Miranda Leão. Findava o tenebroso período revolucionário, muito distante do local de partida, a capital paraense.

1881– Lançamento da pedra fundamental do Liceu Provincial, hoje Colégio Estadual, pelo presidente da Província, Sátiro de Oliveira Dias. A pedra foi benta pelo padre João Rodrigues de Assunção, pároco de Nossa Senhora dos Remédios.

1903 – Estreia no Teatro Amazonas a Companhia Dramática do Teatro Príncipe Real de Lisboa, com a Tosca, de Victorien Serdou.
1917 – Instalação do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (Igha), tendo por primeiro presidente Bernardo de Azevedo da Silva Ramos. Alguns acontecimentos relativos ao sodalício ocorreram nessa data. 1926 – São empossados, ainda sob a presidência de Bernardo Ramos, o desembargador Manoel Anisio Jobim que, posteriormente, foi agraciado com o título de Benemérito. E o estudante Arthur César Ferreira Reis, aos 20 anos de idade, certamente, o mais novo sócio na história da agremiação. 1931 – É empossado na presidência do Igha, Agnello Bittencourt, e, como 1.º secretário, Arthur Cézar Ferreira Reis. 1976 – Ocorre a posse do sócio Jayme Pereira. 1981 – Ocupa a Cadeira nº 49, cujo patrono é Vivaldo Lima, o sócio Armando Andrade de Menezes. 1994 – A entidade outorga o título de sócio benemérito a Amazonino Mendes, Governador do Estado. Na mesma sessão, empossa o sócio efetivo Luiz de Miranda Corrêa.

1921 – Nasce em Manaus, Paraguassu Pinheiro. Foi jornalista, diretor do Diário Oficial, e sócio efetivo do Igha. Morto em 2009.

1948 – Morre em Barcelona (ESP), Dom Frederico Benicio de Souza Costa, 2º bispo do Amazonas.

1983 – Amazonino Mendes assume a Prefeitura de Manaus, nomeado pelo Governador Gilberto Mestrinho. Em seguida, foi eleito. Sua gestão estendeu-se até 1º Jan. 1986.

2009 – Inaugurada a restauração do Palacete Provincial e das praças do entorno – Heliodoro Balbi, Roosevelt e Gonçalves Dias. Neste prédio, esteve aquartelada, por mais de um século, a Polícia Militar do Estado.