CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

14 de agosto de 2010

Deu no Jornal do Commercio IV

São três memoráveis cidadãos, competentes no fazer, cada qual no seu pedaço. Encontrei-os num dia aziago - 13 de agosto de 1971, desconhecendo se era sexta-feira, tal como ocorreu ontem, quando brindamos aos oitentanos do poeta Jorge Tufic.
Localizei a trindade nas páginas amareladas do Jornal do Commercio, em uma das tantas pesquisas que realizo, também não sei bem pra quê.

Em ordem alfabetica: Aldísio Filgueiras, jornalista e poeta e imortal. Se não for nessa linha, me perdõe, pois sei que o "poetinha" saca muito mais, parceria de teatro e outros Dessana, dessana.
A foto de jornal é uma droga, mas, um detalhe sobressai. O registro de uma fã diante da exuberante figura, realizado a Bic no salão de leitura da biblioteca: Aldísio, meu amor.

Aldísio Filgueiras

Outro é Joaquim Marinho, do cinema, da filatelia, do rádio. Tem mais outras atividades, mas hoje a idade e o peso vêm lhe tomando o tempo e restringindo até "aquela" busca incessante.
Que bonito, Marinho de óculos, com vasta cabeleira e pouca calva, e um ar de que "tudo está no seu lugar".

Joaquim Marinho

O terceiro é o Serafim Corrêa (foto), da política e da política. Quando da foto, dedicava-se à Receita e a escola. Apesar da pose de pensador, há um instrumento em sua frente destoando: uma faca. Há como ver, ou estou enganado?  O detalhe estimulou a publicidade.