CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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sábado, maio 28, 2022

JESUS MENINO

 A postagem pertence ao Renato Mendonça, meu irmão, que a escreveu no dia consagrado a Nossa Senhora Auxiliadora. Nesta data, abraço com veneração pelo natalício o amigo fraterno Paulo Vital e a filha Sofia Mendonça.

 24 MAIO 2022

Passei pelo menino e me dirigi à entrada da Padaria, tinha o propósito apenas de me abastecer do pão nosso de cada dia. Eu sou um habitué daquele estabelecimento comercial, mas nunca o tinha visto antes. Dois passos adiante, não consegui seguir em frente. O olhar do menino me chamou. Voltei lentamente e, numa rápida reflexão, vi que aquele menino se parecia comigo. Tinha entre oito e dez anos, moreno, cabelos negros, olhar vivo e uma compleição física franzina. Estava agachado segurando pela boca um saco preto, desses que se usa para o lixo, com algumas coisas dentro.

Grupo de meninos observados no Careiro

Não me pediu nada, apesar de eu lhe ter dedicado atenção. Olhei nos seus olhos e perguntei docemente: “o que está fazendo aí, garoto?” Não era uma pergunta desproposital, afinal ele não me parecia um pedinte, ou pelo menos não deixava transparecer pelo olhar cristalino que emitia. No entanto, era um olhar inquisidor, que me cobrava atitude humana enquanto eu abordava a minha consciência. “Estou catando latinhas e garrafas pet...”, me respondeu calmamente. “Entendi... o pessoal, quando saí, te entrega?”, falei uma obviedade, me aproximando mais um pouco do menino. “Sim...”, foi a resposta lacônica que me deu, sem demonstrar ansiedade, nem mesmo me perguntou se eu ia consumir alguma coisa que lhe fosse resultar num produto reciclável. Fiquei ainda uns dois ou três segundos olhando o garoto. Ele me transmitiu uma certa paz! Não que eu estivesse com falta dela, mas era uma paz diferente, avassaladora, que me envolvia como se um manto estivesse me cobrindo e me protegendo do frio da insensatez. Fiquei imaginando os discípulos recebendo o Espírito Santo, será que teve esse poder de seduzir e inebriar com a força da fé e da solidariedade? E no caso deles, ainda ficaram dotados de sabedoria plena conforme lhes foi ensinada por Jesus.

Entrei no estabelecimento consumindo esses pensamentos. Planejando uma maneira de ajudá-lo sem o constranger. Eu não ia comprar nada que pudesse lhe render uma embalagem usada. Também diagnostiquei que qualquer reciclável que lhe desse seria muito pouco, algo muito menor que uma esmola. Isso, sim, seria um despropósito com o ser humano. Essas migalhas não dignificam ninguém, pelo contrário, subestimam. A sociedade humana precisa ser mais justa. Mas, para mudar os conceitos e os costumes há um enorme caminho a ser seguido, desde a mais tenra idade. Há uma necessidade urgente de se diminuir o fosso social que separa os ricos dos pobres, ou da classe média dos miseráveis. Intui que aquele menino, que me cativou com seu olhar emblemático, está na idade ideal para o aprendizado. Pode aprender com essas adversidades, com as dificuldades da vida para ser tornar um cidadão. É difícil, mas não impossível.

Resignado, ele não parecia sofrer com a situação econômica que vivia; parecia que estava apenas carregando sua pequena cruz... Não conjecturei mais nada, estava na hora de pagar pelo pão. Antes, porém, me penitenciei por não ter lhe comprado algo para comer. No mesmo momento, minha consciência me absolveu: “ele não parece estar faminto, está ali com outra finalidade...” Botei a mão na carteira e separei cinco reais. Minha consciência me sacudiu de novo: “não acha pouco?”. Realmente, se julguei que as latinhas era uma miséria, um acinte à dignidade humana, por que não lhe dar algo mais?

Saí dali com a alma engrandecida carregando o meu corpo mais leve. Fui em direção ao garoto, mas ele não estava mais lá. Apenas o saco preto estava depositado na calçada. Girei o olhar e não o achei por perto, saí, caminhei pela calçada para um lado e para o outro e não o vi. Fui até um lugar onde se vendia frango e refrigerante, e nada. O menino sumiu. No sentido de esperar ele retornar, fui até um caixa eletrônico e saquei vinte reais. Eu queria doar um valor maior que os cinco que havia pensado anteriormente, e a minha consciência me condenou.

Voltei ao menino e ele ainda não estava lá. Estranhei o fato porque o saco preto estava no mesmo lugar, na calçada, na mesma posição. Abaixei-me e abri o saco. Apenas umas poucas latinhas e duas ou três garrafas pets de água mineral de meio litro. De novo, discerni: por que ele não levou o saco para onde ele foi? Ou será que deixou ali no intuito de alguém, conhecendo sua missão, ir depositando as latas no saco? Não, isso não é comum, respondi a mim mesmo.

Raciocinei que ele voltaria, em algum momento voltaria. Coloquei uma nota de vinte reais dentro do saco e fechei-o com um laço. Na certa, quando ele encontrasse não ficaria constrangido, não estaria vendo o rosto do benfeitor. Saí como se estivesse carregando a pomba da paz no ombro. Enquanto caminhava de volta, minha consciência me garantia que era Jesus que estivera ali, transfigurado naquele menino, para ver a minha reação e testar a amplitude do meu comportamento humano. Não basta apenas doar aquilo que nos sobra, doar as migalhas que caem da nossa mesa — é preciso repartir o pão! Há sempre um sinal de Deus em cada episódio que vivemos nesta vida afora, e devemos aproveitar para ser essencialmente humanos.

Jesus ressuscita em nossa vida quando nos distraímos entre as leviandades da sociedade. Devemos deixar fluir de dentro de nós o verdadeiro amor ao próximo. Sempre que houver uma chance, usar a chave do seu coração para abri-lo de dentro para fora. Principalmente, quando nos deparamos com um olhar infantil puro, imaculado, que cobra de nossa consciência atitudes humanas.

segunda-feira, maio 24, 2021

SOFIA S. MENDONÇA


A personagem deste dia é a filha Sofia Santos, pelos onze anos de idade. Estudante do quinto ano do ensino fundamental no Instituto Adventista de Manaus, não poderá apreciar com os colegas o seu natalício pois as aulas foram suspensas para a vacinação dos professores.

Sofia e a sósia

Melhor assim, sobrará tempo para, em nosso domicílio, recordar as emoções que nos apertaram naquele dia pré-estabelecido pela medicina. Dia em que tudo correu dentro do previsto, e, como pode-se observar, vem acertando de modo satisfatório desde o nascimento. A “gazeta” às aulas vai nos proporcionar uma visita ao núcleo da gastança, ao shopping para celebrar.

Reconheço que são tantos amigos e parentes a agradecer pela acolhida e pelo carinho dispensado a pimpolha. E, a cada dia, alguma pessoa é incluída. Sem poder nominá-los, aproveito esta postagem para registrar nosso reconhecimento.

Que outros e mais outros maios venturosos sejam celebrados.

 

PS. Abraço igualmente ao velho camarada, coronel Paulo Vital, pelo seu natalício, que hoje ocorre, devidamente abençoado pela Virgem Maria Auxiliadora, madrinha desta data. Ad multos annos!

quinta-feira, maio 24, 2018

24 MAIO: ANIVERSARIANTES



Os aniversariantes de hoje são o amigo Vital de Menezes e a filha Sofia Mendonça. Aquele, coronel aposentado da PMAM, chegando aos setenta, e esta, de tão-somente risonhos oito anos.

Sofia Mendonça em oito instantes

 A filha Sofia completou oito anos, e como exigiu pela data. Afinal, merece ou é sempre motivo para festa. Principiou levando uma lembrança aos colegas do Colégio Santa Doroteia. Depois, foi em casa a exigência dos presentes. Acabamos por atendê-la na loja mais próxima de casa. Enfim, deu tudo certo. Por isso, o casal encontra-se feliz. Beijos, filhota, pela data.


Conheci o coronel Vital, quando ainda Paulo Roberto, no Seminário de Manaus, oriundo de Itacoatiara, junto com outros representantes da Velha Serpa. Fechado o estabelecimento de formação, seguimos caminhos diversos, passando pela Força Terrestre. Resultado: reencontramo-nos na Polícia Militar do Amazonas, ele dedicado ao serviço de Trânsito, sua especialidade. Mais adiante, foi comandar o 2º Batalhão na sua cidade natal, onde permaneceu bons anos.
Desse empenho resultou um movimento o indicando para dirigir a prefeitura local. O anseio, todavia, não surtiu efeito.
Retornando a Manaus foi, após reformado, dirigir a Secretaria de Segurança, onde marcou seu empenho. Nesses dias, cuida da família e dos amigos que conquistou. Parabéns, amigo!

sábado, novembro 21, 2015

NPOR – ENCONTRO ANUAL

Na continuidade da comemoração do primeiro centenário do 1º BIS(Amv), o comando desta Unidade promoveu nesta manhã o Encontro anual dos eternos alunos do NPOR/1º BIS.  Devo assinalar que este curso funcionou em Manaus por ocasião da II Guerra. Depois de 20 anos de interrupção, voltou a formar os oficiais da reserva, a partir de 1966.
Pavilhão de comando do 1º BIS, na formatura dos
eternos alunos do NPOR

Ao encontro, compareceram mais de duas centenas de eternos alunos.
A recepção ocorreu no Cirmam, onde as turmas foram se reencontrando, em especial as mais antigas.  Também neste local, houve a recepção pelo comandante do BIS, tenente-coronel Alexandre dos Passos.
Seguiu-se uma vídeo conferência com a transmissão da palavra do comandante do CMA (Comando Militar da Amazônia), general de Exército Theophilo Gaspar, falando desde o Estado de Roraima onde se encontra em missão.

A seguir, a comunidade passou às dependências daquele quartel, para apreciar a exposição de armas e outros recursos bélicos e visita as instalações do NPOR.

Veio, então, o momento mais exigido dos “cabeças brancas”, ao menos da metade.  Foi o momento da formatura no pátio externo, com tudo que manda o regulamento: entrega de medalhas, salientando-se a que premiou post mortem o aluno nº 1 da turma de 1944, Roderick Castelo Branco (lembrado professor dedicado do Colégio Estadual e eficiente filatelista). A comenda foi recebida pelo filho do homenageado -- Rodemark Castelo Branco.

Ainda tivemos (pertenço a turma de 1966), entrega de medalha do Centenário do BIS; a palavra entusiasmada do representante dos oficiais da reserva; a do general Poty, chefe do Estado-Maior do CMA; o canto da Canção da Infantaria e, ufa, às 11 horas da matina, em plena canícula, o desfile da tropa. Entre mortos e feridos, todos chegaram ao destino.  
No meio do dia, encerrando o Encontro, foi sérvio o almoço na Toca da Onça.

A ocasião serviu para múltiplos acertos, como a comemoração do cinquentenário da turma Ajuricaba, que vai festejar seu cinquentenário em março próximo. Serviu ainda para reafirmar que o Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva nos une em prol da Amazônia.

Selva!!!

Tenente-coronel Alexandre Passos recepcionando os convidados

Registro da solenidade.

sexta-feira, novembro 08, 2013

CANUDOS E A PM DO AMAZONAS


Saudoso quartel da PMAM, na
Praça da Polícia, em abril de 1973
A Polícia Militar do Amazonas conserva uma salutar tradição. A de relembrar a data do retorno da tropa que combateu em Canudos (BA). O evento aconteceu em 8 de novembro de 1897, um pouco depois do encerramento da Campanha de Canudos. São, portanto, 124 anos que este fato militar empolga os sucessores do tenente-coronel Cândido José Mariano.
Foi este o oficial que comandou a tropa amazonense pelos ínvios sertões baianos, que devolveu ao Tesouro estadual a verba restante recebida para a manutenção da tropa. Por isso, na solenidade antecipada para a noite de ontem, no quartel do Comando-Geral desta corporação, foi devidamente homenageado.

A solenidade foi presidida pelo secretário de Estado da Segurança, coronel PM Paulo Roberto Vital Menezes, e, na ocasião, foi lida a mensagem do comandante-geral da Força Policial, abaixo reproduzida.

Ordem do Dia do Comandante-Geral da corporação,
em homenagem ao retorno da tropa de Canudos.

Prezados senhores,

Foi no sertão nordestino onde a polícia militar do Amazonas travou uma batalha vitoriosa e triunfante, enfrentando rebeldes que tinham como líder Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido por "Antônio Conselheiro".
E, por esta razão, aqueles valentes e valorosos policiais militares que lutaram bravamente são lembrados e homenageados todos os anos, por todos os atuais integrantes da Polícia Militar do Amazonas. Por terem retornado de uma missão que ficou conhecida como a Guerra de Canudos.

Ocorreu no final do século XIX, entre os anos de 1896 e 1897; a localidade foi no interior da Bahia, em um local conhecido como arraial de Canudos; durou em torno de nove meses, mobilizando 12.000 soldados, oriundos de 17 estados brasileiros. Distribuídos em quatro expedições militares, que tinham a nobre missão de lutar e proteger a nação brasileira.
Conta Euclides da Cunha, no livro "Os sertões", que o fato iniciou-se por motivo do governador da época ter autorizado a cobrança de impostos aos habitantes dos municípios do interior da Bahia, com isso, a população se revoltou e deu-se início ao movimento que tinha como líder "Antônio Conselheiro".

A história registra que "Antônio Conselheiro", juntamente com seus seguidores, deslocou-se para o interior da Bahia e no município de Bom Jesus às margens do rio Vasa Barris, criaram a comunidade revolucionária de Canudos, e, como uma das ideias do líder era de emancipação, logo o movimento repercutiu em todo o estado da Bahia.
Após as três primeiras expedições federais terem sido derrotadas pelos seguidores de "Antônio Conselheiro", o governador do Amazonas, Fileto Pires Ferreira, atendendo à convocação do Governo Federal, determinou o envio de um contingente policial militar da Força Pública estadual, denominado de Batalhão Amazonas. Estava composto por 24 oficiais e 249 praças, sob o comando do tenente-coronel Cândido José Mariano, que partiu de Manaus em 4 de agosto daquele ano rumo à Belém e, posteriormente, aos estados do Maranhão e Pernambuco, alcançou seu destino em 24 do mesmo mês, quando foi integrado à  Brigada Policial que ali já se encontrava.

Durante os sangrentos combates entre os rebeldes e a tropa regular, muitas vidas foram ceifadas. Finalmente, em 5 de outubro, a campanha vitoriosa chegou ao fim, tendo o 1° Batalhão de infantaria da Força Estadual, retornado à capital amazonense, desembarcando aqui em 8 de novembro de 1897. Na ocasião, foi recebido e homenageado por numerosa plateia na tradicional Praça da Polícia, em uma emocionante manifestação popular ocorrida no estado do Amazonas.
Passado mais de um século, a campanha da Guerra de Canudos não representa apenas um acontecimento vitorioso da Polícia Militar do Amazonas, mas, sim, uma demonstração de coragem, disciplina e heroísmo de nossos antepassados, os quais em condições adversas do terreno lutaram em território hostil e desconhecido, contra forças movidas pelo fanatismo desvairado e amplamente conhecedor da situação terrena da localidade.

Nos dias de hoje, o espírito imortal dos pioneiros permanece nas ações desenvolvidas nos mais diversos rincões do Amazonas e da Pátria. Nos contingentes destacados continuamos a nobre missão de preservar a ordem pública, deixando viva em nossa memória a lembrança de que a grandeza desta instituição também foi concretizada com o sangue daqueles que, envergando sua farda, tombaram defendendo seus valores e seu pavilhão.
Esse exemplo não será esquecido. Permanecerá para sempre em todas as
ações desenvolvidas pela Polícia Militar do Amazonas. Fica aqui registrado o nosso reconhecimento e gratidão aos nossos heróis do passado e, na mesma intensidade, a todos os atuais Policiais, pela bravura e pela incansável luta na busca pela preservação da ordem pública e da paz social.


Que Deus nos guie por nossos caminhos, nos proteja grandemente, nos fortaleça em nossas dificuldades, nos conceda a vitória e, se perecermos, console aos nossos familiares e não permita que nossas lutas tenham sido em vão.
Coronel PM Almir David Barbosa
Comandante-Geral da Polícia Militar do Amazonas

quinta-feira, janeiro 31, 2013

CORONEL PEDRO CÂMARA



Coronel Câmara agradecendo
A associação dos coronéis da Polícia Militar do Amazonas antecipou para hoje seu almoço de confraternização, que ocorre mensalmente, para celebrar o aniversário do “chefe”.
Pedro Câmara completa hoje 74 anos, coronel da reserva há duas décadas, mantem-se bem informado no convívio com os velhos companheiros. Para tanto, não perde nenhuma dessas reuniões.
Nascido em Natal (RN), como bom nordestino migrou para a Amazônia, pois primeiro estagiou na capital acreana, antes de chegar a do Amazonas. Em tempo do serviço militar, serviu no legendário 27 BC, aonde alcançou a graduação de cabo. Logo conquistou uma vaga na Polícia Civil, ao mesmo tempo, outra na Polícia Militar. Tudo isso no distante ano de 1960.
Antes de aproveitar o serviço do Gaucho´s, houve a tradicional saudação, encaminhada pelo coronel Osório Fonseca, que presenteou o aniversariante com uma coleção de Fafá de Belém.
Falei em seguida, lembrando duas datas importantes na historia da PMAM, das quais o coronel Câmara participou como figura marcante, indelével. Há 40 anos, lembrei, quando a PMAM incorporou o serviço de combate a incêndios em Manaus. Até então esta obrigação cabia a Prefeitura de Manaus. O então major Câmara assumiu este comendo dos homens do fogo e, desde então, não esqueceu a faina e se emociona com os atuais comandados do coronel Dias.
A outra efeméride, para mim, mais importante, assinala os 50 anos, completados em dezembro passado, que a PM amazonense recebeu a primeira turma de oficiais formados em Escola de Formação de Oficiais. A turma (Pedro Câmara, Pedro Lustosa e Hélcio Motta) concluiu o CFO na PM da Guanabara, hoje Rio de Janeiro.
A citação de seu nome à frente decorre da prerrogativa de ter sido o primeiro entre os amazonenses. Entre militares, tal privilégio é respeitado, enfatizei aos colegas que o coronel Pedro Câmara é primeiro oficial assim formado na força militar estadual.

Tempo para a receita do Dr. Aristoteles

Cavalacanti, o administrador

Antes do almoço, por isso os pratos vazios

Sua trajetória pela corporação foi marcante, aonde conquistou amigos, tantos que hoje foi batido o recorde de presença. Vamos lá, foram 33 coronéis, incluído o chefe. Deusamar Nogueira / Odorico Alfaia / Osorio Fonseca / Romeu Medeiros / Amilcar Ferreira / Paulo Roberto Vital / Ruy Freire / Abelardo Pampolha / Mael Sá / Aristoteles Comte / Gutemberg Soares / Eber Bessa / Celio Silva / José Cavalcanti / Valente Pereira / Fernando Oliveira / Pereira da Encarnação / Edmilson Nascimento / Alfredo da Matta / Ewerton Amaral / Marinho Alcântara / Paulo Ramos / Gilson Nonato / Claumendes Cardoso / Frandemberg Maues / Cabral Jafra / Edson Nascimento / Nestor Arnaud / Ary Renato / Torres Araújo e Roberto Mendonça.
Devo registrar também o aniversário do coronel Franz Marinho de Alcântara, que por anos comandou o Corpo de Bombeiros, nessa nova etapa, ou seja, desvinculado da PMAM.
Ex-comandantes Amilcar e Medeiros

Momento de antigas (bem antigas) lembranças

Corone lPaulo Vital, secretário de Segurança, presente

quinta-feira, maio 24, 2012

Entre outros, aniversário da Sofia



Esse dia - 24 de maio - sempre me marcou. Desde quando passei pelo Seminário São José de Manaus (bote tempo nisso), onde aprendi a reverenciar a Senhora Auxiliadora. A data cercada de festa religiosa, claro, neste mês de maio todo dedicado à Mãe de Jesus.

Também foi no colégio dos padres que fiz amizade com o Paulo Vital, com o qual servi na força militar estadual e, em nossos dias, o coronel PM Vital ocupa a Secretaria de Segurança. Hoje é dia de seu aniversário. 
Registro aqui meu fraterno abraço, com desculpas por não ter comparecido ou ao menos telefonado. Imagino, todavia, a batelada de felicitações que deve ter recebido dado sua cordialidade. 

Outro aniversariante de hoje era o finado coronel da Polícia Militar Sidney Belota, que ficou conhecido na corporação pelo resultado de acidente rodoviário, que mutilou sua mão direita.

E, por falar tanto em militar, lembrei-me de que hoje é o Dia da Infantaria. A esta arma do Exército pertenci, ainda que temporariamente, pois conclui o NPOR no antigo 27º BC (Batalhão de Caçadores), antecessor do 1º BIS (Batalhão de Infantaria de Selva).

Algumas poses da aniversariante
A festa de hoje para mim, entretanto, coube à filha Sofia, completando o segundo ano de vida. Chegou a mim em momento de tranquilidade, que me permite nessa etapa da vida curtir de maneira bem sutil. Obrigado pelos cumprimentos e os votos de sucesso para a Sofia. 

terça-feira, maio 24, 2011

Sessentanos do coronel Vital

Paulo Vital, risonho capitão, nos idos
de 1987

Parabéns ao Paulo Vital Menezes, pelos sessenta anos do itacoatiarense. De Manaus, um pouco menos, ou seja, desde que nos encontramos pelos corredores, capela e bancos escolares do Seminário (onde por longo período funcionou o ICHL). Depois, trocamos a batina pela farda caqui da Polícia Militar e, agora aposentados, acreditamos ainda mais no axioma do Petit Prince: “você se torna responsável por aquilo que cativa”. Não esqueça de Nossa Senhora Auxiliadora, no seu dia.

Vai fundo, Paulinho, o presente será entregue na sexta, no almoço dos antigos coronéis.