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A Crítica, de hoje |
Ao menos em duas, isso já é de domínio
público. Ainda ontem troquei ideias com um contemporâneo da caserna da Praça da
Polícia a esse respeito, quando destacamos essa duplicidade em nossa
organização policial militar. Azar dos usuários, dos manauenses.
Hoje, a edição de um matutino destaca o
assunto, expondo a divergência latente na força armada estadual. De um lado, um
jovem coronel compenetrado, que busca administrar com habilidade os mais de dez
mil policiais da ativa. São tantas implicações, com este pessoal disperso pelas
unidades da capital e do interior. Afora os policiais postos à disposição, uma
constante dor de cabeça de todos os comandantes, em todos os tempos.
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Da mesma A Crítica, de hoje |
Não bastasse tudo isso, o comandante-geral
da Polícia Militar do Amazonas, coronel Almir David, decidiu proibir a iniciativa
de perseguir suspeitos ou criminosos. Porque algumas viaturas foram tombadas ou
se envolveram em acidentes fatais, demonstrando a pouca habilidade dos
condutores.
Como anunciado, a chamada principal do
jornal A Crítica vai nessa direção. No
caderno seguinte, aparece a segunda “Polícia”, conhecida por Ronda dos bairros, dirigida pelo coronel
Amadeu Soares. Pior que a declaração do coronel Amadeu é o esclarecimento de um
policial (veja o recorte).
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Depoimento de policial |
Sabe-se pela campanha promocional que a
“força” da Ronda provém de seu
dispositivo político, pois, imposta pelo próprio governador Omar Aziz, cabe a
Sua Excelência tranquilizar a população. E acredito que aos próprios policiais
militares diante deste duplo comando.
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