CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

12 de janeiro de 2013

PMAM DIVIDIDA



A Crítica, de hoje
Ao menos em duas, isso já é de domínio público. Ainda ontem troquei ideias com um contemporâneo da caserna da Praça da Polícia a esse respeito, quando destacamos essa duplicidade em nossa organização policial militar. Azar dos usuários, dos manauenses.

Hoje, a edição de um matutino destaca o assunto, expondo a divergência latente na força armada estadual. De um lado, um jovem coronel compenetrado, que busca administrar com habilidade os mais de dez mil policiais da ativa. São tantas implicações, com este pessoal disperso pelas unidades da capital e do interior. Afora os policiais postos à disposição, uma constante dor de cabeça de todos os comandantes, em todos os tempos.
Da mesma A Crítica, de hoje
Não bastasse tudo isso, o comandante-geral da Polícia Militar do Amazonas, coronel Almir David, decidiu proibir a iniciativa de perseguir suspeitos ou criminosos. Porque algumas viaturas foram tombadas ou se envolveram em acidentes fatais, demonstrando a pouca habilidade dos condutores.
Como anunciado, a chamada principal do jornal A Crítica vai nessa direção. No caderno seguinte, aparece a segunda “Polícia”, conhecida por Ronda dos bairros, dirigida pelo coronel Amadeu Soares. Pior que a declaração do coronel Amadeu é o esclarecimento de um policial (veja o recorte).
Depoimento de policial

Sabe-se pela campanha promocional que a “força” da Ronda provém de seu dispositivo político, pois, imposta pelo próprio governador Omar Aziz, cabe a Sua Excelência tranquilizar a população.  E acredito que aos próprios policiais militares diante deste duplo comando.