CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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domingo, agosto 14, 2022

DIA DOS PAIS: MENDONÇA / MENDOZA

 O texto pertence ao Renato |Mendonça, saudando os pais da família, compartilho a única foto (perdão pela qualidade) reunindo-os todos foi clicada em dezembro de 1978.

Miguel Jorge, Luiz Carlos, Dona Dora, Antonio, seu Manuel, o
patriarca, Renato e Roberto (em pé, da esq.) Ricardo e Zé Manoel
(agachados) e as crianças Carlinhos (centro) e Marcelo (de amarelo)

Dia dos Pais 2022 

Renato Mendonça

 

No Dia dos Pais deste ano, quero lembrar que merecem as homenagens não só os pais biológicos, também os adotivos — como o mais pragmático de todos, São José — e, além destes, os patronos no seio familiar.

Usando de uma acepção pouco usual, quero reconhecer esses patronos, normalmente os irmãos mais velhos em uma família, como aqueles que se colocam como protetores ou defensores. Acho que isso é uma das mais nobres funções de um pai.

No meu caso, além do pai que tive e me doou toda a sua sabedoria para educar-me, tive meus protetores. Por isso, sinto-me imensamente protegido, e quero fazer essa singela homenagem, oferecendo-lhes mais uma crônica da minha lavra.

É, também, uma manifestação de gratidão.


Muito obrigado, manos. 
 

sábado, junho 02, 2018

DONA DORA (1936-1992)

Doroteia Mendoza

Há algum tempo venho percebendo o emprego de “boadrastra”, em substituição ao termo madrasta.  Quem o emprega, certamente, deseja ressaltar a grata presença e o tratamento auferido da nova companheira paterna. Envolvido por este sentimento, lembro aqui a minha “boa”, ainda que nessa data, a de seu falecimento, ocorrido em 1992.  

Assim, simplesmente Dona, a tratávamos. Dona Dora chegou em casa ao casar-se com seu Manuel Mendoza, viúvo de dona Francisca (minha mãe). Era 20 anos mais nova que meu pai, razão pela qual entendia que ela faria o sepultamento do velho. Bem que cuidou com devotamento do marido e os filhos deste, daí meu ininterrupto entusiasmo por ela.

Porém, não teve sorte com a saúde, o câncer a matou apesar de nossos cuidados, deixando o velho novamente viúvo. Este somente faleceu há quatro anos, com 98 anos.

Desfrutei esse privilégio. 
De jeito que estou de acordo com a nova ortografia para indicar a “boa” (ou excelente) substituta de nossa mãe. Até a eternidade, Dona!

domingo, março 26, 2017

LIVRO DO CENTENÁRIO




Já circulando o livro Entre duas Viagens, que recorda o centenário de nascimento de José Manuel Mendoza (1916-2016). Trata-se de um trabalho dos filhos Renato e Roberto Mendonça.
Abaixo, documentos inseridos no livro






Manuel Mendoza e a neta Sofia Mendonça
Renato Mendonça, 




terça-feira, janeiro 17, 2017

MAIS QUE CENTENÁRIO DE NASCIMENTO

Manuel Mendonça e netos, em 1980
Meu pai, se vivo fosse, completaria hoje 101 anos. Ano passado, intentei celebrar da melhor maneira seu centenário. Por motivos estranhos, não deu. Uma das iniciativas programadas era publicar um livro narrando esta epopeia. Colaborei com vigor para a publicação, que restou acabada sob o título Entre duas viagens. Falta apenas a impressão, mas neste próximo mês estará na praça.

Aproveito o ensejo para reproduzir alguns de meus escritos sobre o saudoso homenageado, começando com o texto abaixo.   


CONVERSA INICIAL

Não me recordo a data integral, ainda assim, inauguro esta narrativa pela segunda viagem. Em 1995, tive a oportunidade de, viajando com meu pai, atravessar de Cometa (empresa de ônibus) a Via Dutra (ligação do Rio-São Paulo), partindo do Terminal Rodoviário do Tietê. Nessa ocasião, ouvi dele a descrição de sua primeira viagem, navegada entre sua cidade natal, Caballococha (na margem direita de uma “hermosa lagoa”, que desemboca no rio Amazonas, a cerca de 50 quilômetros do trapézio amazônico) no Peru, e a cidade de Manaus-AM (plantada à margem esquerda da foz do rio Negro).

Outros desdobramentos de sua vida também vieram à tona e serão aqui relembrados. Talvez tenha sido esta – lamentavelmente, a última conversa aberta e direta entre mim e ele, sem os ressentimentos que me angustiaram nos derradeiros anos da existência dele.

A segunda viagem findou na Rodoviária Novo Rio (RJ). Ali fomos alcançados pelo Renato Mendonça (meu irmão), que organizou comigo a publicação doe livro.
Vou atrasar o relógio, cujo movimento bem distingue esta retrospectiva. Meu pai assegurou-me que a “viagem” em direção a Manaus aconteceu quando ele possuía onze anos de idade. Nascido em 1916, a viagem sucedeu em 1927. Quanto ao seu natalício, cujo registro ele guardou religiosamente, e foi revelado entre suas relíquias somente após seu falecimento, soube-se então que aconteceu el lunes 17 de janeiro de 1916.

A empreitada rumo ao Brasil teve a iniciativa de sua mãe, Victoria Malafaya, mulher que requer respeitosa e compreensível apresentação. Todavia, quase nada se sabe sobre sua origem, somente que nasceu no Peru, em Caballococha, hoje capital da província de Ramon Castilla, pertencente ao Departamento de Loreto, na Amazonía peruana. Era filha de Geraldo Malafaya e de Olinda Barsallo Malafaya, trazendo como pude aferir sobrenomes fartamente espalhados pela região.

A data de seu nascimento se mantinha incógnita, nem o filho sabia, e pior, quando do falecimento dela, em Manaus, o Cartório (2º ofício) registrou-a como viúva de 56 anos(!), isto em 12 de dezembro de 1961. Recorrendo ao registro de nascimento dos filhos Manuel e Francisco, pude estabelecer proximamente o ano do nascimento dela.
Nascida em 1890 ou 91, era analfabeta e identificada por mestiza (designativo de grande número de indígenas da região), Victoria, além disso possuía a cútis morena e baixa estatura, e teve quatro filhos de três relacionamentos. Os dois primeiros filhos: Laura Torres (1910-2000), que viveu em Iquitos, casada com Manuel Miranda (excelente marceneiro) com quem teve seis filhos; Grimaldo Torres (datas desconhecidas), que foi morador de Pucallpa; o terceiro (que utilizou dois nomes) foi José Manuel Mendoza / Manuel Mendonça Malafaya (1916-2014) e, por fim, Francisco (Malafaya) Saens (1918-1997), pai de quatro filhos. Os dois últimos viveram no Brasil.
El cholo, también llamado mestizo, es la mezcla entre un mestizo y una mestiza, un mestizo y una indígena, un mestizo y una blanca o un blanco y una indígena. Esta mezcla fue muy frecuente en los estados o provincias de países latinoamericanos donde la población nativa terminó siendo más del tercio de la población.

Nascida e sofridamente criada em Caballococha, numa noite de fevereiro de 1927, depois de esquematizar a viagem, Victoria reuniu os filhos Manuel e Francisco e, depois de se apoderar de uma canoa, sumiu do porto em direção à tríplice fronteira, distante cerca de 50 quilômetros. O preceito inicial era viajar somente à noite, para despistar a escapada e evitar uma possível busca pelo “marido”. Como navegava rio abaixo, contava com a forte correnteza para avançar.

Para melhor entender o fluxo de loretanos em direção ao Amazonas, em especial, para Manaus, convém ressaltar que estes dois centros habitacionais bem aproveitaram a exploração da hevea brasiliensis. No entanto, Manaus obteve mais recursos, creio eu, pelo tamanho da área explorada e pela proximidade com os países importadores da borracha.

Os moradores de Iquitos (fundado em 1757), sofriam à época intensa atração de Manaus (estabelecido em 1669), atração ainda hoje sentida e mantida, tanto que são consideradas cidades-irmãs. Ambas estão locadas na floresta amazônica, exuberante vegetação que cobre grande parte de nove países sul-americanos, constituindo a Amazônia Continental.

Meu pai seguiu relatando: não podíamos nos expor, como pedir ajuda aos ribeirinhos, devido nossa situação de fugitivos. Daí nos contentarmos em aqui e ali “passar a mão” em algum tubérculo encontrado em plantação isolada, ou pescar, utilizando rudimentar instrumento de captura, com soe ser um anzol improvisado com um alfinete ou um prego.

A fartura de peixes amazônicos facilitava a pesca e a lenha, para a cozedura ou o “assamento”, segue abundante. Ainda assim, apenas o rio não permitia uma alimentação capaz à tropa em retirada. Certamente, por isso e por outras, meu pai recordava de ter passado fome e sono.

A mudança de hábitos, a ausência de cômodos e, fortemente, a tensão de quem enfrenta o incógnito em condições precárias, tudo isso pesava, em especial, sobre as crianças. Tantos anos depois, lembra-se meu pai da passagem por uma fazenda de gado e por uma plantação de feijão-de-metro (mais conhecido por feijão-de-corda, próprio para o baião-de-dois). Do que, e se, aproveitaram, não conseguiu recordar.


Apesar das dificuldades iniciais, avançaram tanto que, é crível, a comitiva esquecendo-se dos “delitos” cometidos remou com mais afinco em direção à fronteira, que se avizinhava. Cabe lembrar que, na região amazônica, na medição entre dois pontos fluviais leva-se em conta a variante da corrente de água. Ou seja, quando se navega de subida, contra a correnteza, gasta-se claramente mais tempo. Dessa medida, como os peruanos desciam o rio, a favor da corrente, eram beneficiados. Vantagem que veremos adiante, quando se descrever a maneira sutil empregada pelos viajantes para enfrentar o turbilhão produzido pelo rio Solimões, e ultrapassar a fronteira brasileira. (segue)

domingo, janeiro 17, 2016

MMM - CENTENÁRIO DE NASCIMENTO

Manuel, Francisca e os
dois primeiros filhos
A minha família organizava-se para celebrar o centenário de seu patriarca, quando um fato natural alterou os preparativos do festejo. A morte de Manuel Mendonça ou Mendoza, em maio de 2014, foi a causa dessa variante. Passada a surpresa e reclusas as lágrimas, decidimos (eu e meu irmão Renato) elaborar um livro para contar a saga do nosso peruano. A previsão era entregar o trabalho nesses dias, quando do centenário, porém, “o tempo e o vento” não permitiram. Intitulado de Entre duas viagens, o livro sairá em junho, composto de fotografias sobre uma extensa linha do tempo, em prosseguimento a celebração da centúria.

A elaboração deste publicação exigiu esquadrinhar os registros pessoais em Manaus, no Rio de Janeiro e em Santos (SP), e mais, com os mesmos objetivos, a circular por Iquitos e Lima, no Peru, a fim de rematar certas lacunas junto aos parentes.

Mendoza, também conhecido como Manuel peruano, nasceu em Caballococha, uma povoação ainda em assentamento, situada nas vizinhanças da fronteira Brasil-Peru, em “hermosa orilla”, à margem esquerda do rio Amazonas, em 17 de janeiro. Há exatos cem anos!  Sua mãe, Victoria Malafaya, nascida na mesma localidade em 1890, era mestiza e descendente de ticunas, de cútis morena e baixa estatura era, comum na época, analfabeta. O vilarejo, todavia, cresceu alcançado pelo ciclo da borracha, mas Victoria, sucumbiu ao assedio dos caucheiros. Tanto, que certo dia de 1927, depois de impiedosa surra do companheiro, fugiu para o Brasil, trazendo dois filhos: Manuel, meu pai, e Francisco, que se finou no Rio de Janeiro.

Depois de custosa viagem pelo rio Solimões, desembarcam em Manaus. Sem outros recursos, foram ao trabalho: a mãe, como doméstica, e Manuel, na taberna de seu Abade, um comerciante na rua Dr. Almino. A evolução financeira da família possibilitou a mudança para a Pensão Vaticano (um prédio de três andares que existiu até o início da Zona Franca, na rua Dr. Moreira), pertencente à família Balbi, onde fizeram amizade com Dolabela, filho do legendário Heliodoro Balbi.

Em 1939, Manuel retornou ao Peru, visitando Iquitos, onde efetuou sua inscrição no serviço militar. Logo retornou a Manaus, quando obteve o primeiro emprego de carteira assinada. O de balconista (atendente junto ao balcão), depois gerente, na Fábrica Rosas, a padaria chique da cidade, inaugurada em novembro de 1940 e instalada na avenida Sete de Setembro, 129, defronte à Praça da Polícia. A edificação ainda se mantém de pé, onde funciona uma loja da TV Lar, tendo sido renovada nestes dias. Nesse emprego, Manuel permaneceu por quatro anos, quando se mandou com a noiva Francisca para Iquitos, onde casaram. 
O casal pretendia se fixar na capital de Loreto. Até organizou um comércio, pois meu pai aprendera comerciar, ao menos era um bom vendedor. Contudo, no início de 1946 com dona Francisca gestante (deste que escreve), a família zarpou para Manaus. Assim, posso garantir que sou “hecho en Peru”, todavia, nascido em Educandos, à rua Inácio Guimarães esquina do beco São José, onde como referência mais adiante surgiria o Cine Vitória. Vieram mais dois filhos: Henrique Antonio (1948) e Pedro Renato (1951), antes do falecimento de minha mãe, vitimada pela tuberculose. 
Nesse tempo, o vigário de Educandos colaborou para meu ingresso no Seminário São José, instalado à rua Emilio Moreira, onde conclui o curso de humanidades. Deste instituto religioso passei ao militar, servindo ao Exército e à Polícia Militar, onde me aposentei. Aposentado, interessei-me pela história do Amazonas, tendo como resultado elaborado os livros: Candido Mariano & Canudos (1997); As artes de Genesino Braga, prêmio literário da Academia Amazonense de Letras (2006); Administração do coronel Lisboa, prêmio literário Cidade de Manaus (2008); Bombeiros do Amazonas (2013). E, como organizador: Cinema e Crítica Literária de L. Ruas (2010) e L. Ruas: Poesia Reunida (2013). 
Morador de Educandos, meu pai frequentou assiduamente a paróquia do padre Antonio Plácido, sacerdote que o casou com “Dona” (a forma carinhosa como era tratada pelos enteados) Doroteia, em 1958. Esta nova união gerou cinco filhos: Zemanoel, Miguel Jorge, Luís Carlos, João Ricardo e Carlinhos).

No ano seguinte, a família mudou-se para o Morro da Liberdade e, mais adiante migrava para Santos (SP). O chefe da família, que trocara a profissão de comerciante pela de carpinteiro, trabalhou em vários locais, devendo registrar sua presença no complexo da Refinaria de Cubatão (SP). 
Novamente viúvo, com a morte de Dona acometida de câncer, seu Manuel passou os derradeiros anos de vida entre Manaus e São Paulo, visitando os filhos e netos. E vez ou outra, curtindo uma relação afetiva. Aos 98 anos, morto na capital paulista, seu corpo como se despedindo atravessou o Brasil para ser sepultado na cidade de seus amores: a capital do Amazonas. Sua sepultura encontra-se no cemitério de São Francisco, no Morro da Liberdade, junto com a segunda esposa. 
Mandei confeccionar dois selos personalizados objetivando marcar este domingo, 17 de janeiro, quando se celebra o centenário de Manuel. Dois selos porque o homenageado estranhamente possuiu dois nomes. Explico: a sua certidão de nascimento registra – José Manuel Mendoza, com o qual se casou com Doroteia Mendoza; todavia, quando ao desembarcar pela primeira vez em Manaus, por motivos controversos, aportuguesou o sobrenome, refez o nome, incluindo o sobrenome materno. 
Desse modo, con mucho orgullo, sou filho de Manuel Mendonça Malafaya (MMM). 

Victoria Malafaya e a filha Laura
Manuel e Doroteia Mendoza


Manuel e Francisca Mendonça

sexta-feira, dezembro 25, 2015

MENSAGEM DE NATAL


Kopenhagen, Natal 2003
Esta Mensagem tem uma pequena história: foi-me enviada pelo meu irmão Renato para saudar o Natal de 2006. Entretanto, por motivos de desacertos da informática, ou mais certo por falta de conhecimentos, estes votos chegaram ao destino neste ano. Por isso, faço dela tema desta postagem.
Aproveito para ilustrar com algumas fotos de passagens natalinas. Para aquele que passar por esta página, registro meus votos (atuais) de toda alegria e de bonanças que o saco do Noel carrega.

Betânia, Natal 2009



Igarapé de Manaus, Natal 2009
Morro da Liberdade, Natal 1986

Brasília, Natal 2008


Largo de São Sebastião, Natal 2008


Caro mano Roberto

Estou um tanto soturno e calado. Preguiçoso, poderia se dizer também. Na verdade, os compromissos me tomam o escasso tempo. Posso ser acusado de não colaborar com ele, no entanto ele também não tem cooptado comigo. E este final de ano tem sido uma verdadeira roda-viva. Não reclamo dos afazeres e atributos que temos que cumprir, reclamo das mazelas da vida que nos têm acometido. 
Primeiro, foi a perda prematura do Robertinho. Um garoto com tantas virtudes e coração tão bom não deveria nos deixar assim tão rápido. Nas poucas ocasiões que tivemos, pude perceber a magnitude da sua dedicação e respeito. Senti, como nunca, a verdadeira hospitalidade. E a notícia do seu falecimento me deixou abalado. Mesmo se quisesse te confortar não teria forças nem palavras pra dizer, apenas sentir como um tio abatido pelo infortúnio. 
Agora, de um mês e pouco pra cá, foi a Bela. Essa companheira de tantos anos — 31, para ser mais exato — teve um AVC. Isso a deixou com sequelas, e tem nos deixado apreensivo quanto a sua recuperação. Não temos envidado esforços, mas mesmo assim a recuperação é lenta e imprevisível. Tenho muita fé em Deus, e sei que esta provação pode ser superada, mas às vezes nos causa certo desânimo, mormente neste momento de festas natalinas. Aquela mulher ativa, cheia de vigor e de vivacidade, não existe mais. Agora está dependente de auxílio e apoio. Ainda bem que a recuperação física está caminhando bem, já anda bem e não depende mais de alguém para ajudá-la. 
Papai está em Barra Mansa desde sábado passado, e eu não tive tempo de visitá-lo. Estou apostando comigo mesmo que possa vê-lo antes do Natal. Seria o mínimo que teria que fazer. 
Aproveito o email para te desejar os melhores votos, todos os votos de saúde, muita saúde, e tanta saúde pra você e toda a família.
Um abraço a todos, e fiquem com Deus. Renato Mendonça

segunda-feira, novembro 02, 2015

DIA DOS FINADOS



Flores para meus finados mais próximos.


Manuel e Francisca
Mendonça (pais)
Victoria Malafaya (avó)
Dona Dora (segunda mãe)
Vicente e Adelaide (avós maternos)
Graça e Betão Mendonça
(esposa e filho)
Ronaldo Cesar (irmão)