Quem me reportou nas páginas do Jornal do Commercio foi o competente jornalista Evaldo Ferreira, a quem agradeço sensibilizado, até porque circulou no dia dos meus OitentAnos.
CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS
sexta-feira, junho 19, 2026
NA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL
segunda-feira, junho 16, 2025
CÂNDIDO MARIANO: PATRONO DA ROCAM
Volto a operar nos arquivos da corporação policial militar em busca de embasamentos para sua história. Assim, revirando meus arquivos, encontrei a peça que vai postada, de autoria do jornalista Evaldo Ferreira, que a elaborou para o jornal Amazonas em Tempo (23 maio 2010), sobre Cândido Mariano, contando com auxílio.
sexta-feira, abril 11, 2025
ANÍSIO MELLO: 15 ANOS DE FALECIMENTO (1927-2010)
Nesta data, faleceu em Manaus o artista plástico Anísio Taumaturgo Soriano de Mello (83 anos). Guardei dele uma galeria de apreciáveis lembranças, de suas obras, grande parte inacabada ou em fase de publicação. Agora que se completa o 15º ano da sua morte, articulei com o CLAM (Clube de Literário do Amazonas) um sarau para reavivar na cidade o nome deste multiartista, pois, além de artista plástico, elaborou prosa e versos, escultura, editoração de jornal, músico e instrumentista, e incentivou algumas associações de classe.
Abaixo, o convite para a festa na Casa da Pamonha e a página elaborada pelo jornalista Evaldo Ferreira circulada no Jornal do Commercio.%2007.43.40_aaddc297.jpg)
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Edição de hoje - 11 abril 2025
domingo, janeiro 29, 2023
PALACETE PROVINCIAL: SUA INAUGURAÇÃO
Em 2002, há duas décadas, a Praça da Polícia perdeu seu maior referencial, o quartel da Força Pública, que foi transferido para o bairro de Petrópolis. Sete anos depois, em 25 de março de 2009, o governo do Estado inaugurou naquelas dependências o Palacete Provincial, que segue oferecendo diversas atividades culturais..jpeg)
Quartel da Polícia Militar, em festa noturna
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Na ocasião desta solenidade, o matutino EM TEMPO circulou um caderno Especial, no qual ocupei uma página, entrevistado pelo jornalista Evaldo Ferreira sobre a mudança do comando da Polícia Militar do Amazonas.
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| Recorte do jornal EM TEMPO, 25 mar. 2009 |
Em
2002, depois de passar 107 anos no Palacete Provincial, o Comando-Geral da Polícia
Militar teve de ser transferido para outras instalações no bairro de Petrópolis.
O coronel reformado Roberto Mendonça, que foi subchefe da Casa Militar de 1983
a 1984 e subcomandante da corporação de 1993 a 1994, lembra que a mudança
dividiu opiniões.
"A
situação em que estava o prédio, bastante deteriorado, inclusive o seu entorno,
e pequeno demais para a corporação, levou a PM a procurar outro local e liberar
o Quartel da Praça da Policia para outra destinação. Entretanto, muitos dos
policiais saudosos, entre oficiais e praças, realmente “choraram” essa
separação. Até hoje, muitos gostariam de ver a PM de volta no local”, comentou o
ex-PM que serviu a corporação par 30 anos.
Segundo
o militar aposentado, o que determinou, de fato, a transferência do Comando-Geral
da PM foi a falta de estrutura física. "A mudança era necessária porque o
prédio não tinha mais condições físicas de abrigar o efetivo, que havia
crescido com o tempo, e nem mesmo os próprios carros dos militares. Agora, o
Comando está mais bem instalado", comentou.
Roberto
Mendonça é favorável à reutilização do antigo prédio da PM, que, agora se
tornou um centro cultural. "A cidade ganhou um belo edifício de
arquitetura antiga", disse, elogiando o trabalho de restauro realizado no
prédio pela Secretaria de Estado e Cultura (SEC). "Ele também será muito
importante porque vai abrigar importantes museus do Estado, como o Tiradentes,
que tem peças adquiridas há mais de cem anos, entre elas a bandeira que os
soldados amazonenses levaram a Canudos", comentou.
O ex-PM registrou a história da corporação na série "Memória", que foi lançada pelo governo do Estado em novembro de 2000. Ele também pretende lançar o seu livro "Administração do Coronel Lisboa", sobre a vida do também militar Adolpho Lisboa, no atual complexo do Palacete Provincial. O livro é um ensaio histórico que recebeu o prêmio Arthur Reis, concedido pelo Conselho Municipal de Cultura (ConCultura), por meio do projeto cultural Prêmios Literários Cidade de Manaus.
PM
continua no palacete
A
Polícia Militar não foi totalmente retirada do prédio, após o restauro do
Palacete Provincial. O secretário estadual de Cultura, Robério Braga, informou
que o antigo gabinete do comandante, juntamente com todo o mobiliário original,
como sofás, cadeiras, mesas, armários, além de objetos de arte, entre eles escudos,
brasões, esculturas etc. foram completamente restaurados com o intuito de ser
novamente utilizado pelo Comando Geral da PM em ocasiões solenes. "Da
mesma forma que o governador Eduardo Braga recepciona chefes de Estado e outras
autoridades no Palácio Rio Negro, o comandante da PM poderá realizar suas
reuniões e receber convidados aqui no seu Gabinete", explicou Robério,
destacando que a sala contém, ainda, a memória da PM. "Todos os boletins
históricos da PM foram recuperados e agora estão disponíveis. A história da
corporação está registrada aqui", frisou.
Prédio teve várias utilizações
Antes
de abrigar a sede do Comando Geral da PM, o Palacete Provincial teve várias
utilizações. Ele começou a ser construído, em 1861, para ser a residência do empresário
e capitão da Guarda Nacional Custodio Pires Garcia, que faleceu deixando a obra
inacabada. Em 1867, foi comprado pelo presidente provincial José Bernardo Michilles
para transformá-lo Paço Municipal.
No
ano de 1873, o então presidente da Província (1873-1875) Domingos Monteiro
Peixoto concluiu a obra para abrigar as várias repartições provinciais. Após um
ano, em 25 de março, com as obras concluídas,
foram instaladas no edifício a Assembleia Provincial, a Repartição de Obras Públicas,
a Biblioteca Pública e o Liceu Provincial – atual Colégio Amazonense D. Pedro
II. Entretanto, a inauguração ocorreu somente em 28 de fevereiro de 1875.
Durante
o governo de Eduardo Ribeiro (1892-96), o Palacete passou a ser o comando da
Polícia Militar. Hoje, o prédio considerado um patrimônio tangível que foi tombado
em conjunto com a Praça Heliodoro Balbi e o Colégio Amazonense D. Pedro II, encontra-se
sob a proteção especial da Comissão Permanente de Defesa do Patrimônio Histórico
e Artístico.
segunda-feira, abril 27, 2020
BOMBEIROS DO AMAZONAS (3)
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| Corte da página com a entrevista (EM TEMPO, 19 abr. 2009) |
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| Roberto Mendonça |
domingo, abril 26, 2020
PALACETE PROVINCIAL: INAUGURAÇÃO
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| Antigo quartel da PMAM, hoje Palacete Provincial |
segunda-feira, setembro 06, 2010
Bandeira do Amazonas
| Bandeira existente no Parque Jefferson Péres |
De fato, não se conhece o idealizador da bandeira. Também é duvidosa a afirmação de que a tropa amazonense contra Canudos tenha conduzido a bandeira amazonense. São conhecidas apenas os dois exemplares da bandeira nacional participantes de desse conflito. Elas estão no Palacete provincial.
A bandeira, como a conhecemos, certamente, existia. Tanto que em 1958, o casal Makk a coloca nas mãos dos combatentes de Canudos, em uma alegoria existente na entrada do Palacete.
No governo de Danilo Areosa (1967-1971) ocorreu a primeira movimentação em redor da regulamentação dos símbolos estaduais. A bandeira, então, recebeu os primeiros cuidados. Quem conta é o poeta Luiz Bacellar.
| Jornal do Commercio. Manaus, 25 setembro 1970 |
Bacellar conta que o governador Areosa encomendou ao Conselho de Cultura um estudo sobre a Bandeira do Amazonas. A existente era alvo de chacota, pela semelhança com a bandeira americana. Havia a possibilidade de substituição, mas, tal não aconteceu. A bandeira segue o padrão existente, e tudo que o Estado realizou neste sentido foi legalizar o estandarte.
Bacellar - poeta e heraldista - estudioso do assunto, apresentou uma nova bandeira. Na mesma dimensão da anterior, porém, "em fundo verde com uma faixa ondulada branca no meio, ladeada por 44 estrelas, representando os municípios". A bandeira não foi exposta pelo matutino, apenas as armas.
| As armas do Estado imaginadas pelo poeta Luiz Bacellar, mostradas no Jornal do Commercio, 25 setembro 1970 |






