CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

5 de setembro de 2016

MORTE DA CIDADE FLUTUANTE


Foto constante da revista
Num sei mesmo a data, recordo que me encontrava na agência Prime da avenida Sete e, enquanto aguardava o saudoso poeta Luiz Bacellar, tomei uma revista. Dessas coloridas, com capa dura e impressa com grande apoio cultural, leia-se, rouanetizada. Ótimo. 
O periódico foi produzido pelo Ministério da Saúde - Fundação Oswaldo Cruz e organizado por Luísa Rojas e Lucianne Medeiros de Toledo.

Folheando, dei com o nariz na seção Espaço&Doença, onde enfiei o mesmo no artigo Uma história da vida do Amazonas, de Orlando Valverde. Entendo um bocado da história do Estado, em especial a da capital, e mais ainda, do período do Governo (ditadura) Militar, quando comecei minha vida profissional.  


Desse modo, me horrorizei com a “insalubridade” do texto encontrado, que aqui vai postado. "Na noite aprazada, a 'Cidade Flutuante' foi incendiada, após um grande borrifo com petróleo. Foi uma versão caricata de Roma, dos tempos de Nero!"

Que o ex-governador Artur Reis me perdõe, mas em resposta ao Valverde agressor, repito uma máxima do falecido poeta Bacellar : Nero?! é a puta que pariu.



Texto sacrossanto, bem pago pelos contribuintes