CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

terça-feira, março 19, 2024

MANAUS: REMINISCÊNCIA DA IMPRENSA ESTUDANTIL (1)

 A postagem retorna com a REVISTA DO ESTUDANTE, edição de junho - julho de 1937. A capa foi ilustrada com a foto de uma bela mulher, todavia, somente seu nome foi exposto. Em nota sobre a beldade, expõe a legenda: "Emoldura graciosamente a nossa Revista a srta. Clio Vianna, um dos mais belos ornamentos de nossa sociedade e um admirável temperamento artístico".

O autógrafo pertence à retratada

 Retirada do mesmo periódico, ilustro mais a postagem com uma propaganda da loja A Pernambucana, hoje reduzida a raros endereços no país. 


segunda-feira, março 18, 2024

MANAUS: REMINISCÊNCIA DA IMPRENSA ESTUDANTIL

A postagem recorda a Revista do Estudante, efetivamente dirigida e produzida por estudantes, a maioria do Ginásio Amazonense Pedro II, atualmente Colégio Estadual do Amazonas, circulada em maio e junho de 1937. 

A foto da instalação da Associação Amazonense de Imprensa, realizada na Academia Amazonense de Letras, ilustra a capa. Com destaque para o orador da agremiação Ramayana de Chevalier. 

O exemplar exposto pertence à Biblioteca Mário Ypiranga, um dos dirigentes da Revista, daí a jocosa dedicatória (no alto da capa) imposta pelos parceiros de redação.       

Revista.. (maio-junho 1937)


segunda-feira, março 11, 2024

PMAM: SEUS PRIMÓRDIOS (29)

Novo capítulo sobre a história da Guarda Policial, atual Polícia Militar do Amazonas, no período provincial, compartilhado do meu almejado livro Guarda Policial (1837-1889).

Santa Casa de Misericórdia - Manaus


Terceiro Quartel da Guarda Policial 

A Guarda Policial passa a ocupar, em 1º de novembro de 1878, uma ala do hospital de caridade então em construção, a conhecida, porém desativada – Santa Casa de Misericórdia, situada à rua Dez de Julho. Trata-se do terceiro endereço da Guarda Policial do Amazonas.

Acerca dessa mudança, o Jornal do Amazonas (1º nov.) assinala a sensatez do presidente da Província, barão de Maracaju, pois “o quartel da Guarda Policial não devia permanecer em casa alugada”. No entanto, é simples especular sobre a mudança para o imóvel em construção, que deve ter trazido mais incômodos que benefícios. O esclarecimento – singelo e corriqueiro – sobre esse imprevisto provém do próprio presidente, encontrado na Falla da abertura da 14ª Legislatura da Assembleia Provincial (29 mar. 1879):

Achando-se pronta a parte ocidental do edifício para hospital de caridade, e não sendo possível utilizá-lo ainda, atento o estado financeiro da província e não haver verba para o aumento de despesa que traz o pessoal indispensável para funcionar, resolvi transferir para ela a Guarda Policial, que estava aquartelada em um prédio de propriedade particular sito à Praça Pedro II, poupando-se por esse modo a despesa que se fazia com o aluguel do mesmo prédio. 

Novo comandante 

Em 2 de dezembro do mesmo ano, após a morte do major EB Silvério Nery, o tenente-coronel reformado do Exército Manoel Geraldo do Carmo Barros assume o comando efetivo, “de quem muito se deve esperar”, consoante o anseio do vice-presidente. A permanência deste oficial na direção da Guarda estende-se até 1º de dezembro do ano imediato, quando é indicado para comandar a Fortaleza da Barra da cidade de Santos, na província de São Paulo.

Barros, natural de Belém do Pará, nascido em 1820, e casado com Idalina Pereira do Carmo Barros, era militar bastante experiente, pois, esteve servindo na Corte; em 1854, no Rio Grande do Sul, ao lado do alferes Silvério José Nery; em 1869, em Desterro (atual Florianópolis), quando comandou a Fortaleza de Santa Cruz; e, em São Paulo, como 1º diretor da Colônia Militar de Avanhandava (hoje município de mesmo nome).

domingo, março 10, 2024

MORADIAS NOS RIOS AMAZÔNICOS

 Uma amostragem de casas construídas ao longo dos rios amazônicos, em fotos de Gunter Engel