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sexta-feira, maio 16, 2025

GINÁSIO AMAZONENSE PEDRO II

 A saúde não me permitiu atender ao convite de um amigo para discorrer sobre a construção do Ginásio Amazonense Pedro II, ou Colégio Estadual, de nossos dias. Em busca de informações, consegui na Biblioteca do Museu Amazônico um exemplar que reproduz um relatório sucinto sobre a evolução das obras, escrito após a centenária Intervenção Federal de Alfredo Sá (1925) no Amazonas. Realizei a cópia que vai nesta postagem, acatando a ortografia vigente.

Ginásio amazonense “pedro II”


Localização: avenida Sete de Setembro. Limites: ao N. a rua Henrique Martins; ao S. a praça da Constituição; a L. a avenida 13 de Maio; a O. a rua Jorge de Moraes. Custo: 933:824$092 (réis) Valor atual 3.000:000$000

Característicos: O Ginásio Amazonense Pedro Segundo, antigo Liceu, é todo de alvenaria de pedra e tijolo, construído no centro de um amplo terreno gradeado de ferro, com três portões na frente e dois atrás. Tem dois pavimentos e um porão todo ladrilhado, apresentando uma bela fachada de cantaria.

Dimensões: ao N. tem o terreno 78m79; ao S. 85m30; a L. 66m80; a O. 61m45. O edifício propriamente tem 37m30 de largura por 46m30 de fundo; 8m08 de pé direito do pavimento térreo e 5m94 de pé direito ao primeiro andar.

Ao fundo do edifício existe uma pequena casa, em forma de chalé, toda de alvenaria, a qual fora construída para gasômetro, servindo atualmente para morada do porteiro; a L. existe um grande pavilhão, também de alvenaria, o qual fora construído para ginástica e onde atualmente funciona o Jardim da Infância.

Histórico: o edifício do Ginásio Amazonense Pedro Segundo foi mandado construir pelo presidente da então província, Dr. Sátiro de Oliveira Dias, autorizado pela lei 506, de 4 de novembro de 1880. Essa lei autorizava o governo a dispender a quantia de 30:000$000 com aquisição do terreno, planta, orçamento e primeiras obras.

Os planos e desenhos foram executados pelo major de engenheiros Dr. Dionísio E. de Castro Cerqueira, que na Republica foi ministro dos Negócios Estrangeiros.

Em 25 de março de 1881 foi colocada, pelo referido presidente, a pedra inaugural, previamente benta pelo vigário da freguesia de N. S. dos Remédios, padre João Rodrigues de Assunção. A 9 de maio do mesmo ano, o Tesouro Provincial contratou com Ismael Vitorio Gomes a construção dos alicerces, à razão de 24$000 por metro cúbico. Como o terreno não fosse consistente, foi necessário dar aos alicerces maiores espessuras do que as marcadas no plano geral.

Tendo sido entregues a 9 de janeiro de 1883 as pedras de cantaria para o soco(?) da fachada principal, cujo fornecimento fora contratado a 4 de maio de 1882 por José Cardoso Ramalho, pela quantia de 3:774$085, mandou a presidência da Província fosse chamada concorrência para o assentamento do mesmo soco. Aceita a proposta de Antonio Ruibal, que se obrigara a fazer esse trabalho por 540$000, lavrou-se o contrato a 22 de fevereiro, ficando pronto o serviço a 12 de março do mesmo ano. O fornecimento da cantaria precisa para as soleiras, ombreiras e vergas de 24 janelas do pavimento térreo, foi contratado com José Cardoso Ramalho. A construção das paredes e colocação do vigamento do pavimento referido, foi contratado com o Dr. João Carlos Antony, a 20 de janeiro de 1883. As obras arrematas por este contratante foram suspensas a 28 de outubro desse ano, por falta de crédito.

A 31 de julho do mesmo ano resolveu a presidência da Província que as obras do edifício continuassem por arrematações parciais e mandou, à vista disso, organizar o orçamento da quantia necessária à conclusão de todos os trabalhos. Esse orçamento foi apresentado a 3 de dezembro. Por ele as despesas foram calculadas em 220:123$081, dando, porém, a província a cantaria precisa para as colunas, pilastras e cimalha da fachada principal.

A lei 640, de 16 de maio de 1884, autorizou o presidente da Provincia, Dr. Teodoreto Carlos de Faria Souto, a concluir o edifício. A 21 maio desse ano, José Cardoso Ramalho, Leonardo Antonio Malcher e Manuel Coelho de Castro assinaram no Tesouro Provincial contrato para conclusão das obras pela importância de 259:745$235.

A 26 do mesmo mês e ano começaram os trabalhos, que foram suspensos a 30 de setembro, por não terem os arrematantes recebido as prestações, em consequência do mau estado financeiro da Província. Recomeçados a 12 de outubro [1884], a 5 de setembro de 1886 foi o edifício recebido provisoriamente, verificando-se a recepção definitiva depois de decorridos seis meses destinados a provas, a 12 de abril de 1887, na administração do Dr. Ernesto de Vasconcelos Chaves.

O edifício, porém, não estava concluído, como se verifica dos fotogramas junto. Faltavam-lhe os muros e gradis de cimento e outras pequenas obras complementares que não foram incluídas nos orçamentos anteriores. Esses trabalhos, bem como a modificação da escadaria, preparo do chão do porão, que foi todo cimentado, sendo as amplas salas de L. ladrilhadas, foi feito nas administrações do Dr. Fileto Pires e coronel Ramalho Junior.

Parte do terreno em que se acha este edifício pertencia ao que foi comprado a Custodio Pires Garcia, pela quantia de 12:000$000 [doze contos de réis], em que se construiu o atual Quartel da Força Policial; parte foi desapropriado ao tenente João Sebastião da Silva Lisboa, pela quantia de 8:000$000 [oito contos de réis].

A construção do pavilhão de ginástica foi feita por Florêncio Rodrigues de Almeida, custou 71:551$260.

Estado de conservação: Passou por grandes consertos no governo do Dr. Alfredo Sá, benemérito Interventor Federal, achando-se em ótimas condições.

terça-feira, julho 09, 2024

MANAUS: JORNAL GREMIAL EM 1936 (2)

 O GRÊMIO, periódico lançado pelos integrantes do Grêmio Estudantal Humberto de Campos, alunos do Ginásio Amazonense Pedro II, traz no 2º número do primeiro ano, circulado em julho de 1936, um poema de Moacyr Rosas (futuro odontólogo e membro de várias Academias e autor de diversos livros), aqui postado.

Cabeçalho do jornal

Jovens bem relacionados, obtiveram o anúncio como se observa da fábrica de cervejas da família Miranda Corrêa.

Anúncio da XPTO e o poema de Moacyr Rosas

TEU LAÇO DE FITA

À D. L.

Apanha a essência destas fundas mágoas / 

Concentra o fogo nos teus seios nus.  (Castro Alves)

        Menina bonita!

Teu laço de fita

Prendido à cabeça

Igual borboleta

Pousada na flor...

Menina bonita!

Teu laço de fita

É mesmo um primor

É um laço de amor

Que já me prendeu... (segue)


segunda-feira, julho 08, 2024

MANAUS: JORNAL GREMIAL EM 1936 (1)

 O GRÊMIO, periódico lançado pelos alunos do Grêmio Estudantal (sic) Humberto de Campos, apesar de inexistir o registro do colégio, acredito se tratar de iniciativa de alunos do Ginásio Amazonense Pedro II. A 2ª edição do primeiro ano, circulada em julho de 1936, trouxe na primeira página uma contribuição de Ramayana de Chevalier, aqui postada. Convém esclarecer que Chevalier havia retornado de Salvador (BA) diplomado em medicina, sendo então empregado na Polícia Militar estadual, em reorganização. 

Recorte da primeira página, com os Bilhetes... de Ramayana


BILHETES DO AMAZONAS

RAMAYANA DE CHEVALIER

Não é nenhuma novidade dizer que o termômetro público, protegido à sombra de um “fícus” da Avenida Eduardo Ribeiro está marcando 38° à sombra. Nem que os paralelepípedos da praça mais livre da cidade estão moles como geleias de goiaba. Brilha a cidade. Brilham reflexos fugaces no zimbório moscovita do Teatro Amazonas. Brilham sigmas no braço dos integralistas apressados. Tudo brilha. Polimento? Não. Calor e mormaço. O Carneiro de Mendonça que é metido a duro viraria coloide se viesse interventoriar estas bandas

* * *

É preciso que o Brasil saiba: o Amazonas repele qualquer proposta de intromissão nos seus negócios internos. Sendo o filho esquecido, o gato borralheiro da Federação, ele não quer nada além de justiça, o que já é nada além de 4$400. Os japoneses querem plantar batatas no Amazonas. A patriotada de meia dúzia de garotos simpáticos exige o fechamento do portão aos anõezinhos de olhos oblíquos. Veem perigos amarelos na selva verde. Nem sequer reparam no patriotismo da combinação: os amarelos no verde criariam uma bandeira nacional antropobotânica (sic). Bonito! Em S. Paulo ninguém gritou que sobravam nipões. Aqui...

Quem foi que disse que existe Amazonas no mapa político do Brasil a não ser em vésperas de eleições e nos discursos do Senador Cunha Mello?

* * *

Isto aqui vivia ao Deus dará. Não se pagava a ninguém; não se aumentava a receita; não se contemplava o funcionalismo; dinheiro não chegava para a gasolina do Palácio; economia era mistério mais palpável que a Iara. Veio um homem chamado Álvaro Maia. Trouxe um amigo dentro do coração: a honestidade. E um outro no coração dos amigos: a tolerância magnânima e feliz. O Amazonas, hoje, está equilibrado como um convalescente de pneumonia. Fraco, mas em pé. Magro, mas com esperanças de gordura. Trêmulo, mas sentindo o tato das coisas. Todo o mundo recebe. Há dinheiro para socorrer os rombos menores.

Álvaro Maia é o nome que desfia dos lábios do caboclo doente de Tabatinga ou da boca, queimada de sol dos vaqueiros do Rio Branco. Álvaro Maia é o começo das orações matinais dos plantadores de seringueiras do Purus ou dos pescadores de tartarugas do Badajós. De um extremo ao outro da Planície, dentro das lindes do Amazonas, o centauro moreno de Parintins ou o caucheiro heroico do Mamoré, qualquer cidadão perdido na vastidão da Terra Inacabada, procura escrever, com os dedos grossos, a mão inábil, braço trôpego, um nome que equivale por uma bandeira, uma bandeira humana de civismo e dedicação: Álvaro Maia.

Hoje o Amazonas é um bloco de brasileiros indomáveis e fortes em torno de um homem que representa a bravura da Raça na serenidade do espírito: Álvaro Maia. Um dia, o nome desse moço poeta, não estará somente no pórtico de mensagens à Assembleia estadual, mas incendiará, em silêncio, o coração dessas gerações que amadurecem como frutos benditos. E, nesse dia, o Amazonas vingar-se-á do desprezo de todos: salvará o Brasil.

domingo, julho 07, 2024

MANAUS: JORNAL GREMIAL EM 1936

 Varejando os jornais escolares produzidos em Manaus no século passado, recolhi mais um periódico: O GRÊMIO, lançado pelos alunos do Grêmio Estudantal (sic) Humberto de Campos. Apesar de inexistir o registro do colégio, acredito se tratar de iniciativa de alunos do Ginásio Amazonense Pedro II. Uma consulta à pequena diretoria, além disso responsável pela editoria do jornal, permite ver-se sobrenomes de realce na capital (Benchimol, Byron, Soriano de Mello) e, entre os mesmos, dois futuros membros da Academia Amazonense de Letras: Moacir Rosas e José Lindoso (futuro governador do Estado). Mais um detalhe: a redação certamente era na residência do Soriano de Mello.


Recortes de O Gremio


A edição é a 2ª do primeiro ano, circulada em julho de 1936. Dela reproduzi o poema Esperança Amazônica, de José B. [Bernardino] Lindoso, ressaltando a atividade do então governador Álvaro Maia.

  

Esperança Amazônica JOSÉ B. LINDOSO

(Do Grêmio Estudantal “H. de C.”)

Sol abrasador. 

Caaporas, Saci, Curupiras

na floresta opulenta vivem...

Nos igarapés granigeros

banha-se a Yara...

O passaredo acompanha o Uirapuru...

O vento sopra de leve

como se beijasse os atavios da corte divina...

Os caboclos queimados pela impiedade do sol

uns caçam...

outros andam pelos seringais arcanos...

inda outros heroicos e ousados

volvem dos centros carregados de caucho, balata...


domingo, junho 30, 2024

MANAUS E OS JORNAIS ESCOLARES

 O saudoso mestre de tantas iniciativas, Mário Ypiranga Monteiro - legou à história amazonense mais uma obra singular. O jornalzinho Baré (ou O Baré), como o próprio apresenta, servia aos interesses dos secundaristas do Ginásio Amazonas (hoje Colégio Estadual). MYM era seu proprietário e caricaturista, daí se concluir que lhe coube a promoção de todo o modelo. 

A fundação deste jornal ocorreu em 1º de maio de 1928. Conheço apenas este exemplar que recolhi da Biblioteca Nacional virtual. Todavia, com vale!

Surge hoje, a luz da publicidade, o primeiro número de o “Baré”, jornalzinho este que circulará entre os alunos do Gymnasio Amazonense Pedro 2º. Os jovens que o dirigem, são os mesmos que lutaram pelo soerguimento do extinto órgão “O Arco-Íris”. O "Baré”, como mensageiro das novas, entre os colegas, trará uma bela reportagem, confeccionada com especialidade, e aprimorado estilo para captar as simpatias dos queridos leitores. Este jornal será o defensor categórico dos direitos dos nossos condiscípulos.

Unamo-nos colegas, para o progresso da pátria que já caminha ao par da civilização latina. Aperfeiçoando-nos no estudo da língua-mãe, preparamos o alicerce para o soerguimento da nação brasileira. Sejamos fortes como os fortes! Nós, os de agora, seremos os homens de amanhã; nós, os estudantes de hoje, seremos o baluarte da pátria. (...) M. Y. Monteiro

Observe a derradeira linha do Expediente

segunda-feira, março 18, 2024

MANAUS: REMINISCÊNCIA DA IMPRENSA ESTUDANTIL

A postagem recorda a Revista do Estudante, efetivamente dirigida e produzida por estudantes, a maioria do Ginásio Amazonense Pedro II, atualmente Colégio Estadual do Amazonas, circulada em maio e junho de 1937. 

A foto da instalação da Associação Amazonense de Imprensa, realizada na Academia Amazonense de Letras, ilustra a capa. Com destaque para o orador da agremiação Ramayana de Chevalier. 

O exemplar exposto pertence à Biblioteca Mário Ypiranga, um dos dirigentes da Revista, daí a jocosa dedicatória (no alto da capa) imposta pelos parceiros de redação.       

Revista.. (maio-junho 1937)


quarta-feira, novembro 16, 2016

CARLOS MESQUITA

Carlos Mesquita foi professor do Ginásio Amazonense Pedro II, depois Colégio Estadual do Amazonas, na década de 1930. Sempre entusiasmado e vibrante, pugnando pelo soerguimento do Amazonas, colaborava na revista Victoria-regia, onde publicava seus artigos.

Compartilho aqui aquele publicado na edição de abril de 1932.


  
A civilização de um povo é avaliada pelo que ele produz, pela sua atividade, pela sua energia, pelo seu trabalho. Os povos chamados civilizados são justamente aqueles que se compenetraram do cumprimento do dever e que tudo fazem em prol da terra que lhes serviu de berço.

Temos um grande exemplo entrando-nos pelos olhos a dentro: os Estados Unidos da America do Norte. Que grande colmeia não representa o colosso da bandeira das listas e das estrelas, com os milhões de abelhas a esvoaçar, imiscuir em todos os ramos do conhecimento humano, a aperfeiçoar o que já é conhecido, a inventar coisas outras de grande importância e de benéficos resultados para a humanidade!

Não há homem, haja ele nascido onde quer que seja, cujo entusiasmo não vibre ao testemunhar a carreira vertiginosa dos ianques para as mais altas finalidades da vida.
Abraham Lincoln,George Washington, Woodrow Wilson, Theodore Roosevelt, André Carnegie, John Davison Rockefeller, George Eastman, Thomas Edson, Henry Ford, Jacob Pierpont Morgan, são americanos de nascimento mas que pertencem ao Universo tão grandes os benefícios que fizeram e as ações nobres que praticaram.

Dizem que o americano está empolgado pela ideia do dinheiro. E por que não? Se Ford, Rockefeller, Gisnegie e tantos outros, não fossem econômicos, não possuíssem ideais, não amontoassem fortunas a custa do trabalho constante e diário, poderiam ter esses gestos de filantropia, fundando instituições médicas,bibliotecas públicas, saneando e desbravando florestas virgens em países longínquos? Claro que não.

De uma visada rápida, compreenderam a significação da frase que todo mundo repete sem compreender: a mola de tudo é o dinheiro. Que disparidade brutal entre o americano a amealhar dólares que o hão de tornar apto a praticar boas ações, e o coronel seringueiro, bronco e boçal, com um rolo de notas sujas no bolso, a acender charutos com pelegas de 500$! Qual o selvagem ? Qual o irracional? Qual o civilizado?

É por isso, justamente, que nunca havemos de progredir. Falta-nos o senso da economia, sobra-nos o amor às ostentações, mesmo as mais estupidas e descabíveis. A nossa vida é fictícia, oca, vazia... Nada fazemos como povo... Enchemos cada dia que passa de 24 horas inúteis e irrecuperáveis. Rimo-nos de tudo, tudo levamos no deboche...

Blasonamos aos quatro ventos as lendas absurdas das iaras, muirakitans, botos de cabeça furada, como se tudo isso nos elevasse no conceito de alguém; mostramos aos que nos visitam araras multicores, vitórias-régias, línguas secas de pirarucu, abanos, papagaios palradores, como se tudo isso fosse o resultado de nosso trabalho, de nosso esforço; escrevemos linguados, em estilo lamecha, sobre o amor e sobre o flerte, esquecendo-nos dos problemas sérios da nacionalidade; procuramos destruir com o deboche que já esta inoculado na massa de nosso sangue, tudo aquilo que é bom, tudo aquilo que se inicia, movidos por uma inveja que só possuem os despidos de iniciativa, os pobres-diabos da imprensa da picuinha.

Convém que abandonemos esta atitude. Convém que nos levantemos. Urge, já e já, tomar essa iniciativa. Trabalhemos todos, cada um na esfera de suas atribuições, em prol do Amazonas. Abandonemos esta maneira estupida de viver a espera de auxílios; ergamo-nos por nós mesmos e, sobretudo, deixemos de ler os livros piegas de Júlio Dantas, enveredando pelas obras fortes de Henry Ford que enobrecem, que ensinam, que masculinizam, especialmente os beócios literaticados (sic) que tudo atacam porque nada podem assimilar!