CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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domingo, dezembro 03, 2017

MANAUS: 341 ANOS


Os jornais circulados no domingo, 24 - destacaram variadas personagens e entidades para homenagear a cidade de Manaus. De fato, foi interessante, pois sempre há o que se ler.

Assim, tive ocasião para rever personagens bem distintos, mortos uns, vivos outros. Tomei ciência da origem de muitos dos que dirigem o Estado e outros departamentos.

Aprendi igualmente que muitas lojas e empresas estavam ali por questão de financiamento da campanha. Entenda bem: são os patrocinadores. Sem eles, não há salvação.

Li ensinamentos do pessoal do legislativo, de membros dos tribunais e da sociedade mais destacada. Mas, nada encontrei, uma linha sequer sobre duas entidades permanentes e institucionais. Bem mais antigas que o próprio Estado.

Falo das Polícias e dos Bombeiros.

As polícias civil e militar são entidades que antecederam o 5 de Setembro, pois foram instituídas antes da elevação do Amazonas à categoria de Província. Atravessaram o periódo provincial enfrentando lutas sangrentas, ora em defesa do poder constituído e da população, ora submetidos à política contra o povo.

Sei igualmente que poucos têm admiração pelos policiais, que o ibope desse contigente de homens e mulheres é insignificante. Por isso, o local que lhes cabe no jornal é sempre nas páginas internas, circunstanciados ao combate nem sempre eficiente ao crime.


Os bombeiros, no entanto, são bem conceituados. Possuem a melhor pontuação em termos de credibilidade, de crença em seus serviços. Nem assim foram lembrados no aniversário da capital baré. Não importa. Sempre que preciso, estas organizações mostram seu empenho.

Apesar desse pouco crédito jornalístico, o Amazonas confia na força e na elegância destes policiais e bombeiros.

domingo, novembro 27, 2016

CAPAS DE REVISTAS DE MANAUS








quarta-feira, setembro 07, 2016

SETE DE SETEMBRO

Quartel da Polícia Militar, em primeiro plano
A data da Independência do Brasil hoje festejada, exige desfile militar, que acontece em todos os quadrantes do país. Aqui em Manaus, na condição de capital estadual, reúnem-se as forças militares e estaduais para esta comemoração. A parada cívica-militar ocorreu hoje no Sambódromo, ou seja, retomou o local de desfile.
É sobre o local de desfile que escrevo hoje. Na condição de policial militar tive a oportunidade de desfilar ou de assistir ao desfile em três locais: avenida Eduardo Ribeiro, avenida Djalma Batista e Sambódromo.
Dois detalhes acerca desse desfile, conheci através de leitura e fotografias que o desfile ocorreu na praça da Saudade, no início do século passado; a outra, no entorno do Teatro Amazonas, marchando pela rua 10 de Julho, na década de 1960.
Em seguida, até 1980, o desfile ocorreu na avenida Eduardo Ribeiro, com a tropa concentrada na rua Ferreira Pena; o palanque das autoridades se deslocou pelas esquinas da avenida, ora junto ao Tribunal de Justiça, ora na rua 24 de Maio, e até na Saldanha Marinho.
O aumento da tropa a cada ano e a dimensão da avenida levaram as autoridades a mudar o desfile para a avenida Djalma Batista. Ao tempo em que o conjunto Eldorado estava inconcluso, um autêntico “esqueleto” de moradias. Nesse local de referência postavam-se as Unidades a desfilar. O palanque oficial era armado em frente a atual praça Domingos Russo.
A outra mudança levou o desfile para o Sambódromo, em 1991. O local de tantos desfiles e festejos, parecia ser o melhor e mais atraente e, quem sabe, aconchegante para os apreciadores do desfile. Parece que não. Ano passado, foi transferido para o complexo de lazer da Ponta Negra. Até quando? 

Banda de Música, em frente ao Comando Geral na Praça da Polícia

Polícia Feminina desfila na avenida Djalma Batista

Desfile na rua Dez de Julho, com a bandeira histórica da PMAM



PMAM desfila na avenida Eduardo Ribeiro

Tropa da Polícia Feminina desfila na avenida Djalma Batista

sábado, março 12, 2016

CINQUENTENÁRIO DA TURMA AJURICABA

TURMA  Ajuricaba 50 - NPOR

                                    ANOS

 

A festa comemorativa Aconteceu Ontem, com OS Participantes abancados em Uma mesa do Restaurante La Parilla . Tardou Uma "eternidade", mas surgiu o dia de festejar OS 50 Anos de formatura dos Alunos do Núcleo de PREPARACAO de Oficiais da Reserva (NPOR), Celebrada Que foi há Pátio do legendario 27 BC (Batalhão de Caçadores). 

   

POUCO Mais de Duas Décadas DEPOIS, retornava Às Atividades o NPOR, na Guarnição de Manaus. A Experiência Primeira na Formação de Oficiais R2 sobreveio com a Guerra II, Quando em Duas turmas quandowere diplomados cerca de 75 Alunos.


Por ESSA Ocorrência, a Turma Ajuricaba conserva uma marca da Renovação, e, nos Novos Tempos da História militar amazonense, constitui-se a Primeira Turma. O Curso Teve Início há ano e anterior, POR SUA Prioridade na Região Militar, SERVIU de Ensaio, tanto that were correções praticadas Durante o ano de Desempenho. Encerrado em 1966 Tomou uma forma ea Duração Que se AINDA Observa em NOSSOS dias.

 

O NPOR foi Aberto com 20 Jovens, todos em Idade do Serviço militar e com o Hoje 2º Grau Concluído, e encerrou-se com uma baixa de Três Alunos: Raimundo Valois, atualmente médico, e Holanda, that brilhou no Vivaldão , defensor Como fazer fast Clube, e fazer saudoso Alrefredo Melo, transferido Pará uma turma Seguinte.

 

Dos 17 formandos, atenderam à Chamada para festa de Ontem: Renato Tribuzy , Primeiro da turma e, em NOSSOS dias, Doutor em Matemática dos Quadros da Ufam; Osório Fonseca , Amilcar Ferreira , Rui Freire de Carvalho e Roberto Mendonça , todos coronéis da Reserva da PMAM; Antonio Gadelha , professor de Economia na Uninorte; Antonio Marinho , aposentado da Sefaz; Salomão Cohen , comercial representante; e Waldir Ferreira , bioquímico, residente e Trabalhando em Brasília-DF.


AINDA pertencem a turma: Carlos Coelho , Engenheiro Pela civis Ufam e comerciante; Francisco Antonino , médico graduado Pela Ufam; Hélio Graça , Funcionário aposentado do Banco da Amazônia, residente em Belém-PA; Péricles Brandt , comerciante; Mário Jurandir, Funcionário aposentado fazer Banco do Brasil ; João Carlos Lopes , INFORMAÇÕES SEM.

 

Por FIM, Odacy Okada , coronel da reserva da PMAM, that, enfermo, deixou de comparecer Ao Almoço; e Ilmar Faria , also coronel da PMAM, that faleceu em 1999.

Registro de Presença fazer grandes da reserva Jurandir Macedo, that A Época, Como graduado, Serviu na Administração do Núcleo.

 
Turma Ajuricaba , em Disputa esportiva

 

Os "garotos de Ontem" fazer NPOR designaram Uma nova dados para seguir Você festejando a efeméride. Os setentões de Hoje desejam relembrar ESSA Trajetória. Vai Acontecer nsa Primeiros dias de junho, Por Ocasião de Outro Cinquentenário: o do ingresso de parte Dessa turma de Oficiais R2 na Polícia Militar do Amazonas.


Até breve! 

quarta-feira, janeiro 30, 2013

SOBRE POLICIAIS ASSASSINADOS (Parte 1)



Transcrevo o artigo do jornalista J. R. Guzzo, o qual, na edição corrente de Veja, analisa os assassinatos de policiais no Brasil, tomando por base os números de 2012.


Namorando com o suicídio (*)
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais
serão assassinados no Brasil até o próximo dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 - ao contrário, o fato de que um agente de polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo - algo que "acontece", como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.
Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem.
Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos - isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre.
Na d
écada de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes de polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte.
Na década de 2000 esse número caiu para seis - apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?
Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais - e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio.
Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe.
Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática – e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012. (Segue)

(*) Revista Veja, edição 2 306, 30 de janeiro de 2013