CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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sábado, janeiro 06, 2018

MANAUS: ONTEM & HOJE

Desconheço donde saquei estas fotos antigas, postei porque datadas e de pontos conhecidos do Centro Histórico de Manaus. As coloridas, realizei nesta manhã. 



Acima, foto a partir da primeira ponte. A segunda ponte, abaixo.





Penso que as legendas antigas estão trocadas, a primeira
 pela segunda ponte. Ed Lincon pode ajudar


Acredito que este igarapé foi canalizado em Petrópolis


domingo, outubro 19, 2014

BOLA (ROTATÓRIA) DO ELDORADO



Monumento existente na rotatória do Eldorado, em 2003

Não sei bem a denominação deste logradouro, por isso, o título utilizado. As ilustrações desta postagem expõem a renovação urbanística inaugurada no local. Acredito que no início de 2003, quando a administração municipal afixou no centro a escultura de uma deusa com seus leões protetores. A posição dos felinos (de frente para a deusa) promoveu uma discussão acadêmica entre os entendidos.
Desconheço o resultado da polêmica. Sei apenas que o conjunto foi transferido pela Secretaria de Cultura para o Parque Jefferson Péres, onde jaz. Agora, com os leões em posição de proteção, todavia, por falta de água, fora de uso. 

Detalhes do monumento (acima e abaixo)



quinta-feira, maio 03, 2012

PARQUE JEFFERSON PERES: A VINGANÇA (2)


Jefferson Péres, patrono
do Parque
Não foi certamente em função do meu apelo-vingança, que postei dia primeiro, no qual mostrava um colchão de casal bubuiando nas águas do Bittencourt. Não. Certamente foram os usuários dos parques, mais do Jefferson que do Jacob, que estenderam nesta madrugada apreciável faixa reclamando de segurança e de limpeza.

Ainda chegue a ler os ditos passados na reclamatória, isso aconteceu antes da primeira chuva. Quando me preparei para registrar a tal reclamação, cadê a faixa? Havia sumido.

Conversa vai e conversa vem, um viandante contou-me que um segurança do parque viu a faixa, leu-a, e pela radiofonia consultou o chefe. Logo, socorrido por mais dois, sacaram o painel do local em que fora exposto. Portanto, pode não existir pessoal da limpeza, tanto que o colchão segue flutuando, mas há segurança.

Faixa estendida no Parque Paulo Jacob
O Parque do Jacob, de fato, não tem pessoal de limpeza nem de segurança. Tanto que a faixa aberta (veja ilustração) na mureta do reservatório fecal do igarapé de Manaus, segue estendida.

Por isso, recordando saudosa e enfadonha ladainha: “seu” Amazonino, olhai por nós! olhai por nós!

terça-feira, maio 01, 2012

PARQUE JEFFERSON PERES: A VINGANÇA (1)

Tenho elogiado a conservação deste espaço, pela segurança, pelo verde em todos os quadrantes, a limpeza, e mais ainda, pela ausência de cachorros e suas fezes, o horário de funcionamento e pela bandeira tremulante, mesmo que não haja vento.  

Parque Jefferson Péres, seu playground, com Secretaria de
Cultura ao fundo
Ao contrário, tenho mostrado minha insatisfação e denunciado a situação inversa existente no Parque Paulo Jacob (onde moro) que, pela conexão dos igarapés de Manaus e Bittencourt, tornam-se xipófagos. Somente parecem.

O tratamento dispensado a cada um diverge em decorrência do governo que o protege ou conserva.

O Parque JPéres interessa ao governo do Estado, encontra-se abrigado ao alcance da Secretaria de Cultura, cuja sede margina o parque, ainda que encoberta por imenso painel. O Parque desembargador Paulo Jacob permanece no limbo, a alçada é (ou deveria ser) da prefeitura de Manaus.  Mas, não cuidados.

Aqui começa o descuido e não sei onde termina. Não há respeito pelo coletivo e, sem qualquer fiscalização, tudo de proibitivo se pratica no seu perímetro.  É tanto descuido, que permitiu o assentamento de uma “colônia” de sem teto, sem família, movida a dígitos bebíveis  – 51, 61 e outros corotes da vida.

O colchão-troféu junto a ponte do Parque

No entanto, chegou o dia da vingança: um colchão abandonado (veja ilustração) no leito do igarapé do Bittencourt, que atravessa a avenida Sete de Setembro, acompanhando a rua Jonathas Pedrosa, e é um dos formadores do Parque JPéres. Este troféu, que reconheço não é muito original, madrugou. Está lá, ainda. Nada de criativo, pois já vi estes e outros utensílios domésticos de bubuia nas águas do igarapé, antes do Prosamim.

Apesar de todo o descaso e sujeira que infesta seu irmão gêmeo, o Parque Paulo Jacob ainda não foi contemplado com tão expressivo prêmio. Na verdade, isso não constitui premiação, afinal, isso demonstra simplesmente escassez de costumes, de educação, de princípios básicos de moradores vizinhos.

domingo, junho 12, 2011

Os Parques do Prosamim


O igarapé de Manaus que corre sob a primeira ponte, ficou mais charmoso agora, após o trabalho do Prosamim (Programa de Saneamento de Igarapés de Manaus). Ganhou dois parques; o “dos ricos” e o “dos pobres” (ou dos irmãos “rico” e “pobre”).
Parque Jefferson Péres, a bandeira (abaixo)    
 

O primeiro localiza-se no entorno do Palácio Rio Negro e prossegue sob cuidados de toda ordem; limpeza constante, proibições diversas, horário rigoroso de funcionamento e segurança para fazer cumprir. Acolhe a bandeira do Amazonas, com direito à ventilação própria.

De fato, a vigilância mantida pelo governo do Estado, com o beneplácito da Secretaria de Cultura, é exemplar. Enfim, o parque carrega o nome do saudoso senador Jefferson Péres.
Parque Paulo Jacob, antes da estreia
 
 É simples alcançar o dos “pobres”, basta atravessar a avenida Sete de Setembro. Ambos são parecidos, têm quase a mesma dimensão, a grama e o malcheiro idênticos. Somente.

O “dos pobres” não tem programação cultural ou outra atração, não tem limpeza, nem horário de funcionamento. Bom é que desse lado tudo é permitido. Esportes a qualquer hora, namoro idem, melhor quando os interessados desligam o circuito de energia. Cachorros e outros animais circulam a vontade, e deixam no gramado cada cocô, que muito em breve esta sujeira vai substituir a grama.

Desse lado, não se conhece o “dono” do parque, ou seja, qual o governo que cuida dele. Sabe-se o nome famoso que batiza o parque, o do finado desembargador Paulo Jacob. 

Péres e Jacob foram tão amigos, trabalharam no mesmo Tribunal de Justiça, no templo da justiça na avenida Eduardo Ribeiro. Então, por que essa discriminação?

Em Manaus, há pouco tempo mudou-se um princípio básico: o de que o prefeito cuida da cidade. Aqui, basta observar que as praças consertadas pelo governo estadual, passaram à jurisdição do mesmo. Isso ocorre com o Largo de São Sebastião e a Praça da Polícia (desculpe-me, eminente Heliodoro Balbi).
A prefeitura de Manaus, como organizou o Parque dos Bilhares e a Praça da Saudade, cuida apenas delas.

O Prosamim, que é obra do governo do Estado, cuidou do que lhe interessava e deixou a conservação, a manutenção dos demais logradouros beneficiados pelo programa dos igarapés, para quem mesmo? Não deveria ser da comuna? Pela razão que bem se conhece, o dono da cidade nem liga.Talvez nossos bispos possam esclarecer.