CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

18 de março de 2018

PADRE SOUZA E DOIS CASAMENTOS


Padre Souza e familiares na celebração do casamento
Relembro dois casamentos celebrados na Catedral de Manaus em 1973, com as bênçãos do padre Luís Gonzaga de Souza, que se aproximam das Bodas de Ouro. Padre Souza foi meu contemporâneo no Seminário São José, todavia, acabei coronel da PMAM e ele, virtuoso sacerdote. Hoje, ainda convalescente, auxilia o vigário da paróquia de São Raimundo, onde, para ele, tudo começou.
Sobre os casamentos: desfrutei da amizade do Dr. Gebes Medeiros, pai da noiva Vitória Regia, via os padres do Seminário e a presença da família nos atos religiosos desta Casa Religiosa.
Ingressei na PMAM junto com o outro noivo – Ruy Freire. Todavia, quando de seu casamento, cometi uma insanidade ao deturpar o seu Convite de Casamento exposto no cassino (refeitório) dos oficiais da PMAM. Em razão desse pecado, não compareci ao seu casamento. Perdão, meu camarada.   
As publicações foram sacadas do Jornal do Commercio, na coluna do Nogar.

O casamento de Vitória Régia e Ananias, acontecido de alto requinte, que reuniu a "finesse" de Manaus. A cerimônia celebrada pelo padre Luís de Souza realizada às 20 horas, na Catedral Metropolitana de Manaus, foi assistida pelo mundo social manauara, que lotou todas as dependências do tradicional templo.
Vitória Régia que trajava lindo vestido branco com longa cauda, ao som da marcha nupcial, foi levada ao altar pelo seu pai, Dr. Gebes de Mello Medeiros, onde já a aguardava o noivo.
Terminada a cerimônia com a benção nupcial e a troca das alianças, os noivos após assinarem o Termo na Sacristia e receberem os cumprimentos, acompanhados dos padrinhos e demais convidados, dirigiram-se ao Salão dos Espelhos do Atlético Rio Negro Clube, onde aconteceu a requintada recepção, com jantar à americana e tudo
Jornal do Commercio, 17 fevereiro 1973


Capitão Ruy Freire de Carvalho, subchefe da Casa Militar do Palácio Rio Negro, e a jovem Delzuita Bentes, votaram núpcias sábado último. A cerimônia religiosa com efeitos civis foi prestigiada pelo coronel João Walter de Andrade, governador do Estado. (V. Santos) Jornal do Commercio, 7 fevereiro 1973