CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

18 de agosto de 2015

LIVRO TOMBO DA PREFEITURA DE MANAUS (1)

Fac símile do mapa
Sacado do Relatório da Comissão Organizadora do Tombo dos Próprios do Município, mandado imprimir pelo prefeito Torreão Franco de Sá, em 1927. Trabalho ilustrado pelo Dr. Raimundo de Miranda Leão, com várias plantas, obviamente com os recursos da época. 

Nº 35 CONSTANTINÓPOLIS


(Ex-Educandos)

Situado na foz do igarapé da Cachoeirinha, margem esquerda, onde funcionou o antigo Instituto de Educandos Artífices, depois Instituto de Artes e Ofícios, ocupando uma área de 130.693m2, cedido pelo Governo do Estado para patrimônio do Município, em virtude do Decreto nº 520, de 26 de setembro de 1901, baixado pelo Governo do Estado e referendado pela Lei nº 370, de 14 de outubro do referido ano.

Em 1901, o superintendente Dr. Arthur Cezar Moreira de Araujo manda proceder a abertura das ruas deste subúrbio e dividir em lotes os seus quarteirões, ficando reservado ao Estado o prédio por ele construído na parte alta.

A 22 de julho de 1907, o superintendente interino Coronel [GN] José da Costa Monteiro Tapajós baixa o Decreto nº 67 dando a este subúrbio a denominação de Constantinópolis.
A 26 de setembro do mesmo ano contrata com o Dr. Gastão da Cunha Lobão os serviços de melhoramentos e embelezamento das ruas deste bairro.

Em 1908, a Intendência Municipal dá neste bairro as denominações de Boulevard Sá Peixoto à rua marginal; Tavares Bastos à praça onde se acha o próprio do Estado; Delcidio do Amaral e Manoel Urbano às ruas leste-oeste; Monsenhor Amâncio de Miranda e Inocêncio de Araújo às ruas norte-sul.