CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

sábado, julho 12, 2025

CORPO DE BOMBEIROS DO AMAZONAS (1876-2025)

Ontem, o Corpo de Bombeiros do Amazonas festejou a data de sua criação. No próximo ano será o jubileu do Sesquicentenário. Já escrevi páginas e páginas, que agrupadas constituem o livro Bombeiros do Amazonas: retrospectiva 1897-1998 (2013). Dessa sorte, para festejar a véspera do jubileu vou me limitar a expor algumas fotos, que considero relevantes na trajetória do grupamento dos “homens e mulheres do fogo” no Amazonas, agradecendo cordialmente ao Carlos Navarro, mestre da Fotografia em Manaus, autor dos registros.

FFOOGGOO!! 





    

quarta-feira, julho 09, 2025

PLÍNIO RAMOS COELHO (1920-2001)

O governador Plínio Coelho (1920-2001) cumpria o segundo mandato no Palácio Rio Negro, quando o Governo Militar (1964-1985) cassou seu mandato. Era início de março de 64, portanto, a mudança de regime estava em processamento. Plínio era conhecido como atirador de elite. A participação dele nesse certame ocorreu por este detalhe, não por se tratar do mandatário do Estado. A Gazeta (09 março 1964), apesar de mencionar outra foto, falhou.

Recorte de A Gazeta, 9 março 1964

 O governador Plinio Coelho foi a principal atração das provas de tiro ao alvo realizadas na manhã de ontem, no “stand” do 27 Batalhão de Caçadores, sob o patrocínio do Balalaika Clube, que na oportunidade cumpria mais um ano de fundação.

Ao lado do Chefe do Executivo amazonense (visto na gravura à direita em um momento de grande sensação da competição) alinharam-se outros grandes nomes do esporte de tiro ao alvo em Manaus.

No outro clichê, aparecem os vencedores das provas: Adelson Veras, Tenente Cavalcante, Helena Marques Jezzini e Francisco Santana. O governador ficou entusiasmado com a organização do torneio, havendo prometido dar integral apoio à realização dos vindouros, dos quais o mais próximo ocorrerá a 21 de abril, em homenagem a Tiradentes. A presença do titular do Palácio Rio Negro na competição foi recebida com aplausos.

segunda-feira, julho 07, 2025

PALÁCIO DO RÁDIO - MANAUS

 Até a metade do século passado, as moradias no centro de Manaus utilizavam casas, com uma só exceção, o IAPETEC (Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Empregados em Transportes de Cargas). O prédio, inaugurado em 1953, exibiu o primeiro elevador da cidade, porém, possuía uso misto, com salas comerciais e pequenos apartamentos, além da sede do próprio instituto. Somente dez anos depois, em 1964, surgiu um prédio de mesma altura do mencionado, com uma característica: exclusivamente de apartamentos. Trata-se do Palácio do Rádio, construído na avenida Getúlio Vargas, que ainda hoje pode ser observado; veja a foto que ilustra a postagem.



Recorte de A Gazeta, 10 jan 1964

A foto e a legenda sobre a inauguração do Palácio compartilhei de A Gazeta (10 janeiro 1964). 
 
Placa indicativa no prédio


UM EDIFÍCIO À ALTURA DO PROGRESSO DA CIDADE --

A fachada do edifício é, sem dúvida, uma das mais lindas que a cidade conhece. Executada em painel de madeira de lei envernizada, empresta beleza e graça ao conjunto. Fica na mais larga avenida da cidade — a Getúlio Vargas —, com vinte apartamentos, todos de frente para o nascente, cada um deles com sala-de-estar, três dormitórios, varanda, banheiro social, “hall”, copa e cozinha, quarto de empregada, banheiro de empregada e área de serviço.

Tem o privilégio de ficar próximo aos Grupos Escolares “Barão do Rio Branco” e “Saldanha Marinho”, ao Colégio Estadual do Amazonas, do Instituto Santa Dorotéia, do Ginásio Brasileiro, do hospital da Beneficente, do posto de serviço de automóveis “Nosso Posto”, do Teatro Amazonas, da igreja de São Sebastião e dos cinemas “Politeama” e “Guarani”.

Elevadores, social e de serviço, já instalados. Tem incinerador de lixo, para-raios, tomadas de telefone, rádio e TV, com válvulas de segurança, serviço preventivo contra incêndio e ainda duas caixas d’água. No térreo existem duas lojas.

Foto deste dia, obstruída pelas árvores


domingo, julho 06, 2025

POEMA PARA O DOMINGO

 

De novo, não encontrei dados sobre o autor desse poema – Osório Honda. Sigo buscando. Tudo quanto posso informar é que a peça foi escrita em 1956, mas, somente publicada em O Jornal, de 30 de maio de 1965. Acaba de festejar os sessentanos!