À entrada do estabelecimento fabril, já
operando com o famoso refrigerante, existiu um, digamos, bar que atendia na
calçada aos notívagos. Virou point
festejado, mais conhecido por Coca 1 (depois existiu o Coca 2 na estrada do
Contorno, entrada do bairro do Crespo, no posto de gasolina ainda existente – hoje
av. General Rodrigo Otávio)
.
Reproduzo a notícia veiculada pela A Crítica (20 maio 1965), há mais de 50
anos, anunciando a chegada das máquinas de fabricação de macarrão.
A iniciativa privada tem se manifestado de forma relevante em todos os setores para o progresso do Estado, devido ao espirito progressista dos homens do comércio e indústria que operam no Amazonas.Constantemente registramos, com prazer, esse movimento elevado, dando à nossa terra uma posição renovadora, que acompanha o surto progressista de outras regiões.Um acontecimento agora merece o realce devido: a Papaguara S.A. — Massas Alimentícias, pioneira no ramo em nossa capital, acaba de receber o que existe de mais moderno em equipamento para a fabricação de macarrão e novas peças que introduzirão sensíveis melhorias no preparo de biscoitos e bolachas de sua fabricação.Os produtos "Papaguara", inegavelmente se constituem num orgulho para o nosso Estado, já estando com penetração aceitáveis nos vizinhos Territórios e no Estado do Acre.
Em apenas oito anos de existência completados no dia primeiro do corrente, a Papaguara S.A., com o esforço e dinamismo do industrial Antonio Simões, se situa entre as mais adiantadas no gênero do país, procurando oferecer sempre o melhor.
A moderna fábrica, situada no bairro dos Bilhares, recebeu dias atrás o moderno equipamento, que já está sendo montado.