Ontem (24), dois abalizados amazonenses tomaram o fardão de acadêmicos: no Rio, na Academia Brasileira de Letras (ABL), o festejado autor Milton Hatoum; em Manaus, na Academia Amazonense de Letras, o cronista Pedro Lucas Lindoso.
A entrada de Milton Hatoum marca um feito inédito na história da ABL. O autor é o primeiro amazonense a conquistar esta grandeza na instituição de 128 anos de existência, com este feito reforça a presença da região Norte no cenário literário nacional.
A cerimônia cumpriu o protocolo tradicional da Academia. O novo acadêmico foi recebido pela escritora Ana Maria Machado e, ao longo da solenidade, o colar foi aposto pela acadêmica Rosiska Darcy, o diploma das mãos de Lilia Schwarcz e a espada conferida pelo decano José Sarney. Hatoum ocupa a Cadeira nº 6, sucedendo ao jornalista e escritor Cícero Sandroni.
Vida longa, coberta de novas conquistas e
obras, ao primeiro acadêmico amazonense na Brasileira de Letras.

Pedro Lucas Lindoso, no folheto
da Academia
No mesmo horário, a Academia Amazonense
de Letras (AAL) engalanou-se para receber ao cronista e poeta Pedro Lucas
Lindoso, filho de José e Amine Lindoso, nascido em Manaus em 1957. Entre outras
identidades, é membro do IGHA (Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas);
integra a Associação dos Escritores do Amazonas. É membro efetivo da Academia
Amazonense Maçônica de Letras e da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.
A recepção foi conduzida pelo presidente
Abrahim Baze, e o discurso de recepção foi elaborado pelo acadêmico Elson Bentes
Farias. A entrega do Diploma e do Colar Acadêmico coube aos consócios os irmãos
José e Robério Braga. Lindoso ocupa a Cadeira nº 25, do patronato de José
Francisco de Araújo Lima, antes ocupada pelo escritor Marcio Bentes de Souza, toma
lugar na poltrona que foi ocupada por seu genitor.
Ao amigo Pedro Lindoso, desejo sucesso em mais bem sucedidos trabalhos literários
e vida longa de saúde e fortuna.

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