CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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sábado, março 11, 2023

POEMA PARA O SÁBADO

Na semana passada, dia 3 (sexta-feira), o Sétimo Comando Aéreo Regional (VII COMAR) festejou os 40 anos de sua criação. 

Nos Céus da Amazônia, de autoria de Álvaro Botelho Maia (1893-1969), publicado em O Jornal (23 fev. 1965), que foi administrador de nosso Estado, mas sobretudo respeitado por sua cultura, faz uma analogia ao Hidroavião, aparelho que severamente marcou nosso passado. 

O Jornal, 23 fevereiro 1965


terça-feira, março 01, 2011

MEMÓRIAS AMAZONENSES (XLIX)

Março, 1º

1955 – Morreu em Manaus, o filólogo João Leda. Acompanhando seu pai, quando este aceitou trabalhar nos Correios da capital da borracha, aqui chegou no início do século XX. Trabalhou em jornais locais, assim como no Diário Oficial, do qual foi diretor. Seu desempenho literário capacitou-o a participar da fundação da Academia Amazonense de Letras. Nela ocupou a Cadeira nº 16, de José Veríssimo, hoje Leda patrocina a cadeira.
O tratamento que Leda dispensava a língua portuguesa consentiu ao jornalista Afonso de Carvalho (O Jornal, 6 dez. 1953), após entrevista, cognominá-lo de “Doutor do Vernáculo”.
Seus livros: Vocabulário de Ruy Barbosa; Os áureos filões de Camilo; Nossa língua e seus soberanos e Quimera da língua brasileira.
Quando de sua morte, o acadêmico Moacyr G. Rosas, que escrevia sob o pseudônimo de Pablo Cid, dirigiu-lhe modelar despedida.

Nascido no Maranhão (1889) encontra-se sepultado no cemitério São João.

1983 – Criado o Sétimo Comando Aéreo Regional (VII Comar), com sede em Manaus. A sanção do Decreto nº 88.134, coube ao presidente João Batista Figueiredo. Para seu funcionamento ocupou as dependências do aeroporto de Ponta Pelada, que já se transformara em Base Aérea.

Aeroporto de Ponta Pelada, ao final da construção
Cartão postal do aeroporto de Ponta Pelada, Manaus, anos 1950