São dois poemas centenários de Jonas da Silva (1880-1947), circulados no Pathé Journal, inaugurado em 1921 em Manaus. As obras ilustram a edição de Natal de 1922, segundo ano de existência do periódico.
Hoje, por ser domingo, eu de casa não saio,
Dando trégua ao labor, às lutas, à canseira:
Falo ao Alberto, o meu, não o Alberto
Oliveira,
Proíbo-lhe o “foot-ball”, a rua, o “papagaio”.
-- “É nesta rua aqui, só na Treze de Maio”
Diz-me a Jandira – “Não! que é medonha a soalheira
(E os aviões de papel, uns, com a nossa bandeira,
Cruzam no
ar, uns de “banda”, uns de “centro” e uns de “raio”...)
Ouço em cochicho os três e vem a pequenita,
É a caçula, é a que manda, é a que
impera, é a realeza.
-- Ora deixe, papai, me diz a Sulamita;
Fosse a “mamãe deixava!” —Ó Força, Ó Tempestade!
Ó... essa razão final, que mata de tristeza,



