Este monumento da cidade já andou por ceca a meca; inaugurado na praça da Matriz, em frente ao Banco do Brasil, ali viu passar a Manaus de ontem. A reforma do prefeito Teixeirão deportou o Pavilhão. Agora ele se encontra no entroncamento em frente ao antigo Hotel Amazonas. Todavia, acabo de encontrar este registro,aqui postado, em que o Pavilhão esteve na área em frente à EE Ribeiro da Cunha.
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| Recorte de A Crítica, 30 abril 1979 |
A Empresa Amazonense de Turismo — EMAMTUR —pretende instalar uma Escola Cultural no Pavilhão onde funcionou a coordenação do carnaval deste ano, na Praça do Grupo Escolar Ribeiro da Cunha. Ainda este mês também poderão ser inauguradas as primeiras lojas do Centro de Artesanato, que está sendo construído no Reservatório do Mocó (antiga Caixa d'água).
O presidente Italo Bianco disse ontem que o abandono do pavilhão vinha em decorrência dele ter assumido recente a direção da EMAMTUR. No entanto, ele já manteve contato com o governador do Estado e ficou acertado que o Pavilhão, que foi instalado pela Prefeitura, ficará totalmente sob a direção da EMAMTUR.
Pretende Italo Bianco realizar atividades culturais e de turismo.
— Não temos ainda um projeto definitivo. Mas, o pavilhão será aproveitado para desenvolver uma série de opções turísticas e culturais, similares a uma Escola Cultural.
A Empresa Amazonense de Turismo também está voltada para o Centro Artesanal. Prometeu o Italo Bianco entregar ainda este mês as primeiras lojas. As obras já foram reiniciadas.
— Estou bastante empenhado para inaugurar as primeiras lojas do Centro Artesanal ainda este mês. Já conseguimos apoio integral do governador José Lindoso. Talvez inauguremos as primeiras lojas e depois o restaurante.

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