CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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domingo, junho 07, 2026

POLÍCIA MILITAR EM CHARGE

 Ao tempo em que o jornal A Crítica festejava os 30 anos de circulação, o chargista João Miranda aproveitou a Polícia Militar do Amazonas em seus trabalhos, obviamente observando a atuação dos policiais, nem sempre elogiosa. A postagem reproduz quatro dessas artes gráficas para melhor entendimento.

A Crítica, 4 abril 1979

Edição de 30 abril 1979

Edição de 19 maio 1979

Circulada em 19 abril 1979


quarta-feira, setembro 03, 2025

CHARGES DO MIRANDA

 João Miranda, ou simplesmente Miranda, foi um saudoso chargista de A Crítica. Entre 27 e 30 de janeiro de 1980, a Polícia Militar do Estado "padeceu" nas ilustrações do artista. Não consegui captar o motivo junto ao histórico da corporação, mas o serviço de atendimento aos turistas serviu de galhofa. 

A Crítica, 27 | 28 | 29 e 30 janeiro 1980, em sentido horário


sábado, agosto 16, 2025

"SANTINHO" DO ARCEBISPO

 No início da semana da Pátria do ano pouco santo de 1981, forte manifestação envolveu o templo da Padroeira do Amazonas, que exigiu do arcebispo dom Milton Pereira uma reprimenda. E deixou o governador José Lindoso, católico fervoroso, em sinuca. A Polícia Militar convocada, resolveu a questão, porém deixou sua marca de força. Aproveitando este detalhe, João Miranda de A Crítica publicou a charge aqui postada. 

Diário A Crítica, data acima

domingo, março 29, 2020

LEMBRANÇAS DE MANAUS

Ano de 1970. em 30 de março, o jornal A Crítica publicou, em homenagem ao 3º ano do governo de Danilo Areosa, a propaganda sobre a inauguração de reservatórios, que foram projetados pelo arquiteto Severiano Porto.À direita, também de março de 1970, o jornal A Notícia estampou a caricatura de Amadeu Teixeira (1926-2017), treinador do América FC,  por 53 anos, cuja longevidade nesta função deu-lhe o recorde inscrito no Guiness.


O caricaturista João Miranda integrava o jornal A Crítica que, em 19 de março de 1995,
publicou esta charge. A ideia básica era a polícia contra os carros com insulfilm,
cuja  modernidade - corriqueira em nossos dias - começava a incomodar a segurança. Daí o vexame
do guarda diante do impasse: que fazer com meu superior?


Quem não teve uma Barsa, deve ter consultado ou, na pior, sonhado com uma na estante de casa.
Atualmente, diante da expansão dos meios de comunicação, virou peça de arquivo. Este anúncio compartilhei de A Crítica, março de 1995.


domingo, março 08, 2020

NAMORO NO ANO 1970


De maneira jocosa, veja o relato de A Crítica (6 março 1970) sobre um certo namoro, rolado há 50 anos. Apenas o nome do "boto" foi citado,sem endereço e  identificação do casal. Ficou-me uma curiosidade: quem nasceu, fruto deste enlevo? No entanto, melhor que permaneça no anonimato. A gravura deve pertencer ao caricaturista J. Miranda, que por anos ilustrou o matutino.


Não era mais aquele namoro à moda da vovó Giocondia... Mãozinha com mãozinha pra lá, beijinho com beijinho pra cá. A essa altura a lua derretia no céu de tanta palavra bonita... Mudou tudo, meu, até o amor dos jovens se modernizou... É uma brincadeira mais séria.

Hoje não se ilude mais a moça com promessas de casamento... Isso tá manjado, meu, o rataplã é outro, como diria o Aldisio [Filgueiras]. E o brasa Euclides Lopes enganou a namorada, uma jovem dos seus sadios 14 anos... Uns e outros vai nascer e o seu Lourival Gomes, pai do ex-brotão, prometeu até sarrafo pro "Don Juan"... Ou melhor pro “hipie”. Glorinha tá fazendo croché, jururu de fazer dó...