A festa comemorativa do centenário de Armando Andrade de Menezes, ontem realizada, ocorreu certamente como o patrono do Chá do Armando identificaria: paidégua. Aconteceu no auditório do Mirante depois de mudanças às vésperas, tal qual o itinerário do Chá, mudanças ali repetidamente lembradas. De fato, o Chá (entidade sócio-literária-etílica) passeou por alguns CEP da cidade, mas sempre sacramentando o bem estar de seus acólitos.

Foto realizada no IGHA, com Armando, ao centro
Participei da sessão e, convidado a “usar da
palavra, recordei que dos presentes era o único dos fundadores do clube,
narrando os primeiros passos no Instituto Histórico, ainda no início do século.
Frequentei todos os endereços, esquecendo de lembrar que, em única sexta-feira,
aconteceu no meu endereço, quando festejamos o aniversário do falecido Serginho
Pereira. Em outra oportunidade aconteceu na residência do peruano Miguel Angel,
que morava ao lado do IGHA.
Nada disso obscureceu o congraçamento. Detalhe
à parte, convém esclarecer que ao Chá do Armando faltou o “chá” propriamente
dito, fosse o escocês de 8 ou 12 anos. Aos faltosos, não terá nova oportunidade,
a não ser que aguardem o próximo centenário. Vida longa, chazista. Ao
saudoso Sumaúma, a minha agradecida veneração.
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| Detalhe do Mirante sobre o rio Negro |

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