Mais um capítulo de uma pretensa publicação sobre os personagens e fatos da história amazonense.
8 de maio
1882 – Reinstalado o Estabelecimento dos Educandos, sob
a denominação de Instituto Amazonense de Educandos Artífices, no governo do
presidente José Paranaguá. Destinava-se a atender a infância desvalida (menores
do sexo masculino). A denominação – Educandos – deu nome ao bairro. Em 1894, toma
a denominação de Instituto de Artes e Ofícios, pouco depois foi extinto em
novembro de 1899.
1926 – Toma posse no cargo o desembargador Francisco de
Paula Faria e Souza, que fora nomeado em 06 de março. Nascido em Manaus em 1871,
recebeu a graduação pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, tendo sido
o primeiro amazonense a ascender a Alta Corte do Tribunal de Justiça do Estado.
Até então os desembargadores eram oriundos do Nordeste e formados pela Faculdade
do Recife. Faria e Souza exerceu o cargo de Procurador Geral do Estado, porém,
nunca presidiu o Tribunal de Justiça.
1947 – Reiniciadas as atividades da Assembleia
Legislativa do Estado, em decorrência de disposição constitucional e das eleições
realizadas em janeiro. A nova Mesa tinha por presidente o deputado Carlos
Soares de Mello. Na mesma ocasião, toma posse na chefia do Poder Executivo,
Leopoldo Amorim da Silva Neves, eleito em decorrência da restauração
constitucional no País.
1948 – Nasceu em Manaus, Eber Bessa Rebello, em nossos
dias coronel aposentado da Polícia Militar do Estado, onde ingressou em 1967. Ao
ingressar foi matriculado na EsFO (Escola de Formação de Oficiais) no Rio de Janeiro.
Concluído o curso de três anos, Eber (seu nome de guerra) esteve em diversas unidades
da corporação, e ainda outros órgãos estaduais, como a Secretaria de Administração
do Estado.
1956 – Nasceu em Manaus, Maria
da Conceição Valois Cortez (genitora de Roberto e Diego Valois Mendonça), filha de
Carmelo Oyola e de Josefa Valois Cortez.
1960 – Miguel Jorge Santos Mendoza nasceu nesta data, em
pleno Dia das Mães, na Maternidade Balbina Mestrinho. Trata-se do segundo filho
do casal José Manuel e Doroteia Mendoza. Aos dez anos, acompanhou a família em mudança
para Santos-SP e, adiante, no retorno para Manaus. A fim de assistir sua
genitora em tratamento de saúde, regressou a Santos-SP, de onde mais tarde
transferiu-se para Telemaco Borba-PR, onde reside com a esposa Ivonete Gonçalves
e os filhos e neto.
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| Padre Nonato Pinheiro |
10 de maio
1922
– Nasceu em Manaus (AM), Raimundo Nonato Pinheiro, filho de escritor homônimo e
de Diana Pinheiro, que foi sacerdote regular. Após os estudos básicos em
Manaus, frequentou os Seminários em Belém e São Luís do Maranhão, onde foi ordenado
em 27 de outubro de 1946. Seu apurado zelo com o idioma pátrio, tornou-o
excepcional filólogo, articulista competente que colaborou com todos os jornais
da Capital, até seu falecimento; esse daí sua reconhecida aptidão pelo ensaio e
pela polêmica. Publicou pouco, mais
lembrado o livro sobre o 3º bispo do Amazonas, Dom João da Matta, do qual foi
secretário. Pertenceu às duas maiores agremiações literárias do Estado, o Instituto
Geográfico e Histórico do Amazonas, nele exerceu com brilhantismo a função de
Orador e, além disso, de bibliotecário da instituição. Na Academia Amazonense de Letras ocupou a Cadeira
20, cujo patrono é Joãos Ribeiro. Faleceu em Manaus, aos 7 de dezembro de 1994.

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