CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

segunda-feira, novembro 21, 2011

Memórias amazonenses (LXII)

Novembro, 21
1889 – Manaus conhece a notícia da Proclamação da República (acontecida a 15, na então Capital Federal), portada por uma delegação paraense, viajando no vapor Manaus, da Companhia Brasileira de Navegação, depois Loide Brasileiro. O navio ancorou na baia do Rio Negro ao final da tarde desse dia. 

Candido Mariano, 1905
1941 – Morre no Rio de Janeiro, tendo sido sepultado no cemitério
São João Batista, Cândido José Mariano que, na condição de oficial
do Exército, comandou a tropa da Polícia Militar amazonense
em Canudos. Teve ainda uma longa passagem pela prefeitura de
Sena Madureira (AC) e na administração da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A Polícia Militar do Amazonas segue prestigiando
este comandante, seu nome identifica as Rondas Ostensivas
Candido Mariano (Rocam).
Antiga sede da Faculdade de Direito do
Amazonas
1949 – A lei federal nº 924, dessa data, estabelece a federalização da Faculdade de Direito do Amazonas.

1957 – Realizada concorrência para a construção de nova ponte ligando os bairros de Educandos e Cachoeirinha. A vencedora foi a firma Otavio Bittencourt Pires. A ponte homenageia ao então presidente da República, Juscelino Kubitschek. A implantação do Prosamim na área, recentemente, reparou e ampliou a ponte.

2009 – Lançamento do livro Uma tela na parede, de Renato Augusto Farias de Carvalho, na Livraria Valer.

CLUBE DA MADRUGADA

Max Carphentier, 1992
Amanhã, 22, o lendário Clube da Madrugada completa 57 anos de criação. Para comemorar o surgimento do Movimento que, embora extinto, ecoa até os dias de hoje por meio da continuidade do processo criativo de seus participantes e das marcas deixadas para as novas gerações, será realizado amanhã uma mesa redonda com o tema Clube da Madrugada: história e legado. Participam da mesa os escritores Elson Farias, Luiz Bacellar e Max Carphentier, que tiveram participação ativa no Clube.

Na ocasião será lançado o livro Quadros da Moderna Poesia Amazonense, de Alencar e Silva, que também compunha o elenco do Clube.

Todos os livros de autores do Clube da Madrugada estarão à venda com 50% de desconto, somente amanhã.

Clubistas, em 1970, Alencar e Silva (à esq.),
Jorge Tufic (ao centro) e Anthistenes
Pinto (à dir.)
Quadros da Moderna Poesia Amazonense é um livro-testemunho de um recorte histórico desse período, com foco no Clube da Madrugada. A ênfase do autor é na produção poética desse movimento, com destaque para os escritores e obras que marcaram esse momento das letras regionais. Alencar e Silva, um dos mais expressivos e delicados poetas desse ciclo, presta com esta obra importante contribuição em termos de resgate e fixação do trabalho da geração madrugada. O autor morreu em setembro passado.

domingo, novembro 20, 2011

Memórias amazonenses (LXI)

Álvaro Maia
Novembro, 20

1930 – Assume o governo do Estado, na condição de Interventor Federal, o bacharel Álvaro Botelho Maia. Esta situação decorreu da posse de Getúlio Vargas.

Waldemar Pedrosa
1935 – Assume a direção da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, o Dr. Waldemar Pedrosa. Posteriormente, alcançou o Tribunal Superior do Trabalho, nomeado ministro (o primeiro na história do Estado) pelo presidente Café Filho. Ainda exerceu a interventoria federal e foi senador pelo Amazonas. Presidiu a Academia Amazonense de Letras. 

1986 – Inauguração do cine Carmen Miranda, situado na rua 24 de Maio com a rua Joaquim Sarmento. Pertencia a empresa do radialista Joaquim Marinho. 

sábado, novembro 19, 2011

Convites

Na terça-feira, 22, a Livraria Valer relembra a criação do lendário Clube da Madrugada. A sessão será realizada em sua sede, aberta a todos.

Convite do Clube da Madrugada

 E, na quinta-feira, 24, no Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos (Icbeu),
ocorre o lançamento de livros da família Marinho.

Convite do ICBEU