Começo pelo desastre: perdeu o Amazonas o senador Artur Neto (para nós), e agora possui no Senado uma trindade bem diversa, coincidentemente nascida fora do estado.
Poster de Artur, afixado na porta do pintor Moacir Andrade |
Poster de Artur, afixado na porta do pintor Moacir Andrade |
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Na frente, identificação, local de votação e assinaturas |
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No verso, o registro das votações e, no rodapé, o local de votação |
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Jornal A Crítica. Manaus, 3 outubro 1975 |
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Bombeiros recolhem corpos no rio Solimões. A Crítica. Manaus, 3 outubro 1975 |
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O número de mortos impressiona, certamente a maior tragédia A Crítica, 4 outubro 1975 |
O Amazonas está de luto. As vítimas, na maioria mulheres e crianças, permanecerão na dor e na profunda saudade de todos os seus familiares, de todos nós que dificilmente poderemos algum dia esquecer o maior desastre fluvial até hoje registrado na Amazônia.
O desconsolo dos familiares ao enterrar seus mortos
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Lembrança distribuída por ocasião do 7º dia |