CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

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quinta-feira, janeiro 13, 2022

MANAUS DO PREFEITO TEIXEIRA

Esta postagem, extraída da revista manaus... manaus, publicada pela editora Umberto Calderaro Ltda., em 1979, relembra duas marcantes obras do prefeito Jorge Teixeira (1975-79): a ponte de Educandos e a avenida Djalma Batista. Quando daqui ele foi removido, assumiu o governo do Território Federal de Rondônia, depois Estado, ainda na gestão do Teixeirão (como era conhecido). 



terça-feira, janeiro 04, 2022

PREFEITO JORGE TEIXEIRA (1975-79)

 Ao final do seu governo na capital amazonense, o prefeito Jorge Teixeira (Teixeirão) ganhou da editora Umberto Calderaro uma homenagem. O resumo da administração de 4 Anos foi exposto na revista manaus... manaus (1979). Este exemplar (foto) me chegou às mãos pela amizade do Jorge Bargas, funcionário da Prefeitura de Manaus por largos anos.

A edição contém farto material sobre o inesquecível alcaide, pena que os responsáveis tenham esquecido de legendar a maioria das fotos. Todavia, os manauaras mais idosos podem muito bem suprir essa falha, ou estudiosos com o Ed Lincon.



A identificação das fotos deixo para trabalho dos moradores da capital amazonense. E para que eu não cometa algum desastre.

sábado, abril 13, 2019

CIGS: NOTA JORNALÍSTICA

O Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), instalado em Manaus, possui uma história edificante. Seu primeiro comandante - então major Jorge Teixeira, o Teixeirão, gravou seu nome na área amazônica, não apenas no campo militar, também no político.

Próximo de completar meio século, o jornal A Crítica (30 abril 1969) publicou a reportagem seguinte, resultado da entrevista com o Teixeirão, que retornava de viagem de estudos aos Estados Unidos. A conclusão daquele momento pode ainda hoje ser repetida: o CIGS é o melhor centro de treinamento na selva do Mundo.

Coronel Jorge Teixeira em foto do citado periódico

CIGS: MELHOR CENTRO DE GUERRA NA SELVA

A instrução ministrada pelo Centro de Instruções de Guerra na Selva, em Manaus, é de alto padrão e pode ser considerado o melhor centro de guerra na selva de todo o mundo. Esta foi a conclusão chegada pelo tenente-coronel Jorge Teixeira de Oliveira, comandante do CIGS, e 1° tenente Adalberto Bueno da Cruz, auxiliar de instrutor, após realizarem uma visita a estados norte-americanos e ao Centro de Treinamento de Guerra na Selva no Panamá, a convite dos Governos daqueles países.Na viagem de vinte dias, os dois militares visitaram várias instalações especializadas em guerra na selva, operações especiais, comandos e paraquedismo, destacando-se a visita ao Centro do Panamá onde são preparados os soldados que vão para o Vietnã em curso de apenas duas semanas.
VISITAS
Os dois oficiais estiveram em “Fort Bening”, na Geórgia, visitaram a Escola de Infantaria, destinada a capitães, encontrando lá três oficiais brasileiros que ocupam o 1º, o 3° e 4º lugares, em índice fora do comum, numa turma composta por cem alunos.
Ainda em "Fort Bening", visitaram o “Departamento dos Rangers” onde são preparados os combatentes para as operações tipo comando, havendo um curso semelhante no Brasil na Brigada Aeroterrestre.Os militares brasileiros finalizaram sua visita ao “Fort” na Escola de Paraquedismo, onde foi realizada uma demonstração para os visitantes.

DEMONSTRAÇÕES
De “Fort Bening”, os dois militares seguiram para a Flórida (Base Aérea de Eglin) observando a instrução dos “ranges”, interessando-se bastante pelas aulas por haver no CIGS uma parte correspondente a este tipo de instrução, ministrada durante uma semana no Lago do Puraquequara.
O tenente-coronel Teixeira e o 1° tenente Bueno seguiram depois para Carolina do Norte visitando “Fort Bragg”, casa das “Forças Especiais” onde são treinados os famosos “Boinas Verdes”. Na oportunidade, o comandante do CIGS fez uma demonstração de saltos de paraquedas de um avião a jato C 141 (sic), de quatro turbinas, sendo o primeiro paraquedista sul-americano a realizar tal proeza.
Em "Fort Bragg" os oficiais do CIGS conheceram o capitão Mota, brasileiro da “Brigada Aeroterrestre”, realizando o curso de Forças Especiais, sendo o primeiro colocado até o momento. Outro brasileiro que encontraram, também colocado em primeiro lugar foi o tenente-coronel Castro Araújo, cursando “Operações Psicológicas”.

RESULTADOSApós suas observações, os dois oficiais do CIGS chegaram a conclusão de que o centro localizado em Manaus pode ser considerado o melhor do mundo, oferecendo melhores resultados do que o Centro do Panamá, face a duração do curso que no CIGS é de seis semanas, o que possibilita melhor aprendizagem, e face à natureza da selva panamenha, menos robusta.Na entrevista que mantiveram com A CRÍTICA, os dois militares não esconderam seu entusiasmo pelo trabalho que vêm desenvolvendo no Centro de Instrução de Guerra na Selva, podendo o CMA orgulhar-se de possuir o melhor centro de guerra na selva.