CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS
sábado, novembro 30, 2024
CARTÃO POSTAL DE IGREJAS (2)
sexta-feira, novembro 29, 2024
AMAZONENSES NA FDR
Mais um apontamento sobre dois amazonenses que passaram pela Faculdade de Direito do Recife, próximo de completar o centenário, sem que possua qualquer registro de seus desempenhos.
Registro
da carta do Bacharel
Antonio
Chaves Casado Lima
Aos dezoito dias do mês de
abril de mil novecentos e vinte e oito, nesta secretaria da Faculdade de Direito
do Recife, fica registrada a carta de teor seguinte: (...) Eu, Dr. Manoel Netto
Carneiro Campello, diretor da Faculdade de Direito da cidade do Recife, estado
de Pernambuco, tendo presente o termo de colação de grau de Bacharel em Ciências
Jurídicas e Sociais conferida no dia 11 de agosto de 1927 ao Sr. Antonio
Chaves Casado Lima, natural do Amazonas, filho de Tobias Affonso Casado Lima,
nascido a 21 de outubro de 1902, e, usando da autoridade que me confere o
Regimento Interno desta faculdade, mandei passar-lhe o presente diploma de Bacharel
em Ciências Jurídicas e Sociais, para que possa gozar de todos os direitos e
prerrogativas concedidos a este título pelas leis do país. Recife, 18 de abril
de 1928. (ass). O diretor da Faculdade, Dr. Manoel Netto Carneiro Campello, o
secretário da Faculdade, Henrique Martins. Assinatura do bacharel Antonio
Chaves Casado Lima.
(Continha dito diploma um
laço de fita de cor encarnada com uma medalha de prata e ouro que diz: “Faculdade
de Direito do Recife”).
Registro da carta do Bacharel
Georges Latache Pimentel
Aos vinte e três dias do mês
de dezembro de mil novecentos e trinta, nesta secretaria da Faculdade de Direito
do Recife, fica registrada a carta de teor seguinte: (...) Eu, Dr. Virginio
Marques Carneiro Leão, diretor da Faculdade de Direito da cidade do Recife,
estado de Pernambuco, tendo presente
o termo de colação de grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais
conferida no dia 16 de dezembro de 1930 ao Sr. Georges Latache Pimentel,
natural do Amazonas, filho de Francisco de Andrade Pimentel, nascido a 3 de agosto
de 1907, e, usando da autoridade que me confere o Regimento Interno desta
faculdade, mandei passar-lhe o presente diploma de Bacharel em Ciências Jurídicas
e Sociais, para que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas concedidos
a este título pelas leis do país. Recife, 19 de dezembro de 1930. (ass). O diretor
da Faculdade, Dr. Virginio Marques Carneiro Leão, o secretário da Faculdade, Henrique
Martins. Assinatura do bacharel Georges Latache Pimentel.Cópia do livro de Registro de Cartas de Doutores
e Bacharéis - 1925-31
![]() |
Fac-símile do amanuense |
quarta-feira, novembro 27, 2024
GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ E O JORNALISMO
Discurso de abertura proferido por Gabriel Garcia Márquez, em sua condição de presidente da Fundação do Novo Jornalismo Ibero-americano, compartilhado de seu livro Eu não vim fazer um discurso (2011).
JORNALISMO:
O MELHOR OFÍCIO DO MUNDO
Los
Angeles, Estados Unidos, 7 de outubro de 1996
III
Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), com sede em Miami,
Flórida.
Concluindo: “O objetivo final, no entanto, não deveria ser os diplomas e as credenciais, mas o retorno ao sistema primário de ensino, através de oficinas práticas em pequenos grupos, com um aproveitamento crítico de experiências históricas e em seu marco original de serviço público. Os meios de comunicação, para o seu próprio bem, deveriam contribuir a fundo, como se está fazendo na Europa com ensaios semelhantes. Seja em redação ou em laboratórios, ou em cenários construídos para isso, como os simuladores aéreos que reproduzem todos os incidentes de voo para que os alunos aprendam a evitar os desastres antes de encontrá-los de verdade pelo caminho. Pois o jornalista é uma paixão insaciável, que só se consegue digerir e humanizar pela sua confrontação descarnada com a realidade. Ninguém que não a tenha padecido consegue imaginar essa servidão que se alimenta das imprevisões da vida. Ninguém que não tenha vivido isso consegue nem de longe conceber o que é o palpitar sobrenatural da notícia, o orgasmo da nota exclusiva, a demolição moral do fracasso. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a morrer por isso poderia persistir num ofício tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fosse para sempre, e não concede um instante de paz enquanto não torne a começar com mais ardor que nunca no minuto seguinte.”
terça-feira, novembro 26, 2024
AMAZONENSES NA FACULDADE DE DIREITO DO RECIFE
![]() |
FDRecife |
1903
Registro da carta de
Bacharel passada a Heliodoro Balbi em Ciências Jurídicas e Sociais.
310 – De igual teor se
passou a quatorze de fevereiro de mil novecentos e três a carta de Bacharel a Heliodoro
Balbi, filho de Nicolau Balbi, natural do estado do Amazonas, nascido em
dezessete de fevereiro de mil oitocentos e setenta e seis, que recebeu o grau
de Bacharel em ciências jurídicas e sociais solenemente a treze de dezembro de
mil novecentos e dois; depois de pagar o selo do pergaminho assinaram em dita
carta o diretor Joaquim Tavares de Mello Barreto, doutor Augusto Carlos Vaz de
Oliveira, secretario mais antigo ao ato do quinto ano, mais o secretário Henrique
Martins, à margem da dita carta do bacharel Heliodoro Balbi estava pendente o
selo da Faculdade de Direito do Recife.
1925Registro de Antonio Genesio Caldas
Aos quatro dias do mês de
setembro do ano de mil novecentos e vinte e cinco, nesta secretaria da
Faculdade Direito do Recife, presente o Exmo. Sr. Dr. Manoel Netto Carneiro
Campello, diretor, e os professores que este firmam, compareceu o senhor Antonio
Genésio Caldas, por seu procurador Ernani Lins da Cunha, o qual recebeu o
grau de Bacharel em ciências jurídicas e sociais. E, para constar, lavrei o
presente termo que assino com o senhor diretor e professores presentes.