CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

segunda-feira, março 07, 2022

REGISTRO NACIONAL DO CFA

Escudo do CFA
A dedicação do secretário do CFA, Adriel França, permitiu encontrar a notícia de fundação do Clube Filatélico do Amazonas em âmbito nacional. Esse “registro de nascimento” nacional ocorreu no Boletim do Clube Filatélico do Brasil, em edição de outubro de 1969, portanto, um mês após o advento do CFA em Manaus.

Fragmento do registro Boletim do CFB

 

CLUBE FILATÉLICO DO AMAZONAS

Vimos agradecer o noticari0 enviado pelo nosso confrade Ubirajara Almeida (Avenida Eduardo Ribeiro, 556 - Manaus/AM), sobre a atualidade filatélica de Manaus, que f0i recebido com muito agrado entre nós. Soubemos por seu intermédio da fundação do Clube Filatélico do Amazonas, cuja diretoria já eleita ficou assim constituída:

Presidente - Dr. Nelson Ribeiro Porto;

Vice-presidente – Dr. Manuel Lucas Batatel;

Secretário - Ubirajara Almeida;

 Secretario - Dr. Joaquim Marinho;

Tesoureiro - Wagner Vieira;

2º Tesoureiro - Fernando Martinho;

Diretor de Trocas - Dr. Mário Xavier e

2º Diretor de Trocas – Dr. Emilio Garibaldi.

Nosso novo confrade, que mantem uma Coluna Filatélica no "Diário da Tarde", de Manaus, esta em franca atividade, objetivando implantar a filatelia em seu Estado, para o que conta com a colaboração dos demais colegas de todo o país, com o recebimento de matéria diversificada para publicaça0 em seu jornal.

domingo, março 06, 2022

SESC CULTURA - 1993

 Aproveito o folheto elaborado pelo SESC Manaus, em 1993, apresentando sua Exposição: Manaus Tempo e Imagem, para compor esta postagem.

Capa do folheto

O TEMPO E A HISTÓRIA

Com o plantio de mudas da seringueira amazônica na Asia em grande escala, os preços caíram no mercado, atingido posteriormente também pela invenção da borracha sintética. Internamente a crise econômica desmobilizou todo uma infraestrutura da cidade e do Amazonas que atravessou ainda problemas outros como quarteladas, desmandos administrativos na década de 20, uma rebelião tenentista, intervenções federais, endividamento e questões de litígio com o Pará.

Recorte do folheto

Na década de 30 os japoneses trouxeram novas culturas agrícolas para o estado, paralelamente que o Amazonas foi governado por uma junta revolucionária e por vários governadores civis com curto prazo de estabilidade no poder. Em 43, foram desanexados do estado os municípios de Boa Vista, Porto Velho e parte do de Moura, que constituíram os atuais estados de Roraima e Rondônia.

Até a década de 60, independente das dificuldades superestruturais e estruturais, Manaus e o Amazonas através de seus segmentos organizados não deixaram de lutar por melhores dias e superação de suas crises. A partir de 1955 um novo caminho de desenvolvimento é retomado com a criação da Zona Franca de Manaus, instalada em 1967.  A cidade passou a viver novo progresso, com abertura de novas ruas, melhorias urbanas, energia elétrica, reaparelhamento e expansão do sistema de água, telefones, sistema de saúde, abertura de estradas, criação da Universidade do Amazonas e crescimento demográfico.

A Catedral de Manaus ilustrando a matéria


Ao longo das décadas de 70 e 80, inserido dentro da conjuntura internacional de mercado, Manaus tem procurado novos rumos para sua economia e sociedade. Com cerca de 1.300 mil habitantes e questões inerentes de uma grande cidade, Manaus vive os dilemas de uma nova época que se espraia para o fim do século XX, em busca de condições materiais de existência humanística para sua população.

A década de 90 se apresenta como a grande questão a ser decifrada e resolvida.

sábado, março 05, 2022

RELIQUÍAS PESSOAIS

 No instante em que o país promove a substituição de vários documentos pela nova RG, fui ao meu velho surrão e encontrei estas relíquias. Carteira do Clube dos Oficiais, datada de 1977, do qual me desliguei. Título de Eleitor abandonado devido a idade, que me permite não mais votar. Enfim, a CNH substituída, mas que indica que há 52 anos sou habilitado. 


quarta-feira, março 02, 2022

NOTAS PARA O CFA

Três tópicos para a história do Clube Filatélico do Amazonas (CFA). Começo pela capa da revista Planejamento P&D Desenvolvimento, editada em 1977, trazendo uma alegoria do mapa brasileiro com selos postais. Bons tempos da Filatelia, com inúmeros colecionadores e exposições. 

Capa da revista, editada em
agosto de 1977 
Prossigo com a Coluna do Marinho, circulada no jornal O Estado do Amazonas, lembrando os 35 anos de atividades desta agremiação, sem olvidar seu presidente perpétuo, Nelson Porto.


Enfim, uma lembrança pessoal inserta na Coluna Filatélica, de Nelson Porto, encartada no Jornal do Commercio, de 06 | 03 | 1994.