CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS
terça-feira, dezembro 03, 2019
DE NOVO É NATAL (2)
ALMIR DINIZ: 90 ANOS
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Destaque para a vasta cabeleira de Marius Bell. Almir Diniz prova do repasto, enquanto Pedro saúda o chefe |
BEBENDO NA FONTE DOS IMORTAIS
Atendendo ao convite do escritor e historiador coronel Roberto
Mendonça, fui na agradável companhia do meu amigo Marius Bell, beber do
tradicional ‘chá’ da intelectualidade baré, nas dependências do seu condomínio
residencial.
Ontem o ‘chá’ foi dedicado ao escritor e poeta Almir Diniz, pela
passagem de seus noventa anos, comemorado com seus pares: coronel Roberto
Mendonça, Pedro Lindoso, Aguinaldo Figueiredo, Zemaria Pinto, Eylan Lins,
Silvia Grijó, João Pinto e sua esposa Elis, Marius Bell, todos sob o olhar atento
e zeloso de dona Aníria, esposa do poeta.
Lembrei dos primórdios quando o ‘chá’ foi instituído na casa do
saudoso Anízio Melo, e que juntamente com os poetas Simão Pessoa e Zemaria
Pinto, ajudamos a fundar o Sindicato dos Escritores, sendo signatários da Ata,
em que o Anísio foi o primeiro presidente, e cujos sonhos hoje amarelados, são
papéis carcomidos pelas traças e a mim custodiados em alguma pasta guardados.
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Mesa da festa, com o aniversariante encoberto pela jarra. |
Foi uma noite agradável, onde, não só acrescentei conhecimentos
as minhas parcas informações, como conheci tête-à-tête, figuras das quais só
ouvia falar.
Agradeço a todos pela receptividade, porém, meu espírito
desgarrado, em pele de lobo da estepe solitário, decididamente não se enquadra
em confrarias, até porque, nada possuo para somar.
Continuo como outsider e a disposição como fotógrafo, para registrar
suas tertúlias de vates.
Todas imagens são autorais.
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Almir Diniz,
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segunda-feira, dezembro 02, 2019
DE NOVO É NATAL (1)
Não há como negar: dezembro é de festas, em especial, pela Festa do Natal.
Até o final do século passado, cumpria-se a tradição de trocarmos Cartão de Natal; a internet, todavia,
liquidou este costume. Assim como liquidou o comércio dos Correios, que
deixaram de produzi-los.
Filatelista aposentado,
guardo boa coleção dessas peças, que vou postá-las durante este mês, para
lembrar o "velho” e o presente Natal.![]() |
1º Dia de Circulação, Natal de 1988 |
domingo, dezembro 01, 2019
COLÉGIO ESTADUAL DO AMAZONAS: 150 ANOS
O Colégio
Amazonense Dom Pedro II, instalado à avenida Sete de Setembro, quando de seu
centenário (1969) era conhecido por Colégio Estadual do Amazonas. É facilmente reconhecido,
não somente por sua localização central na cidade, mas pela exuberante formação
de jovens concludentes do ensino médio. Para os finalistas deste ano, a festa possui
dupla emoção, pois se trata da celebração do sesquicentenário – 150 anos – do
Estadual.
A direção empenha-se ao máximo, pois iniciadas
em março passado, ainda não foram encerradas.
Todavia, esta postagem recolhi do noticiário do jornal A
Crítica (28 novembro 1969), quando este matutino anunciava o início dos
festejos centenários do CEA.
Centenário do CEA, jornal A Crítica, 26 nov. 1969 |
Um desfile pelas principais ruas da cidade, com representações dos colégios de grau médio abriu, ontem, os festejos comemorativos ao 1° Centenário do Colégio Estadual do Amazonas [CEA]. Às 13 horas, no pátio externo do CEA, o professor Nobre Leão proferiu uma palestra, focalizando aspectos históricos do estabelecimento, seguindo-se a inauguração da exposição de pintura e fotografias.Às 20 horas, finalmente, o professor Farias de Carvalho discursou brilhantemente sobre o papel histórico do CEA e sua significação sociocultural. Sem qualquer interrupção nas provas que estão sendo realizadas, a programação de aniversário do Colégio Estadual terá prosseguimento, hoje, a partir das 16 horas, com um torneio interno de futebol de salão, a ser disputado entre as equipes (alunos e professores) do IEA [Instituto de Educação do Amazonas] contra o CEA.
Às 20 horas, também no CEA, será realizada a Noite do Cinema Jovem, incluindo a exibição de dois filmes premiados de Roberto Kahané, assim como dois outros curtas-metragens de cineastas paulistas, apresentados em Manaus, por ocasião do 1° Festival Norte de Cinema Brasileiro.
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